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	<title>Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Styling prático para o chef Marcelo Martino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Dec 2018 13:10:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[chef de cozinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano está quase acabando e eu queria registrar um trabalho superbacana que fiz para o shopping Village Mall: o styling do chef Marcelo Martino, do restaurante Del Plin. Minha proposta para esse styling foi pensar em um look básico, prático e atemporal: com calça jeans clássica, camisa branca slim fit, calçado de solado tratorado, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano está quase acabando e eu queria registrar um trabalho superbacana que fiz para o shopping Village Mall: o styling do chef Marcelo Martino, do restaurante Del Plin.</p>
<p>Minha proposta para esse styling foi pensar em um look básico, prático e atemporal: com calça jeans clássica, camisa branca slim fit, calçado de solado tratorado, <strong><a href="https://marciahamaoka.com/mochila/" target="_blank" rel="noopener">mochila</a></strong> (que é a bolsa da vez!) e uma echarpe no pescoço, porque os acessórios fazem a diferença. Tudo Emporio Armani. Assim, o chef pode ir do restaurante ao cinema sem se preocupar em trocar de roupa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aproveito que hoje é dia 25 para desejar a todos vocês um feliz Natal!</p>
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		<title>Quantos ternos preciso ter?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2018 15:57:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está aí uma pergunta levantada por 9 em cada 10 homens: quantos ternos preciso ter? A resposta não é uma só, mas, para começar, vamos falar de conceitos de moda: a palavra terno remete a três, por isso ele precisa ter três peças (calça, paletó e colete). Se for apenas a dupla calça e paletó, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está aí uma pergunta levantada por 9 em cada 10 homens: quantos ternos preciso ter? A resposta não é uma só, mas, para começar, vamos falar de conceitos de moda: a palavra terno remete a três, por isso ele precisa ter três peças (calça, paletó e colete). Se for apenas a dupla calça e paletó, estamos falando de um <a href="https://marciahamaoka.com/como-comprar-um-costume/" target="_blank" rel="noopener"><strong>costume</strong></a>.</p>
<p>Antes de responder quantos você precisa ter no guarda-roupa, porém, é importante entender qual é seu estilo de vida e sua profissão. Para um direcionamento mais personalizado, procure meu serviço como consultora de imagem. Mas é claro que eu não vou deixar sua pergunta sem resposta. Vamos lá:</p>
<p><strong>1.</strong> Se você trabalha de terno de segunda a sexta, precisa de seis. Pense que um sempre estará na lavanderia.</p>
<p></p>
<p><strong>2.</strong> Em primeiro lugar, invista em um azul-marinho, bem curinga.</p>
<p><strong>3.</strong> Quer investir no segundo? Escolha um cinza-escuro.</p>
<p><strong>4.</strong> Um terceiro? Fique com um cinza médio.</p>
<p></p>
<p><strong>5.</strong> Por que ainda não mencionei o preto? Porque ele exige cuidado na hora de compor o look, para não parecer uniforme, como usam garçons e seguranças.</p>
<p><strong>6.</strong> E se você não trabalha de terno? Fique apenas com o azul-marinho.</p>
<p><strong>7.</strong> Qual a melhor forma de conservar seu terno? Limpo, dentro de um saco de TNT, que permite à roupa respirar, ao contrário do plástico.</p>
<p></p>
<p><strong>8.</strong> E como escolher? Prefira um corte mais slim, porque emagrece e está em alta.</p>
<p><strong>9.</strong> Quanto aos acessórios, um lenço de bolso é a escolha acertada e também está na moda. Já o cinto só é indispensável se o ambiente for muito formal. De resto, pode até investir em uma calça sem passantes.</p>
<p></p>
