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	<title>Arquivos sao paulo - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos sao paulo - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Um dia (artsy) na mostra de Ai Weiwei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 14:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do artista chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool. Artista conhecido no mundo todo como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do <a href="http://marciahamaoka.com/luiz-philippe-e-arte-que-engana-os-olhos/">artista</a> chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool.</div>
<div>Artista conhecido no mundo todo como um dos mais importantes da arte contemporânea, Ai Weiwei se autodenomina um ARCTIVIST (uma brincadeira com as palavras artista e ativista).</div>
<div>Atualmente, Ai Weiwei mora em Berlim, na Alemanha, pois já teve seu ateliê destruído três vezes na China. A razão? Uma das principais temáticas do seu trabalho é uma crítica voraz ao governo do país. Suas obras sempre trazem referências à cultura chinesa, como o crisântemo, o panda, a jade e a madeira. Outro elemento muito presente é a questão dos refugiados pelo mundo.</div>
<div>E tudo isso a gente pôde ver nas obras que estão na mostra da Oca, com curadoria de Marcello Dantas. Uma de suas obras mais icônicas, a “Dropping a Han Dynasty Urn” (deixando cair uma urna da Dinastia Han), veio ao Brasil. Trata-se de uma sequência de três fotos (imagem que abre esse post) que mostra a urna sendo intencionalmente jogada no chão. Detalhe: trata-se de um objeto de culto, pois estas urnas eram usadas em cerimônias há cerca de 2000 anos na Dinastia Han. Para fotografar a cena, Ai Weiwei conseguiu comprar algumas urnas, mas outras foram pintadas.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Sunflower Seeds”
</div>
<div></div>
<div>Difícil escolher a obra mais impactante entre as que vi, mas a &#8220;Sunflower Seeds” (2010) é impressionante pelo número de “sementes de girassol” feitas de cerâmica e pintadas uma a uma por 1600 artistas.</div>
<div>
 F.O.D.A., obra inspirada no Brasil
</div>
<div></div>
<div>Entre as obras inspiradas no Brasil, me chamou a atenção “F.O.D.A.”, que está à venda pela ArtEEdições e é composta por uma fruta-do-conde, uma ostra, um cacho de dendês e um abacaxi.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Forever Bicycles”
</div>
<div></div>
<div>Por fim, para fechar com chave de ouro, na saída da exposição está a obra gigante “Forever Bicycles”: são 1254 bicicletas que representam o trabalho autômato na China. Afinal, se não criticasse o governo chinês até o último minuto, não seria Ai Weiwei, né?</div>
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		<title>Handred em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 13:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
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		<category><![CDATA[Marrakesh]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz tempo que eu tenho gostado das criações da marca carioca Handred. Fundada em 2012 por André Namitala, a Handred combina as formas clássicas de uma alfaiataria sofisticada com um jeito fácil de usar graças à leveza dos tecidos e ao clima easy-chic das peças. As estampas são outro ponto alto da identidade da marca. Com o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Faz tempo que eu tenho gostado das criações da marca carioca Handred. Fundada em 2012 por André Namitala, a Handred combina as formas clássicas de uma alfaiataria sofisticada com um jeito fácil de usar graças à leveza dos tecidos e ao clima easy-chic das peças. As estampas são outro ponto alto da identidade da marca.</p>
<p></p>
<p>Com o conceito de atemporalidade e ar despretensioso, apresenta peças que vão da cidade às férias na praia sem dificuldades. A nova coleção, batizada de La Medina, se inspira em Marrakesh (<strong><a href="https://marciahamaoka.com/top-5-marrakesh/">veja aqui meu Top 5 de Marrakesh</a></strong>). Com tons terrosos, formas amplas e tecidos naturais, privilegia o conforto e a praticidade.</p>
<p></p>
