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	<title>Arquivos arte - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos arte - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Um dia (artsy) na mostra de Ai Weiwei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 14:49:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do artista chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool. Artista conhecido no mundo todo como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do <a href="http://marciahamaoka.com/luiz-philippe-e-arte-que-engana-os-olhos/">artista</a> chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool.</div>
<div>Artista conhecido no mundo todo como um dos mais importantes da arte contemporânea, Ai Weiwei se autodenomina um ARCTIVIST (uma brincadeira com as palavras artista e ativista).</div>
<div>Atualmente, Ai Weiwei mora em Berlim, na Alemanha, pois já teve seu ateliê destruído três vezes na China. A razão? Uma das principais temáticas do seu trabalho é uma crítica voraz ao governo do país. Suas obras sempre trazem referências à cultura chinesa, como o crisântemo, o panda, a jade e a madeira. Outro elemento muito presente é a questão dos refugiados pelo mundo.</div>
<div>E tudo isso a gente pôde ver nas obras que estão na mostra da Oca, com curadoria de Marcello Dantas. Uma de suas obras mais icônicas, a “Dropping a Han Dynasty Urn” (deixando cair uma urna da Dinastia Han), veio ao Brasil. Trata-se de uma sequência de três fotos (imagem que abre esse post) que mostra a urna sendo intencionalmente jogada no chão. Detalhe: trata-se de um objeto de culto, pois estas urnas eram usadas em cerimônias há cerca de 2000 anos na Dinastia Han. Para fotografar a cena, Ai Weiwei conseguiu comprar algumas urnas, mas outras foram pintadas.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Sunflower Seeds”
</div>
<div></div>
<div>Difícil escolher a obra mais impactante entre as que vi, mas a &#8220;Sunflower Seeds” (2010) é impressionante pelo número de “sementes de girassol” feitas de cerâmica e pintadas uma a uma por 1600 artistas.</div>
<div>
 F.O.D.A., obra inspirada no Brasil
</div>
<div></div>
<div>Entre as obras inspiradas no Brasil, me chamou a atenção “F.O.D.A.”, que está à venda pela ArtEEdições e é composta por uma fruta-do-conde, uma ostra, um cacho de dendês e um abacaxi.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Forever Bicycles”
</div>
<div></div>
<div>Por fim, para fechar com chave de ouro, na saída da exposição está a obra gigante “Forever Bicycles”: são 1254 bicicletas que representam o trabalho autômato na China. Afinal, se não criticasse o governo chinês até o último minuto, não seria Ai Weiwei, né?</div>
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		<title>Minhas impressões da Art Rio 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 21:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabou ontem a edição 2018 da Art Rio, que foi um respiro nesse momento tenso que a gente vive no país, especialmente no Rio de Janeiro. O clima estava agradável em todos os sentidos. E a feira, que reuniu 48.000 pessoas, me pareceu um pouco menor que a do ano passado, mas seu formato estava [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acabou ontem a edição 2018 da <strong><a href="https://marciahamaoka.com/veja-o-que-esperar-da-art-rio-2016/">Art Rio</a></strong>, que foi um respiro nesse momento tenso que a gente vive no país, especialmente no Rio de Janeiro. O clima estava agradável em todos os sentidos. E a feira, que reuniu 48.000 pessoas, me pareceu um pouco menor que a do ano passado, mas seu formato estava mais convidativo. O layout parecia mais amplo e me passou essa impressão.</p>
<p>Também achei os trabalhos mais consistentes que os do ano passado. A Marina da Glória tem uma vista de tirar o fôlego e quem foi à Art Rio ainda presenciou a lua cheia refletida no mar: um escândalo de bonita!</p>
<p>Nos corredores, a gente cruzava com pessoas bonitas, elegantes e talentosas, e apreciava obras apaixonantes. Alguns artistas que eu admiro muito estavam expondo por lá e eu selecionei aqui obras que são um verdadeiro sonho de consumo para ter em um ateliê ou escritório de moda. Puro estilo!</p>