<p><strong>10.</strong> E o <a href="https://marciahamaoka.com/qual-diferenca-entre-fraque-e-smoking/" target="_blank" rel="noopener"><strong>smoking</strong></a>? Sinto informá-lo, mas você precisa ter o seu. Jamais alugue um se tiver um evento que pede black tie. A sensação de usar sua própria roupa é infinitamente melhor. E o caimento, então&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Loafers: impossível passar o verão sem eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2018 16:32:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os dias quentes estão aí e você está à procura de um calçado que vá da pool party ao escritório na Casual Friday? Loafers é a resposta. Com um costume de linho ou uma bermuda chino ou calça jeans, esse é sapato que vai arrematar seu visual com estilo e elegância. Criados há cerca de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dias quentes estão aí e você está à procura de um calçado que vá da pool party ao escritório na <strong><a href="https://marciahamaoka.com/como-se-vestir-para-o-casual-friday/">Casual Friday</a></strong>? Loafers é a resposta. Com um costume de linho ou uma bermuda chino ou calça jeans, esse é sapato que vai arrematar seu visual com estilo e elegância.</p>
<p>Criados há cerca de 150 anos atrás para a família real e os nobres britânicos, os loafers entraram mesmo para a história da moda nos anos 50, quando eram parte fundamental do estilo Ivy, inspirado nas roupas dos universitários americanos da época. Na época, esse modelo se chamava mocassim, lembra?</p>
<p></p>
<p>Fáceis de vestir, os loafers podem aparecer em couro ou camurça e nas mais diferentes cores. Por isso mesmo, transitam bem em diversos ambientes. Um modelo preto de couro pode substituir até mesmo os formais Oxford e Brogue, trazendo um ar mais cool ao seu costume.</p>
<p>Por serem simples e sem cadarço, os loafers também são modelos bem indicados para festas casuais de verão – mesmo que as de fim de ano do escritório. Se o ambiente permitir, ouse nas cores, materiais, padronagens e detalhes.</p>
<p></p>
<p>Almas gêmeas dos loafers – principalmente os com borlas – são as <strong><a href="https://marciahamaoka.com/calca-chino-breve-historia-e-como-usar/">calças chino</a></strong> com a barra dobrada, assim, como quem não quer nada. E também ascalças esportivas, ajustadas na barra. Os tornozelos à mostra, nesse caso, são obrigatórios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como usar jaqueta jeans</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 15:53:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Peça presente nas coleções das marcas mais cool, como Acne Studios, Off-White, Jean Shop e Tom Ford, ela vai do inverno ao verão, do casual ao (quase) formal com a maior facilidade. Justamente por isso, nem sempre é fácil saber como usar jaqueta jeans. Na hora de escolher sua jaqueta jeans, se estiver à procura de versatilidade, lembre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Peça presente nas coleções das marcas mais cool, como Acne Studios, Off-White, Jean Shop e Tom Ford, ela vai do inverno ao verão, do casual ao (quase) formal com a maior facilidade. Justamente por isso, nem sempre é fácil saber como usar <strong><a href="https://marciahamaoka.com/a-jaqueta-tecnologica-do-google/">jaqueta</a></strong> jeans.</p>
<p>Na hora de escolher sua jaqueta jeans, se estiver à procura de versatilidade, lembre que o menos é mais: modelos retos, inspirados na clássica Levi’s Type I, tendem a ser atemporais e neutros. Não à toa o modelo criado por Levi Strauss é sucesso constante desde que foi criado, por volta de 1905.</p>
<p>E na hora de usar? Se quiser trazer sua jaqueta jeans para um ambiente um pouco mais formal, combine-a com uma camisa, uma calça de alfaiataria e um sapato tipo Oxford, brogue ou derby.</p>
<p></p>
<p>Do inverno ao verão em um dia. Nesses dias de clima incerto, a jaqueta jeans pode ser a salvação de quem sai de casa cedo e só volta à noite: apenas de uma simples T-shirt ou de uma malha, ela sempre está elegante.</p>
<p></p>
<p>E aqui, pensar em <strong><a href="https://marciahamaoka.com/o-frio-esta-chegando-e-com-ele-as-sobreposicoes/">sobreposições</a></strong> não tem limite: uma camisa de flanela&#8230;</p>
<p></p>
<p>Ou um hoodie superesportivo caem bem por baixo da sua jaqueta jeans&#8230;</p>
<p></p>
<p>Enquanto um sobretudo pode ser vestido por cima em dias mais gelados.</p>
<p></p>
<p>E se quiser um look 100% denim também vale, só lembre de escolher uma calça em tonalidade diferente.</p>