<p>É justamente ela que marca a chegada da Handred a São Paulo, em uma loja de rua nos Jardins, na Rua Dr. Melo Alves, 508. Inaugurada no dia 15 de agosto, a loja combina em sua arquitetura variações do tom mostarda, uma parede descascada e até um barzinho. Estou curiosa para conhecer!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nos bastidores com Hitchcock</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2018 21:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda falando em exposições bacanas em São Paulo, “Hitchcock – Bastidores do suspense”,  mostra em cartaz até o dia 21 de outubro no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, é programação imperdível para quem gosta de cinema e das histórias por trás dele. Com curadoria de André Sturm, cineasta e ex-diretor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://marciahamaoka.com/laura-lima-arte-slow-fashion/">Ainda falando</a></strong> em exposições bacanas em São Paulo, “Hitchcock – Bastidores do suspense”,  mostra em cartaz até o dia 21 de outubro no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, é programação imperdível para quem gosta de cinema e das histórias por trás dele.</p>
<p>Com curadoria de André Sturm, cineasta e ex-diretor do MIS, a exposição busca traçar um panorama da vida e obra do diretor, falecido em 1980, com uma cenografia imersiva e interativa, que propõe levar o visitante a um set de filmagem.</p>
<p></p>
<p>O objetivo é apresentar a faceta controladora e detalhista de um dos maiores diretores de cinema da história. Os bastidores de seus filmes têm muita história para contar porque o britânico cuidava de todas as etapas e processos de seus filmes, desde o pré-roteiro até a finalização e edição dos longas, passando pela direção de arte, direção de fotografia e até indicação de como seria o design do pôster e seu plano de divulgação.</p>
<p></p>
<p>A exposição sobre Hitchcock no MIS apresenta aspectos que tornaram suas obras audiovisuais grandes sucessos, com técnicas e elementos artísticos à frente do seu tempo. Desde uma grande coleção pessoal de fotos e manuscritos de Alfred Hitchcock, doados pela única filha do cineasta, Patrícia Hitchcock, e por sua neta, Tere O’Connell Nickel, até peças garimpadas em acervos pessoais e de instituições (como a CEDOC TV Cultura).</p>
<p>São manuscritos, storyboards, croquis de figurinos, cartazes e materiais de divulgação dos filmes, como kits de imprensa e matérias de jornais e revistas. Sem contar um rico material audiovisual, caso de trechos de filmes do início da carreira do diretor, que assina grandes clássicos dos anos 40, 50 e 60. Entre os destaques, “A sombra de uma dúvida”(1943), “Janela indiscreta” (1954), “Um corpo que cai” (1958), “Psicose” (1960) e “Os pássaros” (1963).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotos: Reprodução/Instagram @mis_sp</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tem Muji (pop up) em São Paulo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2018 21:07:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Notícia ótima para quem mora em São Paulo ou deve passear por lá esse mês: a Muji, uma loja japonesa que é minha favorita de coisinhas para escritório e para casa, abriu uma unidade pop up, que fica até o dia 22 desse mês na Japan House – endereço que já vale o passeio, tanto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Notícia ótima para quem mora em São Paulo ou deve passear por lá esse mês: a Muji, uma loja japonesa que é minha favorita de coisinhas para escritório e para casa, abriu uma unidade pop up, que fica até o dia 22 desse mês na Japan House – endereço que já vale o passeio, tanto pela arquitetura quanto pela exposição temporária “Aromas e Sabores”, uma imersão na cultura japonesa pelo paladar.</p>
<p></p>
<p>Ocupando 218 metros quadrados no térreo da Japan House, a Muji oferece uma experiência completa pela simplicidade do <a href="https://marciahamaoka.com/5-impressionantes-padarias-design/" target="_blank" rel="noopener">design </a>japonês. A filosofia da marca é a praticidade do processo de fabricação e a funcionalidade dos produtos. Incentivando um consumo racional, nada aqui é demais ou sobra.</p>
<p></p>
<p>A seleção feita para a Muji pop up em São Paulo traz itens de papelaria, decoração e organização. Entre os destaques estão as malas de viagem (a partir de R$ 1.800), os pufes (a partir de R$ 1.600), os cadernos de papel reciclado (a partir de R$ 9) e as almofadas de pescoço (R$158). E atenção para os detalhes dessas almofadas: preenchidas com cerca de 5 milhões de micropérolas, elas prometem se encaixar perfeitamente no formato do pescoço.</p>
<p></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Muji</strong></p>
<p></p>
<p>Fundada no Japão em 1980, a Mujirushi Ryohin, (Muji em japonês se traduz como “artigos de qualidade sem marca”) oferece uma ampla variedade de produtos, incluindo papelaria, vestuário e alimentos. Baseia-se em três princípios fundamentais desde sua fundação: seleção de materiais e simplificação de processos e de embalagens. A loja pop up funciona de terça a sábado das 10 às 22 horas e aos domingos e feriados das 10 às 18 horas.</p>
