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	<title>Arquivos mostra - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos mostra - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Um dia (artsy) na mostra de Ai Weiwei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 14:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do artista chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool. Artista conhecido no mundo todo como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do <a href="http://marciahamaoka.com/luiz-philippe-e-arte-que-engana-os-olhos/">artista</a> chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool.</div>
<div>Artista conhecido no mundo todo como um dos mais importantes da arte contemporânea, Ai Weiwei se autodenomina um ARCTIVIST (uma brincadeira com as palavras artista e ativista).</div>
<div>Atualmente, Ai Weiwei mora em Berlim, na Alemanha, pois já teve seu ateliê destruído três vezes na China. A razão? Uma das principais temáticas do seu trabalho é uma crítica voraz ao governo do país. Suas obras sempre trazem referências à cultura chinesa, como o crisântemo, o panda, a jade e a madeira. Outro elemento muito presente é a questão dos refugiados pelo mundo.</div>
<div>E tudo isso a gente pôde ver nas obras que estão na mostra da Oca, com curadoria de Marcello Dantas. Uma de suas obras mais icônicas, a “Dropping a Han Dynasty Urn” (deixando cair uma urna da Dinastia Han), veio ao Brasil. Trata-se de uma sequência de três fotos (imagem que abre esse post) que mostra a urna sendo intencionalmente jogada no chão. Detalhe: trata-se de um objeto de culto, pois estas urnas eram usadas em cerimônias há cerca de 2000 anos na Dinastia Han. Para fotografar a cena, Ai Weiwei conseguiu comprar algumas urnas, mas outras foram pintadas.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Sunflower Seeds”
</div>
<div></div>
<div>Difícil escolher a obra mais impactante entre as que vi, mas a &#8220;Sunflower Seeds” (2010) é impressionante pelo número de “sementes de girassol” feitas de cerâmica e pintadas uma a uma por 1600 artistas.</div>
<div>
 F.O.D.A., obra inspirada no Brasil
</div>
<div></div>
<div>Entre as obras inspiradas no Brasil, me chamou a atenção “F.O.D.A.”, que está à venda pela ArtEEdições e é composta por uma fruta-do-conde, uma ostra, um cacho de dendês e um abacaxi.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Forever Bicycles”
</div>
<div></div>
<div>Por fim, para fechar com chave de ouro, na saída da exposição está a obra gigante “Forever Bicycles”: são 1254 bicicletas que representam o trabalho autômato na China. Afinal, se não criticasse o governo chinês até o último minuto, não seria Ai Weiwei, né?</div>
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		<title>Nos bastidores com Hitchcock</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2018 21:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda falando em exposições bacanas em São Paulo, “Hitchcock – Bastidores do suspense”,  mostra em cartaz até o dia 21 de outubro no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, é programação imperdível para quem gosta de cinema e das histórias por trás dele. Com curadoria de André Sturm, cineasta e ex-diretor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://marciahamaoka.com/laura-lima-arte-slow-fashion/">Ainda falando</a></strong> em exposições bacanas em São Paulo, “Hitchcock – Bastidores do suspense”,  mostra em cartaz até o dia 21 de outubro no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, é programação imperdível para quem gosta de cinema e das histórias por trás dele.</p>
<p>Com curadoria de André Sturm, cineasta e ex-diretor do MIS, a exposição busca traçar um panorama da vida e obra do diretor, falecido em 1980, com uma cenografia imersiva e interativa, que propõe levar o visitante a um set de filmagem.</p>
<p></p>
<p>O objetivo é apresentar a faceta controladora e detalhista de um dos maiores diretores de cinema da história. Os bastidores de seus filmes têm muita história para contar porque o britânico cuidava de todas as etapas e processos de seus filmes, desde o pré-roteiro até a finalização e edição dos longas, passando pela direção de arte, direção de fotografia e até indicação de como seria o design do pôster e seu plano de divulgação.</p>
<p></p>
<p>A exposição sobre Hitchcock no MIS apresenta aspectos que tornaram suas obras audiovisuais grandes sucessos, com técnicas e elementos artísticos à frente do seu tempo. Desde uma grande coleção pessoal de fotos e manuscritos de Alfred Hitchcock, doados pela única filha do cineasta, Patrícia Hitchcock, e por sua neta, Tere O’Connell Nickel, até peças garimpadas em acervos pessoais e de instituições (como a CEDOC TV Cultura).</p>
