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	<title>Arquivos exposição - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos exposição - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Um dia (artsy) na mostra de Ai Weiwei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 14:49:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do artista chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool. Artista conhecido no mundo todo como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do <a href="http://marciahamaoka.com/luiz-philippe-e-arte-que-engana-os-olhos/">artista</a> chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool.</div>
<div>Artista conhecido no mundo todo como um dos mais importantes da arte contemporânea, Ai Weiwei se autodenomina um ARCTIVIST (uma brincadeira com as palavras artista e ativista).</div>
<div>Atualmente, Ai Weiwei mora em Berlim, na Alemanha, pois já teve seu ateliê destruído três vezes na China. A razão? Uma das principais temáticas do seu trabalho é uma crítica voraz ao governo do país. Suas obras sempre trazem referências à cultura chinesa, como o crisântemo, o panda, a jade e a madeira. Outro elemento muito presente é a questão dos refugiados pelo mundo.</div>
<div>E tudo isso a gente pôde ver nas obras que estão na mostra da Oca, com curadoria de Marcello Dantas. Uma de suas obras mais icônicas, a “Dropping a Han Dynasty Urn” (deixando cair uma urna da Dinastia Han), veio ao Brasil. Trata-se de uma sequência de três fotos (imagem que abre esse post) que mostra a urna sendo intencionalmente jogada no chão. Detalhe: trata-se de um objeto de culto, pois estas urnas eram usadas em cerimônias há cerca de 2000 anos na Dinastia Han. Para fotografar a cena, Ai Weiwei conseguiu comprar algumas urnas, mas outras foram pintadas.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Sunflower Seeds”
</div>
<div></div>
<div>Difícil escolher a obra mais impactante entre as que vi, mas a &#8220;Sunflower Seeds” (2010) é impressionante pelo número de “sementes de girassol” feitas de cerâmica e pintadas uma a uma por 1600 artistas.</div>
<div>
 F.O.D.A., obra inspirada no Brasil
</div>
<div></div>
<div>Entre as obras inspiradas no Brasil, me chamou a atenção “F.O.D.A.”, que está à venda pela ArtEEdições e é composta por uma fruta-do-conde, uma ostra, um cacho de dendês e um abacaxi.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Forever Bicycles”
</div>
<div></div>
<div>Por fim, para fechar com chave de ouro, na saída da exposição está a obra gigante “Forever Bicycles”: são 1254 bicicletas que representam o trabalho autômato na China. Afinal, se não criticasse o governo chinês até o último minuto, não seria Ai Weiwei, né?</div>
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		<title>Minhas impressões da Art Rio 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 21:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabou ontem a edição 2018 da Art Rio, que foi um respiro nesse momento tenso que a gente vive no país, especialmente no Rio de Janeiro. O clima estava agradável em todos os sentidos. E a feira, que reuniu 48.000 pessoas, me pareceu um pouco menor que a do ano passado, mas seu formato estava [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acabou ontem a edição 2018 da <strong><a href="https://marciahamaoka.com/veja-o-que-esperar-da-art-rio-2016/">Art Rio</a></strong>, que foi um respiro nesse momento tenso que a gente vive no país, especialmente no Rio de Janeiro. O clima estava agradável em todos os sentidos. E a feira, que reuniu 48.000 pessoas, me pareceu um pouco menor que a do ano passado, mas seu formato estava mais convidativo. O layout parecia mais amplo e me passou essa impressão.</p>
<p>Também achei os trabalhos mais consistentes que os do ano passado. A Marina da Glória tem uma vista de tirar o fôlego e quem foi à Art Rio ainda presenciou a lua cheia refletida no mar: um escândalo de bonita!</p>
<p>Nos corredores, a gente cruzava com pessoas bonitas, elegantes e talentosas, e apreciava obras apaixonantes. Alguns artistas que eu admiro muito estavam expondo por lá e eu selecionei aqui obras que são um verdadeiro sonho de consumo para ter em um ateliê ou escritório de moda. Puro estilo!</p>
 Obra &#8220;Athena&#8221;, de Vanderlei Lopes
<p>&nbsp;</p>
 Obra de Paulo Climachauska
<p>&nbsp;</p>
