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	<title>Arquivos historia da moda - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos historia da moda - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Em tempos de chuva, trench coat</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2017 12:48:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Janeiro não é só época de calor, mas também daquela chuva repentina que pode por qualquer elegância a perder. E aí entra em cena o trench coat, casaco criado por Thomas Burberry inspirado nas vestimentas dos soldados durante a Primeira Guerra. Esse vídeo conta a história de maneira romântica, em uma megaprodução da marca britânica: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/01/abre4.jpg"></a></p>
<p>Janeiro não é só época de calor, mas também daquela chuva repentina que pode por qualquer elegância a perder. E aí entra em cena o trench coat, casaco criado por Thomas Burberry inspirado nas vestimentas dos soldados durante a Primeira Guerra. Esse vídeo conta a história de maneira romântica, em uma megaprodução da marca britânica:</p>
<p><a href="http://https://www.youtube.com/watch?v=S2u8kAYsBNc">A história do trench coat</a></p>
<p>Desde então, o trench coat se tornou sinônimo de peça masculina chic e utilitária, graças a sua matéria-prima, o gabardine, variação delicada de uma lona impermeável. Leve, ele não tem forro e por isso não cria volumes extras no corpo, por isso é ideal para sobreposições.</p>
<p>Então, fique atento às dicas da especialista em imagem Márcia Hamaoka na hora de escolher o seu:</p>
<p>Escolha cores clássicas, como preto, cinza, marinho e bege.</p>
<p>Em looks sociais, você pode usar o trench coat fechado, apenas com o colarinho da camisa e a gravata à mostra. Ou aberto se estiver em trânsito.</p>
<p>Já em looks esportivos, combine-o ao seu jeans favorito, com camiseta ou camisa e tênis social (não aquele para prática de esportes, claro) ou sapato com solado de borracha.</p>
<p>E você encontra mais inspirações de como usar seu trench coat <a href="https://www.pinterest.com/21graus/" target="_blank"><strong>aqui, no Pinterest do 21 Graus</strong></a>. Curta a gente por lá!</p>
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		<title>Como apostar no estilo 50’s</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 21:07:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das décadas mais efervescentes da moda, os anos 50 refletem a alegria do pós-guerra e são muito inspiradoras para que os homens se vistam com elegância, em diversos estilos. Entenda: Para começar, a economia se recuperava e a alfaiataria ganhava o centro das atenções. Um tal de Giorgio Armani trabalhou nove anos na tradicional [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;">Uma das décadas mais efervescentes da moda, os anos 50 refletem a alegria do pós-guerra e são muito inspiradoras para que os homens se vistam com elegância, em diversos estilos. Entenda:</span></p>
<p>Para começar, a economia se recuperava e a alfaiataria ganhava o centro das atenções. Um tal de Giorgio Armani trabalhou nove anos na tradicional grife Cerutti, fundada por Giane, na foto abaixo. Nem precisamos falar que sem uma boa alfaiataria um homem de estilo não pode viver.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/08/Cerutti.jpg"></a></p>
<p>Paralelamente, ícones rebeldes, como Elvis Presley, James Dean e Marlon Brando criavam uma estética divertida e sexy, com direito a muito couro, jaquetas bomber e jeans surrado.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/08/James-Dean.jpg"></a></p>
<p>Os anos 50 também representam o surgimento da estética preppy, que foi difundida por universitários americanos, em um misto de formalidade e descontração. Pense no estilo hoje consagrado por Tommy Hilfiger: camisetas polo, camisas ajustadas e coloridas e suétes combinadas a calças – ou bermudas – chino. Na paleta de cores, azul navy, verde-bandeira e vermelho escarlate dividem o centro das atenções.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/08/Preppy.jpg"></a></p>
<p>Os ternos de abotoadura dupla (em inglês double-breasted) vieram para variar os looks mais formais – e hoje a gente vê muito no street style: está ressurgindo com força total. Mas esse terno precisa ter caimento perfeito para não parecer que você emprestou a roupa do vovô: nem muito justo nem – muito menos – largo.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/08/terno-1.jpg"></a></p>
<p>E o acessório da década, sem dúvida, foi o chapéu Fedora: todo verdadeiro gentleman tinha o seu, pois era o que as telas do cinema mostravam. No dia a dia ou com um terno mais arrumado, continua sendo uma opção de acessório bem charmosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>RIP Elio Fiorucci</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 22:39:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mundo da moda está de luto com a morte do fundador da divertida marca dos anjinhos. Hit absoluto nos anos 70 e 80, a Fiorucci abalou as estruturas da tradicionalíssima Milão com um sabor de moda de rua, que já tomava conta de cidades como Londres. Trendsetter nato, Elio, que não desenhava, contratava os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/07/anjo.jpg"></a></p>