 Obra &#8220;Athena&#8221;, de Vanderlei Lopes
<p>&nbsp;</p>
 Obra de Paulo Climachauska
<p>&nbsp;</p>
 &#8220;Em volta tudo é cinza&#8221;, de Efrain Almeida
<p>&nbsp;</p>
 Obra de Wanda Pimentel
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		<title>Laura Lima, o espaço sideral e o slow fashion</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Aug 2018 14:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho da mineira Laura Lima tem chamado muito minha atenção ultimamente. Em junho, quando estive em Milão (não viu? Clique aqui!), eu tive a oportunidade de ver a exposição da artista na Fondazione Prada, que vai até 22 de outubro. Com o projeto “Horse Takes King”, Laura Lima apresentou um experimento excêntrico em que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho da mineira Laura Lima tem chamado muito minha atenção ultimamente. Em junho, quando estive em Milão (não viu? <strong><a href="https://marciahamaoka.com/os-destaques-da-semana-de-moda-masculina-de-milao/">Clique aqui!</a></strong>), eu tive a oportunidade de ver a exposição da artista na Fondazione Prada, que vai até 22 de outubro.</p>
 Mostra de Laura Lima na Fondazione Prada
<p>Com o projeto “Horse Takes King”, Laura Lima apresentou um experimento excêntrico em que buscava alterar os sentidos do espectador, instalando na Cisterna do museu três grandes esculturas para expressar um sistema taxonômico que remete ao absurdo. Nesse sentido, “Bird” (2016), “Pendulum” (2018) e “Telescope” (2018) se apresentam ao observador como um sistema gravitacional com uma configuração em linha reta de três corpos celestes.</p>
<p>Para quem quiser conhecer de perto o trabalho de Laura Lima, mas não tiver uma viagem marcada para a Itália, a Pinacoteca de São Paulo traz uma mostra da artista até o dia 8 de outubro. Intitulada de “Alfaiataria”, a exposição acontece ao vivo. Ou seja, à medida em que as obras vão sendo realizadas, elas são penduradas no octógono, onde já se apresentaram artistas importantes do cenário das artes. As molduras de Laura me fizeram lembrar de um tríptico que vi e quase comprei na Art Basel de Miami em 2013.</p>
<p></p>
<p>Os alfaiates que trabalham na mostra são formados pela Associação dos Alfaiates de São Paulo. Eu adorei a ideia porque é uma valorização de profissionais novos no mercado graças ao slow fashion, que está em alta por trazer uma reflexão sobre o tempo e o valor do trabalho.</p>
<p></p>
<p>Além do mais, curti porque achei muito diferente ver essa contemporaneidade ao lado de obras de artistas célebres como Tarsila do Amaral, Guignard, Pancetti e Brecheret. Vale a visita.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O futurismo em livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2017 13:46:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Movimento, luz, cor e velocidade. Essas eram as palavras de ordem do Futurismo, movimento artístico inspirado na “virada tecnológica” do século 20. E o conceito fica claro em “Futurism” (Taschen, 96 pág., US$ 14.99), livro com textos de Sylvia Martin, PhD em história da arte e ex-curadora do Kunstmuseum de Düsseldorf. As páginas revelam os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/12/Futurismo-abre.jpg"></a></p>
<p>Movimento, luz, cor e velocidade. Essas eram as palavras de ordem do Futurismo, movimento artístico inspirado na “virada tecnológica” do século 20. E o conceito fica claro em <a href="https://www.taschen.com/pages/en/catalogue/art/all/49238/facts.futurism.htm" target="_blank">“Futurism”</a> (Taschen, 96 pág., US$ 14.99), livro com textos de <a href="https://www.taschen.com/pages/en/search/sylvia-martin">Sylvia Martin</a>, PhD em história da arte e ex-curadora do Kunstmuseum de Düsseldorf.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/12/Futurismo-4.jpg"></a></p>
<p>As páginas revelam os protagonistas do movimento, suas influências e controvérsias – afinal, o Futurismo glorificava a guerra, provocava a elite acadêmica europeia e defendia o progresso ao mesmo tempo.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/12/Futurismo-6.jpg"></a></p>