<p></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Qual modelo de sunga valoriza seu tipo físico?</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Nov 2018 20:43:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Parece que o calor chegou de vez e o momento de vestir a sua se torna quase inevitável, mesmo que sua forma não esteja lá como você deseja. E é principalmente nessa hora que é importante saber responder essa pergunta: qual modelo de sunga valoriza seu tipo físico? Mas antes, vamos a um pouco de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que o <a href="https://marciahamaoka.com/looks-masculinos-para-o-verao-e-apenas-15-pecas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>calor</strong> </a>chegou de vez e o momento de vestir a sua se torna quase inevitável, mesmo que sua forma não esteja lá como você deseja. E é principalmente nessa hora que é importante saber responder essa pergunta: qual modelo de sunga valoriza seu tipo físico?</p>
<p>Mas antes, vamos a um pouco de história: as primeiras sungas de que se tem notícia – bem comportadas, que fique claro – surgiram nos anos 50. Quem não lembra dessa cena icônica do filme “A um passo da eternidade”, de 1953?</p>
<p></p>
<p>Com o passar do tempo foram ficando mais finas e cavadas, apelidadas até de tangas. Nos anos 70 surgiram até os horríveis modelos de crochê – como o imortalizado por Fernando Gabeira nas praias do Rio de Janeiro. A partir de 1990, elas voltaram mais largas e ganharam o apelido de sungão, tipo muito usado pelos lutadores de MMA.</p>
<p>Mas vamos ao que interessa: entre tantas opções, qual modelo de sunga valoriza seu tipo físico?</p>
<p><strong>Magros</strong></p>
<p></p>
<p>O melhor modelo é mais estreito nas laterais, para não marcar as coxas, dando a sensação de que elas são mais finas ainda. Listras horizontais e outras estampas graúdas dão a impressão de volume maior nesta parte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acima do peso</strong></p>
<p></p>
<p>Bermuda é a melhor opção para os gordinhos, por disfarçar as gorduras extras, mas se você preferir uma sunga, busque um modelo de numeração maior para que não fique apertando e também não traga a sensação de que você está nu quando sentado. Detalhe: as sungas mais largas devem ser evitadas por homens que têm a coxa muito grossa, porque a tendência é a barra ficar enrolando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Baixinhos</strong></p>
<p></p>
<p>Para entender melhor qual modelo de sunga valoriza seu tipo físico, pense no que deseja disfarçar. Nesse caso, a ideia é mostrar uma perna mais alongada, portanto, deixe mais pele de fora com sungas estreitas e alongue a silhueta. Cores escuras e listras na vertical também ajudam a dar esse efeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Muito altos</strong></p>
<p></p>
<p>Aqui, a “ilusão de ótica” que se quer causar é o contrário da de cima, logo, aposte em sungas mais largas e estampas como listras horizontais. Você também pode investir nos modelos estilo shorts, desde que suas pernas sejam mais longas do que o tronco. Quem tem o corpo com a parte de cima mais extensa do que as pernas deve ficar com sungas de laterais mais estreitas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pálidos</strong></p>
<p></p>
<p>Se você nem lembrar quando foi a última vez que tomou um bronze, evite cores fortes, porque o contraste vai fazer você parecer mais branco ainda. Fique com as cores e estampas mais claras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Um dia (artsy) na mostra de Ai Weiwei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 14:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do artista chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool. Artista conhecido no mundo todo como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do <a href="http://marciahamaoka.com/luiz-philippe-e-arte-que-engana-os-olhos/">artista</a> chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool.</div>
<div>Artista conhecido no mundo todo como um dos mais importantes da arte contemporânea, Ai Weiwei se autodenomina um ARCTIVIST (uma brincadeira com as palavras artista e ativista).</div>
<div>Atualmente, Ai Weiwei mora em Berlim, na Alemanha, pois já teve seu ateliê destruído três vezes na China. A razão? Uma das principais temáticas do seu trabalho é uma crítica voraz ao governo do país. Suas obras sempre trazem referências à cultura chinesa, como o crisântemo, o panda, a jade e a madeira. Outro elemento muito presente é a questão dos refugiados pelo mundo.</div>