<p>O mundo da moda está de luto com a morte do fundador da divertida marca dos anjinhos. Hit absoluto nos anos 70 e 80, a Fiorucci abalou as estruturas da tradicionalíssima Milão com um sabor de moda de rua, que já tomava conta de cidades como Londres. Trendsetter nato, Elio, que não desenhava, contratava os designers mais ousados para desenvolver coleções com o frescor do estilo antenado dos mais jovens. Não por acaso, a sua foi a marca que levou os jeans para as pistas de discoteca, dando um toque pop à peça que até hoje é ícone.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/07/etiqueta.jpg"><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/07/jeans.jpg"></a></a></p>
<p>Entre as inovações de Fiorucci está também a primeira concept store: além de roupas, as lojas vendiam livros, revistas do mundo todo, e objetos de design super divertidos. O investimento em design, aliás, ia além das vitrines. A marca deixou saudade com seus posters, agendas e as etiquetas de anjinhos. Vários deles assinados por nomes como Andy Warhol, Keith Haring e Basquiat.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/07/loura.jpg"></a></p>
<p>A Fiorucci marcou época também aqui no Brasil, capitaneada por Glorinha Kalil. A loja carioca, na praça da Paz, era um templo do estilo, uma verdadeira festa. Os vendedores eram eficientes e charmosos, e as vitrines, um show à parte. A consultora lamentou a morte do ex parceiro em seu blog, celebrando o lifestyle desse visionário que adorava se divertir e curtir a vida e que levava essa alegria de viver para sua marca. Partilhamos do desejo dela de que os anjinhos o levem para algum lugar bem divertido!</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/07/gkalilFiorucci.jpg"></a></p>
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		<title>RIP: Carlos Falchi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2015 18:24:13 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/vintagebag.jpeg"></a> <a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/praia.jpg"></a></p>
<p>Hoje é comum ver brasileiros no circuito fashion internacional. Mas muito antes da explosão das super modelos como Gisele Bündchen e Alessandra Ambrosio e mesmo de designers como Francisco Costa, Carlos Falchi já brilhava nas ruas, clubes e publicações de moda de Nova York. Desde os anos 60, o nome do mineiro de Belo Horizonte, morto no fim de março, circula pelas rodas da Big Apple. Foi nessa época que ele desembarcou em Manhattan, após um período no Colégio Militar e uma passagem pelos Correios, onde começou a desenvolver seu lado artístico desenhando selos.</p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/maxs.jpeg"></a> Lou Reed, Jagger &amp; Bowie: uma noite qualquer no Max&#8217;s Kansas City
<p>A chegada aos Estados Unidos foi igual a de tantos outros imigrantes, e o jovem Carlos foi trabalhar limpando mesas numa boate. O nightclub, porém, não era qualquer um e sim o lendário Max’s Kansas City, playground da turma de Andy Warhol e do Velvet Underground e um dos berços da onda americana do punk e do new wave. Em pouco tempo Falchi estava desenhando roupas para Patti Smith, Mick Jagger, Tina Turner e Miles Davis que, atraídos pelos looks do rapaz, queriam peças semelhantes. Sem nenhum preparo técnico, Carlos trabalhava com couro e peles, tingindo o material na banheira de casa e costurando tudo a mão. Ao selecionar itens para apresentar à tradicionalíssima Henri Bendel, recebeu um conselho decisivo da executiva da loja, Geraldine Stutz: foco nas bolsas!</p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/057-jimi-hendrix-theredlist.jpg"></a> Em sua apresentação histórica em Woodstock, Hendrix vestiu jaqueta by Falchi
<p>A dica mudou a vida de Falchi, que transformou suas criações em objeto de desejo dos antenados, ricos e famosos. Suas bolsas estão à venda nos pontos mais nobres e figuram no acervo do MET, em Nova York. Suas estampas de pele de animais com jeito de patchwork chique viraram clássicos, chegando a ser vendidas por alguns milhares de dólares. Radicado definitivamente nos Estados Unidos, recebeu diversos prêmios internacionais, sempre mantendo seu estilo. No vídeo abaixo, feito para o centenário da Neiman Marcus, o designer conta (em inglês) um pouco da sua história empreendedora e vitoriosa. RIP.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2UlgEJJEXKM" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>História da moda: Prada</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2015 19:20:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O início não podia ser mais tradicional: aberta pelo signore Mario Prada, em 1913, na mítica Galleria Vittorio Emanuele, em Milão, a marca já nasceu com a aura da exclusividade e excelência. Produzindo malas de couro, baús e outros acessórios de luxo, em poucos anos era escolhida a fornecedora oficial da família real italiana, conquistando de vez [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[ Mario Prada