 &#8220;Em volta tudo é cinza&#8221;, de Efrain Almeida
<p>&nbsp;</p>
 Obra de Wanda Pimentel
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		<title>Nos bastidores com Hitchcock</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2018 21:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda falando em exposições bacanas em São Paulo, “Hitchcock – Bastidores do suspense”,  mostra em cartaz até o dia 21 de outubro no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, é programação imperdível para quem gosta de cinema e das histórias por trás dele. Com curadoria de André Sturm, cineasta e ex-diretor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://marciahamaoka.com/laura-lima-arte-slow-fashion/">Ainda falando</a></strong> em exposições bacanas em São Paulo, “Hitchcock – Bastidores do suspense”,  mostra em cartaz até o dia 21 de outubro no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, é programação imperdível para quem gosta de cinema e das histórias por trás dele.</p>
<p>Com curadoria de André Sturm, cineasta e ex-diretor do MIS, a exposição busca traçar um panorama da vida e obra do diretor, falecido em 1980, com uma cenografia imersiva e interativa, que propõe levar o visitante a um set de filmagem.</p>
<p></p>
<p>O objetivo é apresentar a faceta controladora e detalhista de um dos maiores diretores de cinema da história. Os bastidores de seus filmes têm muita história para contar porque o britânico cuidava de todas as etapas e processos de seus filmes, desde o pré-roteiro até a finalização e edição dos longas, passando pela direção de arte, direção de fotografia e até indicação de como seria o design do pôster e seu plano de divulgação.</p>
<p></p>
<p>A exposição sobre Hitchcock no MIS apresenta aspectos que tornaram suas obras audiovisuais grandes sucessos, com técnicas e elementos artísticos à frente do seu tempo. Desde uma grande coleção pessoal de fotos e manuscritos de Alfred Hitchcock, doados pela única filha do cineasta, Patrícia Hitchcock, e por sua neta, Tere O’Connell Nickel, até peças garimpadas em acervos pessoais e de instituições (como a CEDOC TV Cultura).</p>
<p>São manuscritos, storyboards, croquis de figurinos, cartazes e materiais de divulgação dos filmes, como kits de imprensa e matérias de jornais e revistas. Sem contar um rico material audiovisual, caso de trechos de filmes do início da carreira do diretor, que assina grandes clássicos dos anos 40, 50 e 60. Entre os destaques, “A sombra de uma dúvida”(1943), “Janela indiscreta” (1954), “Um corpo que cai” (1958), “Psicose” (1960) e “Os pássaros” (1963).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotos: Reprodução/Instagram @mis_sp</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Laura Lima, o espaço sideral e o slow fashion</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Aug 2018 14:26:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho da mineira Laura Lima tem chamado muito minha atenção ultimamente. Em junho, quando estive em Milão (não viu? Clique aqui!), eu tive a oportunidade de ver a exposição da artista na Fondazione Prada, que vai até 22 de outubro. Com o projeto “Horse Takes King”, Laura Lima apresentou um experimento excêntrico em que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho da mineira Laura Lima tem chamado muito minha atenção ultimamente. Em junho, quando estive em Milão (não viu? <strong><a href="https://marciahamaoka.com/os-destaques-da-semana-de-moda-masculina-de-milao/">Clique aqui!</a></strong>), eu tive a oportunidade de ver a exposição da artista na Fondazione Prada, que vai até 22 de outubro.</p>
 Mostra de Laura Lima na Fondazione Prada
<p>Com o projeto “Horse Takes King”, Laura Lima apresentou um experimento excêntrico em que buscava alterar os sentidos do espectador, instalando na Cisterna do museu três grandes esculturas para expressar um sistema taxonômico que remete ao absurdo. Nesse sentido, “Bird” (2016), “Pendulum” (2018) e “Telescope” (2018) se apresentam ao observador como um sistema gravitacional com uma configuração em linha reta de três corpos celestes.</p>
<p>Para quem quiser conhecer de perto o trabalho de Laura Lima, mas não tiver uma viagem marcada para a Itália, a Pinacoteca de São Paulo traz uma mostra da artista até o dia 8 de outubro. Intitulada de “Alfaiataria”, a exposição acontece ao vivo. Ou seja, à medida em que as obras vão sendo realizadas, elas são penduradas no octógono, onde já se apresentaram artistas importantes do cenário das artes. As molduras de Laura me fizeram lembrar de um tríptico que vi e quase comprei na Art Basel de Miami em 2013.</p>