<div>E tudo isso a gente pôde ver nas obras que estão na mostra da Oca, com curadoria de Marcello Dantas. Uma de suas obras mais icônicas, a “Dropping a Han Dynasty Urn” (deixando cair uma urna da Dinastia Han), veio ao Brasil. Trata-se de uma sequência de três fotos (imagem que abre esse post) que mostra a urna sendo intencionalmente jogada no chão. Detalhe: trata-se de um objeto de culto, pois estas urnas eram usadas em cerimônias há cerca de 2000 anos na Dinastia Han. Para fotografar a cena, Ai Weiwei conseguiu comprar algumas urnas, mas outras foram pintadas.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Sunflower Seeds”
</div>
<div></div>
<div>Difícil escolher a obra mais impactante entre as que vi, mas a &#8220;Sunflower Seeds” (2010) é impressionante pelo número de “sementes de girassol” feitas de cerâmica e pintadas uma a uma por 1600 artistas.</div>
<div>
 F.O.D.A., obra inspirada no Brasil
</div>
<div></div>
<div>Entre as obras inspiradas no Brasil, me chamou a atenção “F.O.D.A.”, que está à venda pela ArtEEdições e é composta por uma fruta-do-conde, uma ostra, um cacho de dendês e um abacaxi.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Forever Bicycles”
</div>
<div></div>
<div>Por fim, para fechar com chave de ouro, na saída da exposição está a obra gigante “Forever Bicycles”: são 1254 bicicletas que representam o trabalho autômato na China. Afinal, se não criticasse o governo chinês até o último minuto, não seria Ai Weiwei, né?</div>
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		<title>5 tipos históricos de bigode para te inspirar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 19:11:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, a barba entrou de vez para as tendências – e não promete sair tão cedo. Mas agora que os dias de sol e calor finalmente se aproximam, que tal uma variação mais fresca – e que não vai deixar a pele do seu rosto bicolor? Sim, um bigode é a resposta. Além de trazer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, a barba entrou de vez para as tendências – e não promete sair tão cedo. Mas agora que os dias de sol e calor finalmente se aproximam, que tal uma variação mais fresca – e que não vai deixar a pele do seu rosto bicolor? Sim, um bigode é a resposta.</p>
<p>Além de trazer atitude à sua imagem – muitas vezes com um conceito retrô, ele pode ajudar a minimizar características que você não gosta ou destacar as que admira. Sejam os mais cheios ou fininhos, o importante é que combinem com seu estilo. E selecionei cinco bigodes históricos como inspiração para a hora em que você decidir mostrar o seu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bigode Chevron</strong></p>
<p></p>
<p>Cheio, que cobre todo o lábio superior, mas não ultrapassa seus limites laterais, esse tipo ficou muito conhecido nos anos 70 e 80, em personagens como Magnum (vivido por Tom Selleck). Ele serve para diminuir a distância entre o nariz e o lábio superior – aproximando-a em proporção da distância entre o queixo e do lábio inferior. Traz equilíbrio aos traços e é um clássico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bigode Inglês</strong></p>
<p></p>
<p>Fino e um pouco mais espesso no centro, transmite a imagem de um homem sério e confiante. Exatamente como era o ator Errol Flynn, que protagonizou filmes da era de ouro de Hollywood, como “As aventuras de Robin Hood” e “O intrépido Capitão Cluster”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bigode Lápis</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>Uma tira bem fina de pelo que contorna o lábio superior, esse tipo de bigode é bem atual e jovem, tanto que foi o eleito de Orlando Bloom e Jack White. A vantagem? Dá impressão de que os lábios têm mais volume. Mas se você pensou em Clark Gable quando viu a imagem desse bigode&#8230; também está certo. Não por acaso ele abre esse post.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bigode desalinhado</strong></p>
<p></p>
<p>Quase in natura, serve para quem não tem pelos grossos e quase contorna as laterais dos lábios. É o estilo preferido em Hollywood atualmente, basta lembrar de <a href="https://marciahamaoka.com/os-acessorios-da-m-cohen/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Johnny Depp</strong></a>, James Franco e Ryan Gosling. No primeiro caso, a área de barba que contorna o queixo e fica abaixo do lábio inferior é mantida, para disfarçar rostos muito quadrados ou triangulares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bigode Dalí</strong></p>
