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	<title>Arquivos Cultura - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos Cultura - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Um dia (artsy) na mostra de Ai Weiwei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 14:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do artista chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool. Artista conhecido no mundo todo como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Foi demais! A convite da Amsterdam Sauer, fomos a São Paulo para ver a primeira exposição do <a href="http://marciahamaoka.com/luiz-philippe-e-arte-que-engana-os-olhos/">artista</a> chinês Ai Weiwei no Brasil, intitulada “Ai Weiwei Raiz”, que acontece até 20 de janeiro na Oca. Era uma visita especial, guiada pelo João Paulo de Siqueira Lopes,  da Art Consulting Tool.</div>
<div>Artista conhecido no mundo todo como um dos mais importantes da arte contemporânea, Ai Weiwei se autodenomina um ARCTIVIST (uma brincadeira com as palavras artista e ativista).</div>
<div>Atualmente, Ai Weiwei mora em Berlim, na Alemanha, pois já teve seu ateliê destruído três vezes na China. A razão? Uma das principais temáticas do seu trabalho é uma crítica voraz ao governo do país. Suas obras sempre trazem referências à cultura chinesa, como o crisântemo, o panda, a jade e a madeira. Outro elemento muito presente é a questão dos refugiados pelo mundo.</div>
<div>E tudo isso a gente pôde ver nas obras que estão na mostra da Oca, com curadoria de Marcello Dantas. Uma de suas obras mais icônicas, a “Dropping a Han Dynasty Urn” (deixando cair uma urna da Dinastia Han), veio ao Brasil. Trata-se de uma sequência de três fotos (imagem que abre esse post) que mostra a urna sendo intencionalmente jogada no chão. Detalhe: trata-se de um objeto de culto, pois estas urnas eram usadas em cerimônias há cerca de 2000 anos na Dinastia Han. Para fotografar a cena, Ai Weiwei conseguiu comprar algumas urnas, mas outras foram pintadas.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Sunflower Seeds”
</div>
<div></div>
<div>Difícil escolher a obra mais impactante entre as que vi, mas a &#8220;Sunflower Seeds” (2010) é impressionante pelo número de “sementes de girassol” feitas de cerâmica e pintadas uma a uma por 1600 artistas.</div>
<div>
 F.O.D.A., obra inspirada no Brasil
</div>
<div></div>
<div>Entre as obras inspiradas no Brasil, me chamou a atenção “F.O.D.A.”, que está à venda pela ArtEEdições e é composta por uma fruta-do-conde, uma ostra, um cacho de dendês e um abacaxi.</div>
<div></div>
<div>
 A obra “Forever Bicycles”
</div>
<div></div>
<div>Por fim, para fechar com chave de ouro, na saída da exposição está a obra gigante “Forever Bicycles”: são 1254 bicicletas que representam o trabalho autômato na China. Afinal, se não criticasse o governo chinês até o último minuto, não seria Ai Weiwei, né?</div>
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		<title>Rolex, o livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 16:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é aficionado por relógios, não vai querer perder essa: a editora Assouline acaba de lançar o livro Rolex: The Impossible Collection, com detalhes da história de uma das marcas mais famosas do planeta. À venda no site da editora por US$845, a publicação tem 194 páginas e mais de 200 ilustrações. Entre elas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é aficionado por <strong><a href="https://marciahamaoka.com/como-escolher-um-relogio/">relógios</a></strong>, não vai querer perder essa: a editora Assouline acaba de lançar o livro Rolex: The Impossible Collection, com detalhes da história de uma das marcas mais famosas do planeta. À venda no <strong><a href="https://www.assouline.com/products/rolex-the-impossible-collection">site da editora</a></strong> por US$845, a publicação tem 194 páginas e mais de 200 ilustrações. Entre elas, fotos históricas, campanhas publicitárias e, claro, todos os modelos de relógio lançados em seus 113 anos de existência.</p>
 Hans Wilsdorf, em 1942
<p>Essa trajetória começou em 1905 pelas mãos do empresário Hans Wilsdorf, que começou sua carreira com uma loja de distribuição de relógios em Londres. Em uma época em que os relógios de bolso predominavam, Wilsdorf resolveu criar uma marca de relógios de pulso precisos, mas na época os modelos ainda eram extremamente delicados e suscetíveis a serem desregulados pelo contato com a água e a poeira. Depois de muitas pesquisas e testes surgia o Oyster, modelo mais emblemático da Rolex até hoje.</p>
 Primeiro Oyster com esse formato quadrado, de 1926
<p>O livro traz ainda diversas curiosidades sobre a marca, como a escolha do nome Rolex. Entre os critérios para sua escolha estavam: tinha que ter no máximo cinco letras, ser fácil de pronunciar em qualquer língua, fácil de lembrar e possível de escrever com elegância em qualquer modelo de relógio.</p>
 Hans Wilsdorf em ação
<p>Mas a Rolex entrou mesmo para a história graças a uma genial jogada de marketing: nos anos 50, patrocinou o alpinista Sir Edmund Hillary em sua escalada ao Everest, que bateu diversos recordes à época e mostrou a resistência dos relógios da marca. Daí em diante, repetiu façanhas com mergulhadores e pilotos de avião para mostrar que nada seria obstáculo ao funcionamento de suas joias.</p>
<p></p>