<p></p>
<p>Os alfaiates que trabalham na mostra são formados pela Associação dos Alfaiates de São Paulo. Eu adorei a ideia porque é uma valorização de profissionais novos no mercado graças ao slow fashion, que está em alta por trazer uma reflexão sobre o tempo e o valor do trabalho.</p>
<p></p>
<p>Além do mais, curti porque achei muito diferente ver essa contemporaneidade ao lado de obras de artistas célebres como Tarsila do Amaral, Guignard, Pancetti e Brecheret. Vale a visita.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição imperdível sobre futebol em Florença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 16:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E já sabemos qual será a final da Copa do Mundo da Rússia. A decisão do campeonato de futebol ficará entre França – nossos algozes em 1998 – e a Croácia, quem diria. Sim, a Croácia é o maior símbolo da Copa das zebras, com placares inacreditáveis e uma ausência mais que sentida: a Itália. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E já sabemos qual será a final da Copa do Mundo da Rússia. A decisão do campeonato de futebol ficará entre França – nossos algozes em 1998 – e a Croácia, quem diria. Sim, a Croácia é o maior símbolo da Copa das zebras, com placares inacreditáveis e uma ausência mais que sentida: a Itália.</p>
<p>Tão apaixonados quanto os brasileiros, os italianos ficaram arrasados com o fato de não terem passado das eliminatórias e até uma exposição fizeram para homenagear os fãs da Azzurra. Em cartaz até 22 de julho no Complesso di Santa Maria Novella, em Florença, a mostra “Fanatic Feelings: Fashion Plays Football” foi lançada junto com o <a href="https://marciahamaoka.com/o-melhor-do-pitti-uomo-2018/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pitti Uomo</strong></a> e está imperdível, não só para quem gosta do esporte. Isso porque ela relaciona moda e futebol.</p>
<p></p>
<p>Com curadoria de Markus Ebner, fundador das revistas de moda alemãs Achtung Mode e Sepp Football Fashion, e Francesco Bonami, crítico de arte contemporânea, a mostra é uma apresentação multimidiática das relações entre os dois universos.</p>
<p></p>
<p>A começar pelo impacto do futebol no universo da moda masculina – com a fusão entre alfaiataria e sportswear – e seguindo pelas celebridades, a exposição traz um panorama bem interessante. Quer ver?</p>
<p></p>
<p>Não é de hoje que designers criam coleções inteiras inspiradas no esporte, nem que os jogadores de futebol ocupam a primeira fila em desfiles de moda ou até estrelam como modelos em campanhas. Pois é. Para mostrar isso, ilustrações de Karl Lagerfeld e Hiroshi Tanabe de jogadores de futebol famosos se combinam aos ricos arquivos da revista Sepp Football Fashion, de 2002 a 2018, com jogadores como Kaká, Edinson Cavani, Jérôme Boateng ou Mesut Özil. Também é bacana a apresentação do documentário “Zidane: Um retrato do século 21”.</p>
<p></p>
<p>A exposição também traça a vida de ícones de futebol e entusiastas da moda, como George Best, Eric Cantona ou Gigi Meroni, que ajudaram a criar laços estreitos entre o futebol e os looks masculinos. E uma seção especial de fotos de street style destacará David Beckham, Neymar e Franck Ribéry em suas roupas de lazer. É claro que também tem um espaço para a seleção italiana, a Azzurra, em uma sala que celebra a história, a tradição e os valores do futebol italiano. Fanáticos não podem perder.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Arquitetura em mostra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2018 13:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Galeria da Universidade das Artes de Bournemouth (AUB) em colaboração com a Faculdade de Arte, Design e Arquitetura da Universidade e Zaha Hadid Architects (ZHA) apresentam a mostra “Zaha Hadid Architects: Evolution”, uma exposição que explora como o estúdio da falecida arquiteta iraquiana desenvolveu seus processos de design ao longo da últimos trinta anos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2018/02/Zah-Hadid-exposição.jpg"></a></p>
