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	<title>Arquivos drinque - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos drinque - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Uma ode ao gim e à história do Martini</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2017 21:18:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Fabricado ininterruptamente desde 1793, o gim Plymouth, que leva o nome da charmosa cidade inglesa onde fica sua destilaria, acaba de chegar ao Brasil. A bebida traz em sua composição sete botânicos diferentes e possui 41,2% de teor alcóolico. Além de ser considerado o gim favorito da Marinha Real Britânica, o Plymouth tem um [&#8230;]</p>
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<p>Fabricado ininterruptamente desde 1793, o gim Plymouth, que leva o nome da charmosa cidade inglesa onde fica sua destilaria, acaba de chegar ao Brasil. A bebida traz em sua composição sete botânicos diferentes e possui 41,2% de teor alcóolico. Além de ser considerado o gim favorito da Marinha Real Britânica, o Plymouth tem um peso histórico para a coquetelaria: foi feito com ele o primeiro Dry Martini do mundo, segundo registros da receita original.</p>
<p>E para celebrar a chegada do gim Plymouth ao Brasil, o bartender Spencer Amereno Jr., do <a href="http://www.21-graus.com/3-bares-de-sao-paulo-entre-os-melhores-mundo/" target="_blank"><strong>Frank Bar</strong></a>, localizado no lobby do Hotel Maksoud Plaza em São Paulo, criou um novo cardápio. Com ele, o público poderá conhecer sete variações do drinque preferido de James Bond às segundas, terças e quartas-feiras de novembro.</p>
<p>A história começa com o Martinez, coquetel criado em 1884 com vermute, licor marasquino e angostura, e chega ao Martini Extra Dry, considerado o ‘Dry’ Contemporâneo por excelência.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/A-história-do-Martini-abre.jpg"></a></p>
<p>Na ordem cronológica, Spencer apresenta ainda criações com Plymouth em diferentes épocas, como o “Martini Harry Johnson” &#8211; criado em 1888, com a primeira aparição impressa da palavra Martini no New and Improved Bartender´s Manual, o Marguerite Cocktail &#8211; considerado o primeiro Dry Martini (em 1900), seguido pelo Dry Martini Coktail, de 1908, com amargos aromáticos de limão cravo. Seguem na lista Nick and Nora – uma homenagem ao filme “The Thin Man”, de 1934, e El Clarito – criado nos anos 50 pelo ícone da coquetelaria sul-americana, Santiago Pichin.</p>
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		<title>Os melhores vinhos para tomar na primavera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2017 18:35:02 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/10/vinhos-para-a-primavera-abre.jpg"></a></p>
<p>Chegou a época do ano em que os termômetros batem na casa dos 30 graus em grande parte do Brasil e, com eles, os vinhos tintos voltam para a adega. Entre rosés, espumantes e tantas opções de brancos, a gente chega a ficar perdido, né?  “Muito se fala sobre os rosés como os melhores vinhos para tomar na primavera, mas há muito mais a explorar no vasto universo da bebida, inclusive tintos leves, para acompanhar pratos mais adequados ao calor”, explica Luiza Martini, sócia da Casa do Vinho – Famiglia Martini.  Quer exemplos? Confira as sugestões da empresária para estes dias quentes:</p>
<p><strong>*Nino Negri Quadrio 2011</strong> (R$ 99) &#8211; Uma boa sugestão vem de um produtor italiano da Lombardia. Feito de Nebbiolo &#8211; a uva do Barolo &#8211; é leve, frutado e tem aromas florais de rosas e violetas que são a cara da estação.</p>
<p><strong>*Alken Barrel Selection Pinot Noir 2015</strong> (R$ 55) &#8211; Tinto leve, jovem e frutado, com um toque de madeira. “Não bastasse ser delicioso, tem um preço espetacular”, diz.</p>
<p><strong>*Alken Moscato 2015</strong> (R$ 38,50) &#8211; Ainda no Chile e no mesmo produtor, este vinho é aromático. “Não é um moscato ‘docinho’. Com notas de pêssego e uva, surpreende na boca já que tem apenas 4g de açúcar residual”, explica. Perfeito com bolos de frutas, com queijo de cabra ou para bebericar no pôr do sol.</p>
<p><strong>*Ponte de Lima Vinho Verde Loureiro 2015</strong> (R$ 55) &#8211; De Portugal, vai bem acompanhado de massas com molhos brancos ou frutos do mar. Seco, feito com a uva Loureiro, tem uma acidez que o deixa extremamente refrescante. “Não dá para deixar passar a estação sem prova-lo!”, fala Luiza.</p>
<p><strong>*Quinta do Tedo Porto Rosé</strong> (R$ 89) – Essa sugestão de rosé vem de Portugal. É um Porto de uma cor lindíssima, para ser bebido gelado ou até para compor o drinque da moda, o Port Tonic, com água tônica.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Você já ouviu falar em hidromel?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2017 14:00:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em hidromel? Pois é. Trata-se de uma bebida alcoólica pouco conhecida no Brasil, para sermos mais precisos, uma mistura de água e mel que fermentou. Segundo o blog de Carolina Oda, no jornal Estadão, esta é considerada a bebida alcoólica mais antiga do planeta. “Os registros remontam a 8.000 anos a.C., [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/05/abre-hidromel.jpg"></a></p>