<p style="text-align: left;">O início não podia ser mais tradicional: aberta pelo <em>signore</em> Mario Prada, em 1913, na mítica Galleria Vittorio Emanuele, em Milão, a marca já nasceu com a aura da exclusividade e excelência. Produzindo malas de couro, baús e outros acessórios de luxo, em poucos anos era escolhida a fornecedora oficial da família real italiana, conquistando de vez a elite europeia do início do século passado. Nos anos 1950, a casa desenvolveu um tipo especial de nylon mais nobre, que solidificou a imagem de sofisticação e excelente matéria prima. Esse material daria origem à mochila ícone, que marcaria a virada da Prada nos anos 1980.</p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p>E esse renascimento da marca viria pelas mãos da neta mais nova de Mario Prada, Miuccia, uma ótima supresa para a família e para o mercado. Com passagem pelo partido comunista, uma formação em mímica (!) e um PHD em ciência política, a hoje todo poderosa da Prada não era exatamente a escolha óbvia para herdar o negócio da família. Mas com a veia empreendedora forte, uniu-se ao Patrizio Bertelli, businessman ligado ao mercado do couro e dedicou-se ao design de peças que se tornariam verdadeiros clássicos. A primeira foi exatamente a já citada mochila, que ganhou o mundo em 1985 com o nylon diferenciado e uma aplicação sutilmente elegante do logotipo, discreta, em contraste com as etiquetas gigantescas de boa parte da concorrência.</p>
<p></p>
<p>A abertura de uma nova loja na Via della Spiga in Milan ajudou a sedimentar a virada para a era Miuccia. Combinando elementos tradicionais com uma arquitetura contemporânea, já trazia o verde que até hoje dá o tom das filias em todo o mundo. Em pouco tempo novas unidades foram sendo abertas internacionalmente: Madri, Nova York, Paris, Tóquio&#8230; As peças da Prada se tornaram objeto de desejo fashion e não só pelas bolsas: em 1998 a marca lançou uma linha feminina, fazendo de Miuccia Prada uma das designer mais festejadas (e copiadas) do planeta. Em 92, foi lançada a Miu Miu, linha mais acessível, baseada no guarda roupa pessoal da estilista, usando seu apelido como nome.</p>
<p></p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/fondazione.jpg"></a> Fondazione Prada<br />Foto: Marcia Hamaoka
<p>Na mesma década, ela e o agora marido Bertelli criaram a Fondazione Prada, incentivadora da arte contemporânea, cuja sede 21-Graus visitou no ano passado. Pouco depois, o casal se aventurou na criação de um portfólio de grandes marcas, como a Gucci e a LVMH mas acabou retraindo em 2001. O movimento, porém, foi de ajuste, e não de prejuízo. A Prada é uma das poucas marcas globais ainda independentes, controlada pela família do fundador. Miuccia voltou à lista dos bilionários da Forbes em 2012 e está muito bem, obrigada. Fiel a uma moda que não faz concessões à vulgaridade para ser sexy, tampouco admite parcerias com cadeias populares como alguns concorrentes que às vezes desenham uma coleção para H&amp;M e similares. Segundo Miuccia, não vale a pena fazer cópias mal acabadas de suas peças para vender por um valor menor. Palavras de quem sabe se posicionar com a certeza da qualidade.</p>
<p></p>
<p>O post <a href="https://marciahamaoka.com/historia-da-moda-prada/">História da moda: Prada</a> apareceu primeiro em <a href="https://marciahamaoka.com">Marcia Hamaoka</a>.</p>
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		<title>Sapatos através da história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2015 19:58:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Acompanhar a evolução da moda é uma excelente forma de se conhecer um pouco mais da história das ﻿sociedades. E apesar de ser uma peça identificada principalmente com as mulheres, os sapatos masculinos ajudam a compor um panorama de diversas épocas, como mostra essa ilustração da artista americana Jamie Azimova, publicada pela Esquire. Retratando calçados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhar a evolução da moda é uma excelente forma de se conhecer um pouco mais da história das ﻿sociedades. E apesar de ser uma peça identificada principalmente com as mulheres, os sapatos masculinos ajudam a compor um panorama de diversas épocas, como mostra essa ilustração da artista americana Jamie Azimova, publicada pela Esquire.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/03/spatoshistória.jpg"></a></p>
<p>Retratando calçados usados desde o século XVI, como o escaffignon francês, o desenho passeia por botas, mules, pantufas e plataformas até chegar aos tênis, já assimilados nos pés mesmo fora da prática esportiva. Observando semelhanças e diferenças, percebemos por exemplo a permanência das botas, das barrocas às punks da Doc. Martens. Os sapatos bicolores do século passado também marcam presença em duas versões.&nbsp;</p>
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