<p>A Galeria da Universidade das Artes de Bournemouth (AUB) em colaboração com a Faculdade de Arte, Design e Arquitetura da Universidade e Zaha Hadid Architects (ZHA) apresentam a mostra “Zaha Hadid Architects: Evolution”, uma exposição que explora como o estúdio da falecida arquiteta iraquiana desenvolveu seus processos de design ao longo da últimos trinta anos para criar alguns dos edifícios mais criativos do mundo.</p>
<p>Apresentando o arquivo de design completo de um edifício criado pelo ZHA &#8211; o Centro de Arte Contemporânea em Cincinnati, EUA &#8211; juntamente com projetos atuais que usam processos de design digital, como realidade virtual, a exposição descreve a jornada do escritório de arquitetura ao passar dos métodos analógicos para os digitais.</p>
<p>Cada um dos projetos baseia-se em mais de trinta anos de exploração e pesquisa nos campos de urbanismo, arquitetura e design. A exposição detalha a progressão do trabalho dos arquitetos: desde os primórdios desconstrutivistas de Zaha Hadid até a fluidez dos projetos atuais apresentados na forma de impressões 3D.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2018/02/ZHA_Lois-and-Richard-Rosenthal-Center-for-Contemporary-Art-Cincinatti_Relief-model-1997-2003.jpg"></a></p>
<p>Através de modelos feitos à mão, esboços, desenhos, renderizações de computador, animações, pinturas, modelos impressos em 3D, protótipos e vídeos, a exposição oferece uma visão das diferentes mídias que desempenharam um papel fundamental no desenvolvimento de projetos em toda a história do escritório ZHA.</p>
<p>A mostra, com curadoria de Christian McLening e Woody Yao, vai até o dia 19 de abril.</p>
<p>O post <a href="https://marciahamaoka.com/arquitetura-em-mostra/">Arquitetura em mostra</a> apareceu primeiro em <a href="https://marciahamaoka.com">Marcia Hamaoka</a>.</p>
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		<title>Luiz Philippe e a arte que “engana os olhos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 12:45:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Luiz Philippe conviveu e trabalhou com Frans Krajcberg (falecido recentemente) na região de Itabirito, em Minas Gerais. Acabou se tornando conhecido por seu trabalho com minérios, terras e pigmentos e também por seu lado designer, em que produz imagens que “enganam” os olhos. &#8220;Enganar o olho&#8221;, em francês, significa trompe-l’oeil, estilo de arte que estampa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/mostra-de-luiz-philippe-no-rio-abre.jpg"></a></p>
<p>Luiz Philippe conviveu e trabalhou com Frans Krajcberg (falecido recentemente) na região de Itabirito, em Minas Gerais. Acabou se tornando conhecido por seu trabalho com minérios, terras e pigmentos e também por seu lado designer, em que produz imagens que “enganam” os olhos. &#8220;Enganar o olho&#8221;, em francês, significa trompe-l’oeil, estilo de arte que estampa as ruas das cidades da Riviera francesa.</p>
<p>“O trompe-l’oeil barroco informa o prazer lúdico das assemblages. Humor de um lado e nonsense de outro atravessam o perímetro das obras para aguçar-lhes o núcleo de atração. Uma dimensão outra que a do visí­vel e do cotidiano é o que o surrealismo persegue: Luiz Philippe a alcança, ao transitar, através de refinada manufatura, do estranhamento que a operação semiótica produz, inquietante e serena, contundente mas silen­ciosa, para o encantamento do objeto em si”, define o escritor, curador e ex-prefeito de Ouro Preto Angelo Oswaldo.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/O-artista-luiz-philippe.jpg"></a></p>
<p>Agora chegou a hora de os cariocas conhecerem melhor o trabalho de Luiz Philippe, que já vive por aqui desde os anos 80. É que no próximo dia 30 começa a mostra individual “Ilusionista”, na <a href="http://www.marciabarrozodoamaral.com.br" target="_blank">Galeria Marcia Barrozo do Amaral</a>. Em cartaz, uma série de trabalhos marcados pelo desvio da realidade através de trompe-l’oeil e falsas perspectivas.</p>
<p>A mostra reúne 17 esculturas e assemblages (entre peças únicas e múltiplos), inéditas em sua maioria. “Tirei o título da mostra de uma das obras que dá o conceito geral do meu trabalho. Eu lanço muito mão de perspectivas ilusórias. Gosto de criar situações que desviam as pessoas de seus pontos de vista normais. E isso funciona como janelas, como um preparo – ou melhor, um ‘despreparo’ &#8211; para que sejam enxergados outros aspectos simbólicos das peças”, resume o artista.</p>