<p></p>
<p>Você não precisa assumir literalmente o bigode surrealista do pintor espanhol, mas as pontas retorcidas podem ser adaptadas ao seu estilo, principalmente se você faz a linha criativo. É mais fácil de fazer do que parece: basta enrolar os fios das pontas e levantar com uma pomada (para bigode ou cabelo). É indicado para rostos quadrados.</p>
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		<title>Rolex, o livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 16:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[história da marca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é aficionado por relógios, não vai querer perder essa: a editora Assouline acaba de lançar o livro Rolex: The Impossible Collection, com detalhes da história de uma das marcas mais famosas do planeta. À venda no site da editora por US$845, a publicação tem 194 páginas e mais de 200 ilustrações. Entre elas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é aficionado por <strong><a href="https://marciahamaoka.com/como-escolher-um-relogio/">relógios</a></strong>, não vai querer perder essa: a editora Assouline acaba de lançar o livro Rolex: The Impossible Collection, com detalhes da história de uma das marcas mais famosas do planeta. À venda no <strong><a href="https://www.assouline.com/products/rolex-the-impossible-collection">site da editora</a></strong> por US$845, a publicação tem 194 páginas e mais de 200 ilustrações. Entre elas, fotos históricas, campanhas publicitárias e, claro, todos os modelos de relógio lançados em seus 113 anos de existência.</p>
 Hans Wilsdorf, em 1942
<p>Essa trajetória começou em 1905 pelas mãos do empresário Hans Wilsdorf, que começou sua carreira com uma loja de distribuição de relógios em Londres. Em uma época em que os relógios de bolso predominavam, Wilsdorf resolveu criar uma marca de relógios de pulso precisos, mas na época os modelos ainda eram extremamente delicados e suscetíveis a serem desregulados pelo contato com a água e a poeira. Depois de muitas pesquisas e testes surgia o Oyster, modelo mais emblemático da Rolex até hoje.</p>
 Primeiro Oyster com esse formato quadrado, de 1926
<p>O livro traz ainda diversas curiosidades sobre a marca, como a escolha do nome Rolex. Entre os critérios para sua escolha estavam: tinha que ter no máximo cinco letras, ser fácil de pronunciar em qualquer língua, fácil de lembrar e possível de escrever com elegância em qualquer modelo de relógio.</p>
 Hans Wilsdorf em ação
<p>Mas a Rolex entrou mesmo para a história graças a uma genial jogada de marketing: nos anos 50, patrocinou o alpinista Sir Edmund Hillary em sua escalada ao Everest, que bateu diversos recordes à época e mostrou a resistência dos relógios da marca. Daí em diante, repetiu façanhas com mergulhadores e pilotos de avião para mostrar que nada seria obstáculo ao funcionamento de suas joias.</p>
<p></p>
<p>A história foi tão bem escrita que hoje um Rolex antigo vale tanto quanto – ou até mais que – um novo. Modelos históricos, como o que pertenceu a Paul Newman, batem inclusive outro recorde: o de preço. Em um leilão realizado em outubro do ano passado, a relíquia (acima) atingiu o patamar de US$17,75 milhões e se tornou o relógio mais caro do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O melhor masculino da SPFW 46</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Oct 2018 20:23:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[cotton project]]></category>
		<category><![CDATA[Handred]]></category>
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		<category><![CDATA[moda brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[moda masculina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais importante semana de moda brasileira, a SPFW 46 aconteceu durante a semana passada e eu selecionei aqui os melhores looks masculinos. Confira: Osklen Como eu já venho contando aqui, o conceito mais importante da marca carioca tem se mostrado a sustentabilidade e dessa vez não foi diferente. A figura do pescador e os uniformes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais importante semana de moda brasileira, a <strong><a href="https://marciahamaoka.com/moda-masculina-do-spfw/">SPFW</a></strong> 46 aconteceu durante a semana passada e eu selecionei aqui os melhores looks masculinos. Confira:</p>