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		<title>Uma ode ao gim e à história do Martini</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2017 21:18:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Fabricado ininterruptamente desde 1793, o gim Plymouth, que leva o nome da charmosa cidade inglesa onde fica sua destilaria, acaba de chegar ao Brasil. A bebida traz em sua composição sete botânicos diferentes e possui 41,2% de teor alcóolico. Além de ser considerado o gim favorito da Marinha Real Britânica, o Plymouth tem um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Fabricado ininterruptamente desde 1793, o gim Plymouth, que leva o nome da charmosa cidade inglesa onde fica sua destilaria, acaba de chegar ao Brasil. A bebida traz em sua composição sete botânicos diferentes e possui 41,2% de teor alcóolico. Além de ser considerado o gim favorito da Marinha Real Britânica, o Plymouth tem um peso histórico para a coquetelaria: foi feito com ele o primeiro Dry Martini do mundo, segundo registros da receita original.</p>
<p>E para celebrar a chegada do gim Plymouth ao Brasil, o bartender Spencer Amereno Jr., do <a href="http://www.21-graus.com/3-bares-de-sao-paulo-entre-os-melhores-mundo/" target="_blank"><strong>Frank Bar</strong></a>, localizado no lobby do Hotel Maksoud Plaza em São Paulo, criou um novo cardápio. Com ele, o público poderá conhecer sete variações do drinque preferido de James Bond às segundas, terças e quartas-feiras de novembro.</p>
<p>A história começa com o Martinez, coquetel criado em 1884 com vermute, licor marasquino e angostura, e chega ao Martini Extra Dry, considerado o ‘Dry’ Contemporâneo por excelência.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/A-história-do-Martini-abre.jpg"></a></p>
<p>Na ordem cronológica, Spencer apresenta ainda criações com Plymouth em diferentes épocas, como o “Martini Harry Johnson” &#8211; criado em 1888, com a primeira aparição impressa da palavra Martini no New and Improved Bartender´s Manual, o Marguerite Cocktail &#8211; considerado o primeiro Dry Martini (em 1900), seguido pelo Dry Martini Coktail, de 1908, com amargos aromáticos de limão cravo. Seguem na lista Nick and Nora – uma homenagem ao filme “The Thin Man”, de 1934, e El Clarito – criado nos anos 50 pelo ícone da coquetelaria sul-americana, Santiago Pichin.</p>
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		<title>3 bares de São Paulo entre os melhores do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Sep 2017 18:34:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do mesmo selo da lista 50 Best Restaurants, a premiação 50 Best Bars elege – apesar do nome – os 100 bares que mais se destacaram no mundo ao longo do ano. Este é o nono ano da lista – criada a partir de uma votação de 500 experts em drinques ao redor do globo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/melhores-bares-de-sao-paulo.jpg"></a></p>
<p>Do mesmo selo da lista 50 Best Restaurants, a premiação 50 Best Bars elege – apesar do nome – os 100 bares que mais se destacaram no mundo ao longo do ano.</p>
<p>Este é o nono ano da lista – criada a partir de uma votação de 500 experts em drinques ao redor do globo – e, pela primeira vez, três bares de São Paulo fazem parte dela. E valem a visita. Quer ver?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Subastor</strong></p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/subastor-2.jpg"></a></p>
<p>Na 90ª posição, o Subastor tem uma unidade semelhante no Rio, mas sem o clima charmoso de speakeasy que caracteriza o endereço paulistano, no subsolo do tradicional boteco Astor. O balcão é o centro das atenções do ambiente e o bartender é o rei. De clássicos como o impecável Cosmopolitan a combinações inusitadas – caso do El Toreador, que leva Mezcal Joven, limão, apricot brandy e sal, é realmente um endereço imperdível.</p>
<p></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Guilhotina</strong></p>
<p></p>
<p>Até o menu desse bar, o 73º da lista, tem design, trazendo ilustrações artísticas de inspiração tropical. Todas as quartas-feiras tem a noite do daiquiri, onde a bebida é reinventada com ingredientes como o xarope de mel silvestre e manjericão. O décor industrial tem banquetas de ferro e parede de tijolinho à vista em uma atmosfera informal.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/Guilhotina.jpg"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Frank Bar</strong></p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/bar-frank-1.jpg"></a></p>