<p>Você já ouviu falar em hidromel? Pois é. Trata-se de uma bebida alcoólica pouco conhecida no Brasil, para sermos mais precisos, uma mistura de água e mel que fermentou. Segundo o blog de Carolina Oda, no <a href="http://paladar.estadao.com.br/noticias/bebida,conheca-o-hidromel-e-desperte-o-viking-que-ha-em-voce,70001736759" target="_blank"><strong>jornal Estadão</strong></a>, esta é considerada a bebida alcoólica mais antiga do planeta.</p>
<p>“Os registros remontam a 8.000 anos a.C., e ela é conhecida como a bebida dos nórdicos vikings, tomada em chifres. Foram eles que popularizaram e mantiveram a cultura do hidromel”, explica a jornalista.</p>
<p>A fabricação até hoje acontece de maneira artesanal – são mais de 50 produtores no Brasil – e demanda paciência: além do mel, da água e do fermento, é preciso esperar pelo menos seis meses para que comece a ficar bom.</p>
<p>Existem muitas variedades de hidromel: ele pode ser seco, demi-sec ou doce. Pode ser simples, frisante ou espumante. E pode ter teor alcoólico entre 3,5% a 18%. A cereja do bolo é o hidromel flavorizado com ingredientes brasileiros, como cupuaçu, manga e cambuci, ou ainda hibisco, café, grapefruit, gengibre&#8230; Em resumo, é um novo universo de possibilidades etílicas.</p>
<p>Ficou curioso para provar? Procure receitas, dicas sobre fabricantes e até concursos <a href="https://pompeiahidromeis.com.br/" target="_blank"><strong>neste site aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Um gim brazuca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2016 13:48:08 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/11/ABRE.jpg"></a></p>
<p>Que gim é o destilado da vez ninguém duvida e as marcas internacionais se multiplicam cada vez mais nas prateleiras dos empórios: Hendricks, Tanqueray, Bombay Sapphire, Mare&#8230; isso para ficar nos mais conhecidos. Receitas de drinques com a bebida também vão do clássico Dry Martini a versões bem inusitadas de gim tônica. Alguns bares, como o bar., no bairro de Pinheiros, em São Paulo, dedicam até cartas inteiras aos coquetéis preparados à base de gim.</p>
<p>Acontece que agora até o Brasil tem um gim para chamar de seu: no estilo London Dry, o gim – ou gin, como preferem os puristas – Arapuru é produzido com ingredientes locais como frutos secos de imbiriba, sementes de puxuri (uma especiaria que lembra uma mistura de cravo, canela e anis) e de pacová (uma espécie de bananeira), além de caju, mexerica e limão-cravo. A receita foi elaborada por um dos maiores destiladores do mundo, o inglês Rob Dorsett, que tem no currículo mais de 250 marcas do destilado.</p>
<p>O nome Arapuru vem de uma ave-símbolo da Amazônia. Um pássaro pequeno, cujo canto inspirou diversas lendas e é conhecido como uma espécie de amuleto da sorte. Além dos ingredientes brasileiros, o Arapuru leva, é claro, zimbro e coentro, como a maioria dos bons gins. E leva ainda estragão, louro e canela. Já dá para imaginar uma série de drinques que ficariam uma delícia com ele&#8230; Se você precisar de inspiração, visite e siga a conta do 21 Graus no Pinterest.<a href="https://www.pinterest.com/21graus/" target="_blank"><b> É só clicar aqui</b></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Fotos: Reprodução/Pinterest e Divulgação</p>
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		<title>Você sabe o que é Vermute?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 21:08:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se existisse um “manual do homem elegante”, nele teria a lição: saber o mínimo necessário sobre bebidas empregadas nos coquetéis clássicos. E no verbete “Vermute” haveria a definição: bebida alcóolica produzida a partir de vinho tinto com adição de ervas aromáticas. Ele é usado em receitas clássicas da coquetelaria, como  o Manhattan, o Negroni – [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;">Se existisse um “manual do homem elegante”, nele teria a lição: saber o mínimo necessário sobre bebidas empregadas nos coquetéis clássicos. E no verbete “Vermute” haveria a definição: bebida alcóolica produzida a partir de vinho tinto com adição de ervas aromáticas.</span></p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/08/26.jpg"></a></p>
<p>Ele é usado em receitas clássicas da coquetelaria, como  o Manhattan, o Negroni – que está super in, inclusive, com cardápios inteiros de alguns bares descolados dedicados ao drinque – e o Americano.</p>
<p>Sua origem é incerta, mas reza a lenda que o italiano Antonio Benedetto Carpano teria criado a receita original em 1786, na cidade de Torino. A marca, Antica Formula, existe até hoje por sinal.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/08/14.jpg"></a></p>
<p>A marca mais conhecida hoje, porém, é a Cinzano 1757, distribuída pela Campari. Sua fórmula leva 70% de vinho, além de açúcar, infusões de ervas e água.</p>
<p>Combinado a uma dose de Campari, uma de gim e uma rodela de laranja e&#8230; voilà, seu clássico Negroni tornará as noites de sexta bem mais animadas.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/08/NEGRONI-ABRE.jpg"></a></p>
<p>Ah, e não esqueça: depois de abrir sua garrafa de Vermute, guarde-o na geladeira, o que evita a oxidação do vinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotos: Reprodução/Pinterest.</p>
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