<p>São manuscritos, storyboards, croquis de figurinos, cartazes e materiais de divulgação dos filmes, como kits de imprensa e matérias de jornais e revistas. Sem contar um rico material audiovisual, caso de trechos de filmes do início da carreira do diretor, que assina grandes clássicos dos anos 40, 50 e 60. Entre os destaques, “A sombra de uma dúvida”(1943), “Janela indiscreta” (1954), “Um corpo que cai” (1958), “Psicose” (1960) e “Os pássaros” (1963).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotos: Reprodução/Instagram @mis_sp</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Luiz Philippe e a arte que “engana os olhos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 12:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/mostra-de-luiz-philippe-no-rio-abre.jpg"></a></p>
<p>Luiz Philippe conviveu e trabalhou com Frans Krajcberg (falecido recentemente) na região de Itabirito, em Minas Gerais. Acabou se tornando conhecido por seu trabalho com minérios, terras e pigmentos e também por seu lado designer, em que produz imagens que “enganam” os olhos. &#8220;Enganar o olho&#8221;, em francês, significa trompe-l’oeil, estilo de arte que estampa as ruas das cidades da Riviera francesa.</p>
<p>“O trompe-l’oeil barroco informa o prazer lúdico das assemblages. Humor de um lado e nonsense de outro atravessam o perímetro das obras para aguçar-lhes o núcleo de atração. Uma dimensão outra que a do visí­vel e do cotidiano é o que o surrealismo persegue: Luiz Philippe a alcança, ao transitar, através de refinada manufatura, do estranhamento que a operação semiótica produz, inquietante e serena, contundente mas silen­ciosa, para o encantamento do objeto em si”, define o escritor, curador e ex-prefeito de Ouro Preto Angelo Oswaldo.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/O-artista-luiz-philippe.jpg"></a></p>
<p>Agora chegou a hora de os cariocas conhecerem melhor o trabalho de Luiz Philippe, que já vive por aqui desde os anos 80. É que no próximo dia 30 começa a mostra individual “Ilusionista”, na <a href="http://www.marciabarrozodoamaral.com.br" target="_blank">Galeria Marcia Barrozo do Amaral</a>. Em cartaz, uma série de trabalhos marcados pelo desvio da realidade através de trompe-l’oeil e falsas perspectivas.</p>
<p>A mostra reúne 17 esculturas e assemblages (entre peças únicas e múltiplos), inéditas em sua maioria. “Tirei o título da mostra de uma das obras que dá o conceito geral do meu trabalho. Eu lanço muito mão de perspectivas ilusórias. Gosto de criar situações que desviam as pessoas de seus pontos de vista normais. E isso funciona como janelas, como um preparo – ou melhor, um ‘despreparo’ &#8211; para que sejam enxergados outros aspectos simbólicos das peças”, resume o artista.</p>
<p>Entre os destaques da exposição estão a obra “Casa Imprópria”, onde um lar de madeira é trancado a cadeado, e a chave que o abre se encontra dentro do mesmo, “Equilibrista”, que apresenta o desafio de uma corda bamba, tendo uma caixa de madeira como vestimenta, e “Túnel”, uma ilusão de ótica de profundidade, que remete a antigos cubos de brinquedo, onde se tenta abrir um túnel.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/Minas-Terrestres.jpg"></a></p>
<p>Outro ponto alto da mostra é o múltiplo “Minas Terrestres” (acima), uma caixa de ferro em falsa perspectiva, de onde parece escorrer ouro. Este trabalho faz menção ao desastre ecológico ocorrido no município de Mariana, em 2015, quando uma barragem de uma mineradora se rompeu. “O duplo sentido do nome liga o potencial destruidor das minas terrestres a Minas Gerais. E o ouro simboliza a busca da riqueza a qualquer custo”, explica Luiz Philippe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Mostra &#8220;Ilusionista&#8221;, individual de Luiz Philippe</p>
<p>De 30 de novembro a dia 21 de dezembro de 2017</p>
<p>Galeria Marcia Barrozo do Amaral &#8211; Shopping Cassino Atlântico (Av Atlântica 4240, Copacabana), subsolo, sala 129.</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uma mostra para aficionados por automóveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 13:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fondation Cartier dedicada à arte contemporânea, um dos museus mais incríveis de Paris, traz agora uma mostra que promete agradar aficionados por automóveis. “Autophoto” é 100% sobre a relação entre fotografia e carros. “Desde sua invenção, o automóvel mudou nossa paisagem, estendeu nossos horizontes geográficos e alterou radicalmente nossa concepção de tempo e espaço, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/05/abre7.jpg"></a></p>