<p>Situado no no lobby do hotel Maksoud Plaza, o Frank Bar, 66º colocado no ranking, remete aos clássicos do início do século passado. Pense em coquetéis à base de Bourbon, por exemplo. A nova carta traz a influência de renomados bartenders mundiais, como o Don The Beachcomber, que tinha um bar em Hollywood nos anos 30 frequentado por Charlie Chaplin e Marlene Dietrich.</p>
<p></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotos: Reprodução/Instagram @guilhotinabar, @subastor e @frankbar.</p>
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		<title>Homem Brasileiro 2017</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2017 20:39:57 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/08/Evento-Homem-Brasileiro-2017.jpg"></a></p>
<p>O evento “Homem Brasileiro&#8221; chega hoje à terceira edição reunindo pesquisadores e profissionais de diversas áreas, interessados em entender a masculinidade nos dias de hoje. Criado e dirigido por Mário Queiroz, o evento, aberto ao público, acontece até o dia 2 de setembro, na Unibes Cultural, em São Paulo.</p>
<p>Dentro da programação, a exposição “20 fotógrafos interpretam o homem brasileiro” apresenta obras inéditas de grandes nomes da fotografia brasileira contemporânea, como Fred Othero, Rodolfo Ruben, Sergio Caddah e Tavinho Costa. Eles foram convidados a criar livremente a partir de três temas: Origem, Sexo e Imagem. A curadoria é do stylist César Fassina.</p>
<p>Nos dias 29 e 31 de agosto, às 19 horas, acontece também o “Pechakucha Night SP”, direção de Paula Trabulsi. Trata-se de uma plataforma mundial de transmissão de conhecimento, onde convidados têm 6 minutos e 40 segundos, além de 20 imagens para falar sobre quatro assuntos: Origem, Sexo, Imagem e Design. Nomes como Fernando Luna, Pedro Diniz e Jorge Grimberg estão entre os mais esperados.</p>
<p>Já no dia 30 de agosto acontece o encontro “Consumo e masculinidades – Encontro Homem Brasileiro/Revista Serafina”, com duas mesas compostas por jornalistas, pesquisadores e empresários, como Antônio Prata, Chico Felitti e Fabio Mariano Borges. A ideia aqui é discutir os novos papeis masculinos no mercado. Como se pode ver, o “Homem Brasileiro” está imperdível.</p>
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		<title>Grunge is back: a exposição sobre o Nirvana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2017 15:32:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Essa é para quem tem saudades do Nirvana, a banda. De 12 de setembro a 12 de dezembro, a mostra &#8220;Nirvana: Taking Punk To The Masses” – que ficou por seis anos em cartaz nos Estados Unidos e está agora no Rio, até dia 22 de agosto – vem a São Paulo. Mais especificamente ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/08/Nirvana.jpg"></a></p>
<p>Essa é para quem tem saudades do Nirvana, a banda. De 12 de setembro a 12 de dezembro, a mostra &#8220;Nirvana: Taking Punk To The Masses” – que ficou por seis anos em cartaz nos Estados Unidos e está agora no Rio, até dia 22 de agosto – vem a São Paulo. Mais especificamente ao Pavilhão da Bienal do Parque Ibirapuera.</p>
<p>Organizado pelo Museu de Cultura Pop em Seattle, o acervo terá mais de 200 peças entre instrumentos icônicos, fotos, vídeos, depoimentos, álbuns, objetos pessoais dos integrantes, cartazes, entre outras peças, que vão desde a origem do grupo, em Aberdeen, às grandes turnês internacionais.</p>
<p data-wahfont="24">A exposição, que tem como curador Jacob McMurray, retrata a história do Nirvana e de Seattle, epicentro cultural e musical da geração da década de 90.</p>
<p data-wahfont="24"><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/08/1.jpg"></a></p>
<p>Mais de vinte anos após sua extinção Nirvana resiste ao tempo permanecendo como uma das bandas mais influentes do mundo. São mais de 28 milhões de fãs no facebook, mais de 6 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 75 milhões de discos vendidos, além de 3 milhões de seguidores no Instagram e mais 2 mil fotos diariamente postadas com a hashtag #nirvana. Números que comprovam que a banda representa um dos maiores fenômenos da música internacional.</p>
<p>Sem contar a influência de Kurt Cobain &amp; cia. no estilo grunge, algo como uma extensão da subcultura punk revisitada na década de 90 com camisas de flanela xadrez, calças jeans destroyed, bermudas largas, tênis all star – de preferência podrinho – e cabelos propositalmente despenteados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os ingressos já <a href="https://www.ingressorapido.com.br/compra/?id=58743#!/tickets" target="_blank"><strong>estão à venda aqui</strong></a>.</p>