<p>Entre os destaques da exposição estão a obra “Casa Imprópria”, onde um lar de madeira é trancado a cadeado, e a chave que o abre se encontra dentro do mesmo, “Equilibrista”, que apresenta o desafio de uma corda bamba, tendo uma caixa de madeira como vestimenta, e “Túnel”, uma ilusão de ótica de profundidade, que remete a antigos cubos de brinquedo, onde se tenta abrir um túnel.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/Minas-Terrestres.jpg"></a></p>
<p>Outro ponto alto da mostra é o múltiplo “Minas Terrestres” (acima), uma caixa de ferro em falsa perspectiva, de onde parece escorrer ouro. Este trabalho faz menção ao desastre ecológico ocorrido no município de Mariana, em 2015, quando uma barragem de uma mineradora se rompeu. “O duplo sentido do nome liga o potencial destruidor das minas terrestres a Minas Gerais. E o ouro simboliza a busca da riqueza a qualquer custo”, explica Luiz Philippe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Mostra &#8220;Ilusionista&#8221;, individual de Luiz Philippe</p>
<p>De 30 de novembro a dia 21 de dezembro de 2017</p>
<p>Galeria Marcia Barrozo do Amaral &#8211; Shopping Cassino Atlântico (Av Atlântica 4240, Copacabana), subsolo, sala 129.</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Duas vezes Damien Hirst</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 15:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Bienal de Veneza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 57ª Biennale de Veneza, que tem como tema VIVA ARTE VIVA, está quase acabando, mas você ainda tem um mês inteirinho para apreciar as obras de 120 artistas, espalhadas pelos Jardins da Bienal, pelo edifício Arsenale e pelo centro histórico da cidade, além de 23 eventos paralelos. Com uma mostra dessa proporção, o difícil é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 57ª <a href="http://www.labiennale.org/it" target="_blank">Biennale de Veneza</a>, que tem como tema <em>VIVA ARTE VIVA</em>, está quase acabando, mas você ainda tem um mês inteirinho para apreciar as obras de 120 artistas, espalhadas pelos Jardins da Bienal, pelo edifício Arsenale e pelo centro histórico da cidade, além de 23 eventos paralelos.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-11.jpg"></a></p>
<p>Com uma mostra dessa proporção, o difícil é escolher as prioridades. Eu, particularmente, gostei muito da exposição dupla de Damien Hirst que, por sinal, é paralela à Biennale. O artista britânico ficou conhecido por obras icônicas e controversas, como um crânio humano coberto com quase 9.000 diamantes e vendido por R$ 200 milhões. Mas ele é muito mais e isso fica claro nessa Biennale.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-21.jpg"></a></p>
<p>“Treasures from the Wreck of the Unbelievable”, algo como “Tesouros de naufrágio do Inacreditável”, é uma exposição dupla: no Pallazzo Grassi, estátuas gigantescas se estendem por três andares com sua altura imponente. Na Punta della Dogana, são mais de 100 esculturas e 21 gabinetes ocupados por objetos menores.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-51.jpg"></a></p>
<p>Com curadoria de Elena Geuna, a exposição conta a história fantasiosa do naufrágio do navio “Unbelievable” (inacreditável, em português), Damien Hirst levou dez anos. As estátuas imensas seriam o tesouro de Aulus Calidius Amotan, um escravo libertado que teria se tornado o conhecido colecionador Cif Amotan II. Ele pretendia colocá-las em um templo dedicado ao sol.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-41.jpg"></a></p>
<p>Mas é claro que o humor de Hirst está presente: um autorretrato em bronze do próprio artista segurando um Mickey Mouse nas mãos e incrustrado de corais é prova disso. Minhas peças preferidas, aliás, são justamente as que lembram um universo meio Atlântida, sabe?</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-8.jpg"></a></p>