<p>Fundado em 1909 por Filippo Tommaso Marinetti, Giacomo Balla, Umberto Boccioni, Carlo Carrà e Gino Severini, o Futurismo valorizava a movimentação e as máquinas que surgiam na época. Acabou se espalhando entre pintores, escultores, designers, arquitetos e escritores, encantados com uma modernidade pura e forte.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/12/Futurismo-1.jpg"></a></p>
<p>Sua importância na história da arte foi combinar movimento, luz e velocidade e fazer experimentações com texturas e cores para simular objetos se mexendo pelo espaço.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/12/Futurismo-capa.jpg"></a></p>
<p>Como todas as publicações da editora alemã Taschen, a curadoria desse livro é primorosa e ele pode ser um belo presente de Natal para apreciadores da arte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Luiz Philippe e a arte que “engana os olhos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 12:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/mostra-de-luiz-philippe-no-rio-abre.jpg"></a></p>
<p>Luiz Philippe conviveu e trabalhou com Frans Krajcberg (falecido recentemente) na região de Itabirito, em Minas Gerais. Acabou se tornando conhecido por seu trabalho com minérios, terras e pigmentos e também por seu lado designer, em que produz imagens que “enganam” os olhos. &#8220;Enganar o olho&#8221;, em francês, significa trompe-l’oeil, estilo de arte que estampa as ruas das cidades da Riviera francesa.</p>
<p>“O trompe-l’oeil barroco informa o prazer lúdico das assemblages. Humor de um lado e nonsense de outro atravessam o perímetro das obras para aguçar-lhes o núcleo de atração. Uma dimensão outra que a do visí­vel e do cotidiano é o que o surrealismo persegue: Luiz Philippe a alcança, ao transitar, através de refinada manufatura, do estranhamento que a operação semiótica produz, inquietante e serena, contundente mas silen­ciosa, para o encantamento do objeto em si”, define o escritor, curador e ex-prefeito de Ouro Preto Angelo Oswaldo.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/O-artista-luiz-philippe.jpg"></a></p>
<p>Agora chegou a hora de os cariocas conhecerem melhor o trabalho de Luiz Philippe, que já vive por aqui desde os anos 80. É que no próximo dia 30 começa a mostra individual “Ilusionista”, na <a href="http://www.marciabarrozodoamaral.com.br" target="_blank">Galeria Marcia Barrozo do Amaral</a>. Em cartaz, uma série de trabalhos marcados pelo desvio da realidade através de trompe-l’oeil e falsas perspectivas.</p>
<p>A mostra reúne 17 esculturas e assemblages (entre peças únicas e múltiplos), inéditas em sua maioria. “Tirei o título da mostra de uma das obras que dá o conceito geral do meu trabalho. Eu lanço muito mão de perspectivas ilusórias. Gosto de criar situações que desviam as pessoas de seus pontos de vista normais. E isso funciona como janelas, como um preparo – ou melhor, um ‘despreparo’ &#8211; para que sejam enxergados outros aspectos simbólicos das peças”, resume o artista.</p>
<p>Entre os destaques da exposição estão a obra “Casa Imprópria”, onde um lar de madeira é trancado a cadeado, e a chave que o abre se encontra dentro do mesmo, “Equilibrista”, que apresenta o desafio de uma corda bamba, tendo uma caixa de madeira como vestimenta, e “Túnel”, uma ilusão de ótica de profundidade, que remete a antigos cubos de brinquedo, onde se tenta abrir um túnel.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/Minas-Terrestres.jpg"></a></p>
<p>Outro ponto alto da mostra é o múltiplo “Minas Terrestres” (acima), uma caixa de ferro em falsa perspectiva, de onde parece escorrer ouro. Este trabalho faz menção ao desastre ecológico ocorrido no município de Mariana, em 2015, quando uma barragem de uma mineradora se rompeu. “O duplo sentido do nome liga o potencial destruidor das minas terrestres a Minas Gerais. E o ouro simboliza a busca da riqueza a qualquer custo”, explica Luiz Philippe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Mostra &#8220;Ilusionista&#8221;, individual de Luiz Philippe</p>
<p>De 30 de novembro a dia 21 de dezembro de 2017</p>