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		<title>5 impressionantes padarias-design</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2017 19:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a nova onda das padarias de fabricação artesanal – uma febre no mundo, que se reflete por aqui em endereços como a The Slow Bakery e a SPA Pane, no Rio, e a recém-inaugurada Mundo Pão do Olivier, em São Paulo – o ato de consumir o pão nosso de cada dia ganha mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/06/abre-vale1.jpg"></a></p>
<p>Com a nova onda das padarias de fabricação artesanal – uma febre no mundo, que se reflete por aqui em endereços como a The Slow Bakery e a SPA Pane, no Rio, e a recém-inaugurada Mundo Pão do Olivier, em São Paulo – o ato de consumir o pão nosso de cada dia ganha mais sofisticação&#8230; e design.</p>
<p>Aí que o site <strong><a href="http://thecoolhunter.net" target="_blank">The Cool Hunter</a></strong> fez uma lista com os endereços mais cool do planeta. Quer ver alguns exemplos?</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/06/Grecia.jpg"></a></p>
<p>A Blé Bakery, em Thessaloniki, na Grécia, tem projeto minimalista dos arquitetos Claudio Silvestrin e Giuliana Salmaso. Um dos destaques é o imenso forno a lenha, com 12 metros de altura.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/06/Torino.jpg"></a></p>
<p>Daniela Colli é a arquiteta que assina o ambiente da belíssima VyTA Boulangerie, em Torino, na Itália. As paredes de carvalho foram pensadas para transmitir a imagem do savoir-faire artesanal.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/06/austria.jpg"></a></p>
<p>Na Áustria, mais especialmente em Viena, a Joseph é uma das mais famosas padarias e confeitarias, e distribui para os mais elegantes cafés, restaurantes e delicatessens da cidade. Sua loja-conceito não poderia ficar atrás e o designer gráfico Martin Dvorak é quem assina este estilo rústico e clean ao mesmo tempo.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/06/japao.jpg"></a></p>
<p>Outra adepta de um ambiente clean é a Panscape Bakery, em Kyoto, no Japão. Com apenas 26 metros quadrados, aposta no cinza como pano de fundo para expor suas delícias. O conceito, a arquitetura e o décor ficaram por conta do escritório Hiroki Kawata Architects.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/06/espanha.jpg"></a></p>
<p>Não restam dúvidas de que o pão é a atração principal da Pany y Pasteles, em Madri. O estúdio Ideo Architectura criou esta padaria moderna e que, ao mesmo tempo, enfatiza o processo artesanal de fabricação, afinal, estamos aqui para comer ou para conversar?</p>
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		<title>Alex Atala ao natural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2017 14:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O chef Alex Atala mostra mais uma vez que não está na gastronomia a passeio. Além do D.O.M., único restaurante brasileiro com duas estrelas Michelin, do Dalva&#38;Dito, de comida brasileira, da Mercearia Dalva &#38; Dito, do Açougue Central – endereço que provocou uma onda de locais em São Paulo investindo em cortes considerados menos nobres [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/03/abree.jpg"></a></p>
<p>O chef Alex Atala mostra mais uma vez que não está na gastronomia a passeio. Além do D.O.M., único restaurante brasileiro com duas estrelas Michelin, do Dalva&amp;Dito, de comida brasileira, da Mercearia Dalva &amp; Dito, do Açougue Central – endereço que provocou uma onda de locais em São Paulo investindo em cortes considerados menos nobres – e dos boxes de produtos regionais brasileiros no Mercado de Pinheiros, ele agora anunciou que deve abrir um novo espaço.</p>
<p>Com inauguração programada para abril, em São Paulo mesmo, o local fica na rua Clodomiro Amazonas, 260. Na casa de 600 metros quadrados, Atala servirá comida natural, de derivados da mandioca a sucos, com o conceito de desperdício zero. Os clientes poderão pedir pratos à la carte, entre opções de grãos e grelhados, além de se terem à disposição um buffet de saladas.</p>
<p>No cardápio, bolos, queijos brasileiros, tapioca, açaí e, claro, frutas e vegetais, servidos do café-da-manhã ao jantar. Para completar a experiência, uma vendinha de orgânicos para levar os produtos para casa. Vem coisa boa por aí!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foto: Reprodução/Instagram</p>
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