<p><strong>Osklen</strong></p>
<p></p>
<p>Como eu já venho contando <strong><a href="https://marciahamaoka.com/nova-colecao-da-osklen-oceanos/">aqui</a></strong>, o conceito mais importante da marca carioca tem se mostrado a sustentabilidade e dessa vez não foi diferente. A figura do pescador e os uniformes náuticos foram o ponto de partida da marca para abordar o tema. E espere muitos brancos e azuis. Como definiu muito bem Camila Yahn no site FFW, “há um contraste entre o casual e o sofisticado construído de uma maneira bem eficaz: a gente pouco se dá conta porque tudo faz parte de uma mesma história. Não há uma preocupação se tal peça é rústica ou sofisticada, mesmo porque, muitas vezes é no mais simples onde encontramos mais beleza”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Torinno</strong></p>
<p></p>
<p>Estreante na SPFW, a marca de Luis Fiod apresentou um streetwear com um apelo sofisticado. Esta coleção tem três pilares: floresta, campo militar e demolição. E os shapes e as estampas acompanham os moods. Aliás, as cores e estampas se destacaram em uma marca que se permite fugir do básico. Destaque para os looks de couro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Amir Slama</strong></p>
<p></p>
<p>As estampas vindas diretamente de um paraíso tropical completam a já conhecida sensualidade proposta pelo estilista. Em looks quase andróginos nessa coleção desfilada na SPFW 46, apresentou shorts curtos e justos junto de uma camisa cache-coeur por exemplo – em versão masculina. Diferentes versões de florais, estampas com frutas, laise, cetim e microssungas completam o pot-pourri que não sei se vamos ver por aí, mas valem o comentário pela ousadia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ronaldo Fraga</strong></p>
<p></p>
<p>Como sempre nos desfiles do estilista mineiro, a crítica social assume o mesmo peso da moda – e justamente por isso agrada. O tema do desfile apresentado semana passada na SPFW 46 era o conflito entre palestinos e israelenses, um drama que já derramou muito sangue.  “Meu desfile não é sobre paz. Meu desfile é sobre tolerância”, falou nos bastidores se referindo ao tenso clima político no Brasil. Nas roupas, trouxe algumas características do vestuário ortodoxo judaico e do árabe, com acessórios como os chapéus usados pelos judeus ou o lenço palestino, mas, de maneira geral, quis propor um look que poderia ser comum a ambas as culturas. “Por isso a base da coleção é a camisa: ela veste todos, palestinos e israelenses”, resumiu. Detalhe: mais de 90% da coleção é jeans, com uma ou outra sarja (e linho).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cotton Project</strong></p>
<p></p>
<p>A Cotton Project faz um paralelo entre o documentário “Hypernormalisation”, de Adam Curtis, e o atual cenário em que vivemos. Pelo olhar de Rafael Varandas, a grife explora o conceito em que é impossível decodificar o que é real e o que é ficção. O ponto de partida da coleção é feita pelo estereótipo do turista de veraneio ao redor do mundo, tendo seu start na década de 60, no Hotel  Du Cap, na Riviera Francesa até os dias de hoje. O resultado é um casual chic onde as cores e as estampas deram o tom.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ratier</strong></p>
<p></p>
<p>O encontro da natureza com a essência urbana de uma marca foi o que se viu no desfile da Ratier na SPFW 46. Como? Com o linho lado a lado do neoprene e com as estampas de cavalo criadas pela artista Sophia Viesi. Um dos destaques da coleção foi a aposta em peças únicas, tanto literalmente (como os macacões) como de maneira visual e looks monocromáticos de calças + camisas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>João Pimenta</strong></p>
<p></p>
<p>O estilista escolheu usar o sincretismo religioso como tema central de seu desfile masculino. “Quis juntar todos os deuses, porque precisamos muito acreditar em algo neste momento”, diz. Nos shapes, Pimenta colocou lado a lado modelos mais próximos do corpo, como a calça flare, com cortes amplos, como as calças de pernas largas. Também vimos cortes oversized, como o paletó, a calça de alfaiataria amarela e as jaquetonas longas e grandonas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Piet</strong></p>
<p></p>