<p>Galeria Marcia Barrozo do Amaral &#8211; Shopping Cassino Atlântico (Av Atlântica 4240, Copacabana), subsolo, sala 129.</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Por dentro do universo da Fendi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2017 11:20:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse ano, estive no Palazzo Fendi, no Largo Goldoni, em Roma, e fiquei impressionada. Primeiro porque o palácio realmente pertence à marca. Afinal, é importante preservar uma história de mais de 90 anos e a Fendi faz isso com a arquitetura e a arte presentes ali. Mas deixa clara sua presença contemporânea. Por isso, contrataram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/11/Palazzo-Fendi-abre.jpg"></a></p>
<p>Esse ano, estive no Palazzo Fendi, no Largo Goldoni, em Roma, e fiquei impressionada. Primeiro porque o palácio realmente pertence à marca. Afinal, é importante preservar uma história de mais de 90 anos e a Fendi faz isso com a arquitetura e a arte presentes ali. Mas deixa clara sua presença contemporânea.</p>
<p>Por isso, contrataram o Dimore Studio – um dos mais importantes estúdios de design do mundo – para decorar essa butique-conceito. E os profissionais preservaram as belíssimas estruturas de madeira originais, apenas trouxeram uma cor para dar um ar atual.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/palazzo-fendi-2.jpg"></a></p>
<p>Lá, croquis de Karl Lagerfeld – diretor criativo da marca – convivem lado a lado com pinturas renascentistas, em um ambiente único no mundo, que oferece todas as linhas da grife. Reinaugurado em março do ano passado, o Palazzo tem texturas, cores e linhas em harmonia perfeita.</p>
<p>No primeiro andar, a linha masculina de prêt-à-porter fica separada da feminina, e tem uma ambientação própria, focada em geometrias e voltada ao mercado asiático, com itens supermodernos.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/palazzo_fendi_pretaporter3.jpg"></a></p>
<p>No segundo andar, fica o Palazzo Privè, um espaço exclusivo para as provas das peças sob medida. A malharia, por exemplo, é criada com tecidos Loro Piana.</p>
<p>A peleteria sob medida é um capítulo à parte: primeiro, as funcionárias – algumas estão na casa há mais de 40 anos – tiram as medidas do cliente. Depois, eles cortam um molde em papel, depois no canvas e por fim vem o trabalho na matéria-prima final.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/pelleteria.jpg"></a></p>
<p>Para completar a estrutura do Palazzo Fendi, o terceiro andar é ocupado pelo hotel da marca, com apenas sete suítes, e no quarto piso fica o restaurante japonês Zuma.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/hotel-fendi.jpg"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Duas vezes Damien Hirst</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 15:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal de Veneza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 57ª Biennale de Veneza, que tem como tema VIVA ARTE VIVA, está quase acabando, mas você ainda tem um mês inteirinho para apreciar as obras de 120 artistas, espalhadas pelos Jardins da Bienal, pelo edifício Arsenale e pelo centro histórico da cidade, além de 23 eventos paralelos. Com uma mostra dessa proporção, o difícil é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 57ª <a href="http://www.labiennale.org/it" target="_blank">Biennale de Veneza</a>, que tem como tema <em>VIVA ARTE VIVA</em>, está quase acabando, mas você ainda tem um mês inteirinho para apreciar as obras de 120 artistas, espalhadas pelos Jardins da Bienal, pelo edifício Arsenale e pelo centro histórico da cidade, além de 23 eventos paralelos.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-11.jpg"></a></p>
<p>Com uma mostra dessa proporção, o difícil é escolher as prioridades. Eu, particularmente, gostei muito da exposição dupla de Damien Hirst que, por sinal, é paralela à Biennale. O artista britânico ficou conhecido por obras icônicas e controversas, como um crânio humano coberto com quase 9.000 diamantes e vendido por R$ 200 milhões. Mas ele é muito mais e isso fica claro nessa Biennale.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-21.jpg"></a></p>