<p>Segundo o jornal The NY Times, Damien Hirst é um showman e a extravagância de sua “arte pós-verdade” faz dessa uma das exposições mais ambíguas dos últimos tempos. “É ame ou odeie”, diz o artigo. Eu amei. E você?</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-13.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-12.jpg"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Grunge is back: a exposição sobre o Nirvana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2017 15:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa é para quem tem saudades do Nirvana, a banda. De 12 de setembro a 12 de dezembro, a mostra &#8220;Nirvana: Taking Punk To The Masses” – que ficou por seis anos em cartaz nos Estados Unidos e está agora no Rio, até dia 22 de agosto – vem a São Paulo. Mais especificamente ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/08/Nirvana.jpg"></a></p>
<p>Essa é para quem tem saudades do Nirvana, a banda. De 12 de setembro a 12 de dezembro, a mostra &#8220;Nirvana: Taking Punk To The Masses” – que ficou por seis anos em cartaz nos Estados Unidos e está agora no Rio, até dia 22 de agosto – vem a São Paulo. Mais especificamente ao Pavilhão da Bienal do Parque Ibirapuera.</p>
<p>Organizado pelo Museu de Cultura Pop em Seattle, o acervo terá mais de 200 peças entre instrumentos icônicos, fotos, vídeos, depoimentos, álbuns, objetos pessoais dos integrantes, cartazes, entre outras peças, que vão desde a origem do grupo, em Aberdeen, às grandes turnês internacionais.</p>
<p data-wahfont="24">A exposição, que tem como curador Jacob McMurray, retrata a história do Nirvana e de Seattle, epicentro cultural e musical da geração da década de 90.</p>
<p data-wahfont="24"><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/08/1.jpg"></a></p>
<p>Mais de vinte anos após sua extinção Nirvana resiste ao tempo permanecendo como uma das bandas mais influentes do mundo. São mais de 28 milhões de fãs no facebook, mais de 6 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 75 milhões de discos vendidos, além de 3 milhões de seguidores no Instagram e mais 2 mil fotos diariamente postadas com a hashtag #nirvana. Números que comprovam que a banda representa um dos maiores fenômenos da música internacional.</p>
<p>Sem contar a influência de Kurt Cobain &amp; cia. no estilo grunge, algo como uma extensão da subcultura punk revisitada na década de 90 com camisas de flanela xadrez, calças jeans destroyed, bermudas largas, tênis all star – de preferência podrinho – e cabelos propositalmente despenteados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os ingressos já <a href="https://www.ingressorapido.com.br/compra/?id=58743#!/tickets" target="_blank"><strong>estão à venda aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Uma mostra para aficionados por automóveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 13:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fondation Cartier dedicada à arte contemporânea, um dos museus mais incríveis de Paris, traz agora uma mostra que promete agradar aficionados por automóveis. “Autophoto” é 100% sobre a relação entre fotografia e carros. “Desde sua invenção, o automóvel mudou nossa paisagem, estendeu nossos horizontes geográficos e alterou radicalmente nossa concepção de tempo e espaço, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/05/abre7.jpg"></a></p>
<p>A Fondation Cartier dedicada à arte contemporânea, um dos museus mais incríveis de Paris, traz agora uma mostra que promete agradar aficionados por automóveis. “Autophoto” é 100% sobre a relação entre fotografia e carros.</p>
<p>“Desde sua invenção, o automóvel mudou nossa paisagem, estendeu nossos horizontes geográficos e alterou radicalmente nossa concepção de tempo e espaço, influenciando até a prática da fotografia”, dizem os curadores Xavier Barral e Philippe Séclier, no site da fundação.</p>
<p>Organizada em séries, a exibição reúne 500 trabalhos de artistas históricos e contemporâneos do mundo todo, incluindo Jacques-Henri Lartigue, Lee Friedlander, Rosângela Renno e Yasuhiro Ishimoto.</p>
<p>Ângulos como os refletidos pelos espelhos retrovisores, cenários que têm como composição o design das estradas&#8230; tudo virou arte nas mãos destes fotógrafos. Para levar de lembrança, o catálogo da exposição (<a href="https://www.fondationcartier.com/#/en/art-contemporain/55/publications/289/publications/2873/autophoto/" target="_blank"><strong>à venda aqui</strong> </a> por 49 euros) inclui mais de 700 reproduções, uma história “alternativa” do design de automóveis e falas dos artistas participantes.</p>
<p>A mostra vai até 24 de setembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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