<p>A marca de Pedro Andrade tem se mostrado mestra em equilibrar design e funcionalidade. Em sua coleção de estreia na SPFW, ele se inspira em esportes outdoor como montanhismo e trekking. A coleção começa mais urbana, com looks de alfaiataria e vai entrando na natureza com referência às marcas clássicas de esportes outdoor, como North Face e Patagonia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Handred</strong></p>
<p></p>
<p>A estética barroca mineira de Ouro Preto foi interpretada de maneira modernista nessa apresentação da Handred na SPFW 46. André Namitala, diretor criativo da marca, propõe uma coleção sem gênero e mais próxima do guarda-roupa masculino que do feminino – entenda-se conjuntos amplos tipo pijamas com camisas e calças ou shorts, camisaria, citações a fraques, blazers e alfaiataria em geral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cacete Company</strong></p>
<p></p>
<p>Tendo à frente a dupla Raphael Ribeiro e Tiago Carvalho, a marca apresenta sua estética erótica, mas amplia a linha de produtos – antes focada no underwear – e o resultado é uma coleção forte, vibrante e ousada. Quer um exemplo? Uma foto pixelizada de uma cena de sexo oral – ou a ilustração de Izumi Sanma que fetichizou o esporte aquático desenhando a “chuva de ouro”, fetiche do universo gay. Tudo estampando looks em usam jeans, cetim, malha, chiffon de seda e tule.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os destaques masculinos da CasaCor Rio 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2018 22:16:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetos]]></category>
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		<category><![CDATA[decoracao]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vai até o próximo dia 4 de novembro a CasaCor Rio, mais importante evento de decoração da cidade. Este ano, o evento ocupa a antiga sede do grupo Monteiro Aranha, uma propriedade na Glória que conta com um prédio de dez andares, uma casa em estilo colonial e área aberta de 2,5 mil m². Construído na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vai até o próximo dia 4 de novembro a CasaCor Rio, mais importante evento de <strong><a href="https://marciahamaoka.com/tendencia-de-decoracao-preto-fosco/">decoração</a></strong> da cidade. Este ano, o evento ocupa a antiga sede do grupo Monteiro Aranha, uma propriedade na Glória que conta com um prédio de dez andares, uma casa em estilo colonial e área aberta de 2,5 mil m². Construído na década de 1920, o prédio de dez andares teve uso residencial por mais de 50 anos. Na década de 1970, após um retrofit comandado pelo arquiteto Edmundo Musa passou a ter uso corporativo. Cerca de 20 anos mais tarde, foi ocupado pelas empresas do grupo Monteiro Aranha. Agora, a CasaCor Rio apresenta um novo tipo de propriedade mista, em que residencial, comercial e lazer aparecem juntos.</p>
<p></p>
<p>A mostra, que tem como tema “A Casa Viva”, é composta por 42 ambientes, e destaca a harmonia com a natureza, a convivência e as memórias afetivas. Eu fiquei encantada principalmente com os ambientes com <strong><a href="https://marciahamaoka.com/decoracao-para-homem-ver/">elementos masculinos</a></strong>, como cores mais sóbrias mescladas ao verde das plantas, bem integrado à decoração. Aliás, o jardim pareceu ser um dos lugares mais lindos, mas não pude aproveitar porque chovia a cântaros no dia em que estive lá. A vista do rooftop também era um ponto alto, mas não rolou fotografar pela mesma razão.</p>
<p></p>
<p>Vamos então aos ambientes que mais se destacaram na CasaCor Rio na minha opinião:</p>
<p></p>
<p>Seguindo o estilo sóbrio, o Studio Premium de Fabio Bouillet e Rodrigo Jorge é decorado com tons de cinza e preto, sem perder a descontração carioca. No quarto, o pé-direito mais baixo, as paredes revestidas com painéis de madeira e a supercama Auping garantem um clima acolhedor.</p>
<p></p>
<p>O Loft do Homem, assinado por Mauricio Nóbrega, traz as plantas como parte importante da decoração e inclui suíte com estar, cozinha, varanda, estúdio de fotografia e até banheiro ao ar livre.</p>
<p></p>
<p>A Área de Convivência de Camila Ramundo, Maria Carolina Valim e Danilo Ferreira foi criada para ser um local de convivência de coworking e une a funcionalidade da copa, o conforto do sofá central em um visual impecável.</p>
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