<p>A Fondation Cartier dedicada à arte contemporânea, um dos museus mais incríveis de Paris, traz agora uma mostra que promete agradar aficionados por automóveis. “Autophoto” é 100% sobre a relação entre fotografia e carros.</p>
<p>“Desde sua invenção, o automóvel mudou nossa paisagem, estendeu nossos horizontes geográficos e alterou radicalmente nossa concepção de tempo e espaço, influenciando até a prática da fotografia”, dizem os curadores Xavier Barral e Philippe Séclier, no site da fundação.</p>
<p>Organizada em séries, a exibição reúne 500 trabalhos de artistas históricos e contemporâneos do mundo todo, incluindo Jacques-Henri Lartigue, Lee Friedlander, Rosângela Renno e Yasuhiro Ishimoto.</p>
<p>Ângulos como os refletidos pelos espelhos retrovisores, cenários que têm como composição o design das estradas&#8230; tudo virou arte nas mãos destes fotógrafos. Para levar de lembrança, o catálogo da exposição (<a href="https://www.fondationcartier.com/#/en/art-contemporain/55/publications/289/publications/2873/autophoto/" target="_blank"><strong>à venda aqui</strong> </a> por 49 euros) inclui mais de 700 reproduções, uma história “alternativa” do design de automóveis e falas dos artistas participantes.</p>
<p>A mostra vai até 24 de setembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A arte de Cícero Dias no CCBB de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 14:54:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mostra “Cícero Dias – um percurso poético”, que começou no último dia 21, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, traz uma retrospectiva da obra do artista pernambucano que morreu em 2003 e construiu sua carreira entre o Brasil e a Europa. A exposição contextualiza sua história e evidencia sua relação com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/04/12.jpg"></a></p>
<p>A mostra “Cícero Dias – um percurso poético”, que começou no último dia 21, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, traz uma retrospectiva da obra do artista pernambucano que morreu em 2003 e construiu sua carreira entre o Brasil e a Europa.</p>
<p>A exposição contextualiza sua história e evidencia sua relação com poetas e intelectuais brasileiros, além de mostrar sua participação no circuito de arte europeu.  Além das obras, a mostra exibe também cartas, textos e fotos de Manuel Bandeira, Gilberto Freyre, Murilo Mendes, José Lins do Rego, Mário Pedrosa, Pierre Restany, Paul Éluard, Roland Penrose, Pablo Picasso e Alexander Calder, entre outros.</p>
<p>São mais de 120 obras de grandes coleções públicas e privadas brasileiras e de outros países como Austrália, China e França. Elas estão dispostas em três momentos, graças à curadoria de Denise Mattar e Sylvia Dias, filha do artista.</p>
<p>O primeiro traz o início de sua carreira, com aquarelas influenciadas pelo imaginário nordestino. O segundo marca sua ida à Europa, em 1937, e apresenta trabalhos feitos durante a 2ª Guerra Mundial, além de suas primeiras experimentações com a arte abstrata. Já no terceiro núcleo, percebe-se a importância em sua obra de pesquisas sobre uma arte mais geométrica e menos figurativa.</p>
<p>Programação imperdível, a mostra está no CCBB da Rua Álvares Penteado, número 112, no centro de São Paulo, e vai até o dia 3 de julho. A entrada é gratuita.</p>
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		<title>Paixão por relógios: a mostra da Patek Philippe vai a NY</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2016 13:40:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das mais tradicionais – e caras – relojoarias do planeta promete uma megaexposição para o ano que vem: segundo o jornal The New York Times, “The Art of Watches, Grand Exhibition New York 2017” deve trazer mais de 400 modelos em uma soma de centenas de milhares de dólares. A exposição, que já passou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/12/mostra-em-2015.jpg"></a></p>
<p>Uma das mais tradicionais – e caras – relojoarias do planeta promete uma megaexposição para o ano que vem: segundo o jornal The New York Times, “The Art of Watches, Grand Exhibition New York 2017” deve trazer mais de 400 modelos em uma soma de centenas de milhares de dólares.</p>
<p>A exposição, que já passou por Londres (na foto que abre este post), Dubai e Munique, deve começar no dia 13 de julho e ficar por 10 dias na mesma mansão renascentista italiana dos anos 20 onde fica o restaurante Cipriani, na 42nd Street. “Sempre estamos pensando em como atingir a geração dos 20 e poucos anos. Mesmo que eles não estejam financeiramente preparados para comprar um relógio de luxo, é legal envolvê-los e mostrar o que é a relojoaria e, especificamente, o que a Patek Philippe é”, explica Larry Pettinelli, presidente da marca.</p>