<p>“Treasures from the Wreck of the Unbelievable”, algo como “Tesouros de naufrágio do Inacreditável”, é uma exposição dupla: no Pallazzo Grassi, estátuas gigantescas se estendem por três andares com sua altura imponente. Na Punta della Dogana, são mais de 100 esculturas e 21 gabinetes ocupados por objetos menores.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-51.jpg"></a></p>
<p>Com curadoria de Elena Geuna, a exposição conta a história fantasiosa do naufrágio do navio “Unbelievable” (inacreditável, em português), Damien Hirst levou dez anos. As estátuas imensas seriam o tesouro de Aulus Calidius Amotan, um escravo libertado que teria se tornado o conhecido colecionador Cif Amotan II. Ele pretendia colocá-las em um templo dedicado ao sol.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-41.jpg"></a></p>
<p>Mas é claro que o humor de Hirst está presente: um autorretrato em bronze do próprio artista segurando um Mickey Mouse nas mãos e incrustrado de corais é prova disso. Minhas peças preferidas, aliás, são justamente as que lembram um universo meio Atlântida, sabe?</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-8.jpg"></a></p>
<p>Segundo o jornal The NY Times, Damien Hirst é um showman e a extravagância de sua “arte pós-verdade” faz dessa uma das exposições mais ambíguas dos últimos tempos. “É ame ou odeie”, diz o artigo. Eu amei. E você?</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-13.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-12.jpg"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Art Rio: a melhor mostra individual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 21:55:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; “O desenho é assunto mental, antes de tudo”, diz Elisa Byington, curadora de [mapeamento cognitivo Alfredo], mostra individual de Walmor Corrêa, a exposição que mais chamou minha atenção durante essa última Art Rio, que acabou ontem. A aposta acertada da galeria Artur Fidalgo foi genial: imagine que o Walmor Corrêa estudou, junto a um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/art-rio-nossa-eleita-a-melhor-mostra-individual.jpg"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O desenho é assunto mental, antes de tudo”, diz Elisa Byington, curadora de [mapeamento cognitivo Alfredo], mostra individual de Walmor Corrêa, a exposição que mais chamou minha atenção durante essa última Art Rio, que acabou ontem.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/IMG_2497.jpg"></a></p>
<p>A aposta acertada da galeria Artur Fidalgo foi genial: imagine que o Walmor Corrêa estudou, junto a um neurologista, o sistema límbico. A partir disso, associou personagens a suas características e destacou nos desenhos qual parte de seus cérebros devia ser a mais ativada – devido a essa personalidade. Então, desenhou manualmente uma a uma.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/IMG_2492.jpg"></a></p>
<p>Além disso, associou elementos a ela, como um coração, um charuto e uma bolsa.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/IMG_2484.jpg"></a></p>
<p>Ao comediante Grande Otelo, por exemplo, Walmor creditou qualidades como genialidade, indisciplina, fluência verbal e desinibição. E associou a elas um destaque no córtex orbitofrontal, que coloriu de verde.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/IMG_2486.jpg"></a></p>
<p>O artista estava presente nos dias da mostra e explicava as obras de uma maneira encantadora. Além disso, é um trabalho fora do comum, eu nunca tinha visto nada igual e achei muito instigante. Tanto, que fiz questão de voltar lá e levar uns amigos para verem.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/IMG_2483.jpg"></a></p>
<p>Como diz Elisa Byington, “a poética de Walmor se nutre dessa fronteira onde ciência e imaginação se alimentam mutuamente”. Foi, sem dúvida, o destaque da Art Rio.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/IMG_2487.jpg"></a> <a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/09/IMG_2488.jpg"></a></p>