<p>Em Londres, a exibição atraiu mais de 40.000 visitantes. Em Nova York, por ficar menos tempo, espera trazer 20.000 pessoas para o espaço de 1.400 metros quadrados que vai contar a história da marca. Ao vivo, artesãos da marca vão mostrar técnicas de esmaltação, lapidação e gravação.</p>
<p>Entre os destaques do acervo, está um modelo de bolso do começo do século 20, que pertenceu ao banqueiro Henry Graves Jr. e ao fabricante de automóveis James Ward Packard. O relógio tinha uma “supercomplicação” e foi leiloado pela Sotheby’s em 2014 por US$24 milhões. Apenas uma das preciosidades que poderão ser conferidas in loco, em uma mostra de enlouquecer qualquer aficionado.</p>
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		<title>Esculturas de Lego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2016 12:37:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nathan Sawaya]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/10/ABRE.jpg"></a></p>
<p>Uma escultura do esqueleto de um tiranossauro Rex, com 6 metros de altura, composta de mais de 80.000 bloquinhos de Lego é o maior destaque da exposição “The Art of the Brick”, em cartaz na Oca, dentro do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, até o dia 30 de outubro.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/10/4.jpg"></a></p>
<p>A mostra depois segue para o Rio e a obra é do artista americano Nathan Sawaya, um advogado americano que trocou o mundo corporativo pelos bloquinhos de Lego que gostava de montar para desestressar quando chegava em casa depois de um dia puxado. Em 2002, ele transformou o hobby em profissão e hoje acumula prêmios e exposições mundo afora.</p>
<p>Sua arte, que combina elementos contemporâneos e um espírito surrealista, mescla cenas do cotidiano, como um homem nadando ou fazendo uma selfie, com a reprodução de obras bem conhecidas, como “O Pensador” de Rodin, “O Grito” de Edvard Munch e “O Beijo” de Gustav Klimt.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/10/3.jpg"></a></p>
<p>Uma curiosidade? Nathan não encomenda as peças para a Lego, ele usa apenas a diversidade de formas, tamanhos e cores que qualquer consumidor pode encontrar nas lojas. Assim, quer mostrar que esta é uma forma acessível de produzir arte, e que qualquer um pode fazer, uma das bandeiras que tem levantado ao longo de sua carreira. E você? Conseguiria?</p>
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		<title>Veja o que esperar da Art Rio 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2016 11:57:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[arte brasileira]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/09/ABRE9.jpg"></a></p>
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<p>Começou ontem nos armazéns 2, 3 e 4, do Pier Mauá a sexta edição da Art Rio, a Feira Internacional de Arte do Rio de Janeiro. Este ano, o evento vai reunir 73 galerias de arte moderna e contemporânea, divididas nas mostras ‘Panorama” e “Vista”. Dezenove galerias participam pela primeira vez da feira em 2016, sendo 11 brasileiras e as demais vindo de Argentina, Alemanha e Estados Unidos.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/09/FullSizeRender.jpg"></a></p>
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<p>As galerias americanas estreantes são a Gary Nader (de Miami e Nova York) e a Rudolf Budja Gallery, de Miami. Além disso, a David Zwirner Gallery (de Nova York) volta ao Rio pelo quinto ano consecutivo e a Other Criteria (de Nova York e Londres), fundada pelo artista visual inglês, Damien Hirst, participa pelo segundo ano.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/09/FullSizeRender-21.jpg"></a></p>
<p>Uma das participantes da mostra “Vista” é a carioca Um Galeria de Arte. Inaugurada em dezembro passado, em Ipanema, o espaço vai exibir na feira de arte obras do mesmo Damien Hirst, e também de Roberto Burle Marx, Manfredo de Souzanetto, Fabiano Al Makul, Armarinhos Teixeira, Rodrigo de Castro, Tomie Ohtake e Victor Vasarely.</p>
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<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/09/IMG_3608.jpg"></a></p>
<p>Outro destaque da Art Rio é a Graphos: Brasil, galeria fundada em 2012 por Ricardo Duarte, que tem um stand dedicado à arte brasileira. Nas paredes, trabalhos de Aluísio Carvão, Antonio Dias, Antonio Maluf, Claudio Tozzi, Ivan Serpa, Joaquim Tenreiro, Raymundo Colares, Ubi Bava, entre outros. O evento está imperdível e vai até 2 de outubro.</p>
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