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		<title>Sempre em busca de inspiração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jun 2017 19:37:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aqui no 21 Graus a gente sabe que criatividade não tem limite, então nossa especialista em imagem, Marcia Hamaoka, viaja todos os anos atrás de conhecimento, atualização e referências. Desta vez, o roteiro inclui Veneza, Kassel e Munster. É que 2017 é um ano raro, em que a Bienal de Arte de Veneza, que vai [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/06/abre-1.png"></a></p>
<p>Aqui no 21 Graus a gente sabe que criatividade não tem limite, então nossa especialista em imagem, Marcia Hamaoka, viaja todos os anos atrás de conhecimento, atualização e referências. Desta vez, o roteiro inclui Veneza, Kassel e Munster.</p>
<p>É que 2017 é um ano raro, em que a <a href="http://www.labiennale.org/en/art/submission/" target="_blank"><strong>Bienal de Arte de Veneza</strong></a>, que vai até 26 de novembro, a <a href="https://www.documenta.de/" target="_blank"><strong>Documenta de Kassel</strong></a>, que termina em 16 de julho e o <a href="https://www.skulptur-projekte.de/#/" target="_blank"><strong>Skulptur Projekt de Munster</strong></a>, com data prevista para acabar em 1º de outubro, acontecem juntas!</p>
<p>Detalhe: as visitas por estes lugares altamente inspiradores fazem parte de um curso com o palestrante Charles Watson, especializado em processos criativos. Formado em Arte e Literatura pela Bath Academy / Bath University na Inglaterra, ele leciona na Escola de Artes Visuais do Parque Lage desde 1982 e coleciona conversas e entrevistas com criadores dentro e fora do Brasil. Seu trabalho fala sobre o processo criativo que hoje abrange várias disciplinas, como ciência, negócios, literatura, música, filosofia e arte, focando nas similaridades encontradas na formulação de conceitos inovadores.</p>
<p>As viagens pela Itália e pela Alemanha são conduzidas por uma equipe de professores de diversas disciplinas que levantam discussões a partir do que é visto. Espere novidades aqui no 21 Graus!</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/06/abre-vale3.jpg"></a></p>
<p data-reactid=".0.$SITE_ROOT.$desktop_siteRoot.$PAGES_CONTAINER.1.1.$SITE_PAGES.$c1sbz_DESKTOP.1.$ppPrth-u56.0.0.$child.$0.1.$1.$5.$0.0.e">
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A arte de Cícero Dias no CCBB de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 14:54:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A mostra “Cícero Dias – um percurso poético”, que começou no último dia 21, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, traz uma retrospectiva da obra do artista pernambucano que morreu em 2003 e construiu sua carreira entre o Brasil e a Europa. A exposição contextualiza sua história e evidencia sua relação com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/04/12.jpg"></a></p>
<p>A mostra “Cícero Dias – um percurso poético”, que começou no último dia 21, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, traz uma retrospectiva da obra do artista pernambucano que morreu em 2003 e construiu sua carreira entre o Brasil e a Europa.</p>
<p>A exposição contextualiza sua história e evidencia sua relação com poetas e intelectuais brasileiros, além de mostrar sua participação no circuito de arte europeu.  Além das obras, a mostra exibe também cartas, textos e fotos de Manuel Bandeira, Gilberto Freyre, Murilo Mendes, José Lins do Rego, Mário Pedrosa, Pierre Restany, Paul Éluard, Roland Penrose, Pablo Picasso e Alexander Calder, entre outros.</p>
<p>São mais de 120 obras de grandes coleções públicas e privadas brasileiras e de outros países como Austrália, China e França. Elas estão dispostas em três momentos, graças à curadoria de Denise Mattar e Sylvia Dias, filha do artista.</p>
<p>O primeiro traz o início de sua carreira, com aquarelas influenciadas pelo imaginário nordestino. O segundo marca sua ida à Europa, em 1937, e apresenta trabalhos feitos durante a 2ª Guerra Mundial, além de suas primeiras experimentações com a arte abstrata. Já no terceiro núcleo, percebe-se a importância em sua obra de pesquisas sobre uma arte mais geométrica e menos figurativa.</p>
<p>Programação imperdível, a mostra está no CCBB da Rua Álvares Penteado, número 112, no centro de São Paulo, e vai até o dia 3 de julho. A entrada é gratuita.</p>
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