<p>A história foi tão bem escrita que hoje um Rolex antigo vale tanto quanto – ou até mais que – um novo. Modelos históricos, como o que pertenceu a Paul Newman, batem inclusive outro recorde: o de preço. Em um leilão realizado em outubro do ano passado, a relíquia (acima) atingiu o patamar de US$17,75 milhões e se tornou o relógio mais caro do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>The Phluid Project, a nova loja genderfree de NY</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2018 21:47:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Genderfree, genderless, a-gender&#8230; chame como quiser, a verdade é que a moda livre da divisão por gêneros – feita para meninos, meninas e menines – veio para ficar e eu acho interessantíssimo. Todas as peças servem para todos e respeitam o individualismo. Nessa minha última ida a Nova York, ao sair do ateliê de um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Genderfree, genderless, <a href="https://marciahamaoka.com/como-usar-estampas-nas-colecoes-de-verao/">a-gender</a>&#8230; chame como quiser, a verdade é que a moda livre da divisão por gêneros – feita para meninos, meninas e menines – veio para ficar e eu acho interessantíssimo. Todas as peças servem para todos e respeitam o individualismo.</p>
<p></p>
<p>Nessa minha última ida a Nova York, ao sair do ateliê de um artista, a caminho de uma galeria de arte, conheci por acaso a loja <a href="thephluidproject.com">The Phluid Project</a>, que tem essa característica genderfree. Eles têm acessórios, roupas, maquiagem e sex toys, e promovem uma nova experiência em compras.</p>
<p></p>
<p>Dessa vez, eu não comprei nada, mas uma amiga levou uma peça de roupa inusitada e em prata, que está super ‘in’. O conceito é “empoderar os indivíduos a serem eles mesmos, se expressarem abertamente, sem julgamento ou medo – apenas liberdade”. Achei o máximo.</p>
<p></p>
<p>A loja genderfree, autointitulada como “parte comércio, parte comunidade”, tem um ambiente divertido e leve, e fica na Avenida Broadway, 684. Vale a visita!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nos bastidores com Hitchcock</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2018 21:22:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda falando em exposições bacanas em São Paulo, “Hitchcock – Bastidores do suspense”,  mostra em cartaz até o dia 21 de outubro no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, é programação imperdível para quem gosta de cinema e das histórias por trás dele. Com curadoria de André Sturm, cineasta e ex-diretor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://marciahamaoka.com/laura-lima-arte-slow-fashion/">Ainda falando</a></strong> em exposições bacanas em São Paulo, “Hitchcock – Bastidores do suspense”,  mostra em cartaz até o dia 21 de outubro no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, é programação imperdível para quem gosta de cinema e das histórias por trás dele.</p>
<p>Com curadoria de André Sturm, cineasta e ex-diretor do MIS, a exposição busca traçar um panorama da vida e obra do diretor, falecido em 1980, com uma cenografia imersiva e interativa, que propõe levar o visitante a um set de filmagem.</p>
<p></p>
<p>O objetivo é apresentar a faceta controladora e detalhista de um dos maiores diretores de cinema da história. Os bastidores de seus filmes têm muita história para contar porque o britânico cuidava de todas as etapas e processos de seus filmes, desde o pré-roteiro até a finalização e edição dos longas, passando pela direção de arte, direção de fotografia e até indicação de como seria o design do pôster e seu plano de divulgação.</p>
<p></p>
<p>A exposição sobre Hitchcock no MIS apresenta aspectos que tornaram suas obras audiovisuais grandes sucessos, com técnicas e elementos artísticos à frente do seu tempo. Desde uma grande coleção pessoal de fotos e manuscritos de Alfred Hitchcock, doados pela única filha do cineasta, Patrícia Hitchcock, e por sua neta, Tere O’Connell Nickel, até peças garimpadas em acervos pessoais e de instituições (como a CEDOC TV Cultura).</p>
<p>São manuscritos, storyboards, croquis de figurinos, cartazes e materiais de divulgação dos filmes, como kits de imprensa e matérias de jornais e revistas. Sem contar um rico material audiovisual, caso de trechos de filmes do início da carreira do diretor, que assina grandes clássicos dos anos 40, 50 e 60. Entre os destaques, “A sombra de uma dúvida”(1943), “Janela indiscreta” (1954), “Um corpo que cai” (1958), “Psicose” (1960) e “Os pássaros” (1963).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotos: Reprodução/Instagram @mis_sp</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Laura Lima, o espaço sideral e o slow fashion</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Aug 2018 14:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho da mineira Laura Lima tem chamado muito minha atenção ultimamente. Em junho, quando estive em Milão (não viu? Clique aqui!), eu tive a oportunidade de ver a exposição da artista na Fondazione Prada, que vai até 22 de outubro. Com o projeto “Horse Takes King”, Laura Lima apresentou um experimento excêntrico em que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho da mineira Laura Lima tem chamado muito minha atenção ultimamente. Em junho, quando estive em Milão (não viu? <strong><a href="https://marciahamaoka.com/os-destaques-da-semana-de-moda-masculina-de-milao/">Clique aqui!</a></strong>), eu tive a oportunidade de ver a exposição da artista na Fondazione Prada, que vai até 22 de outubro.</p>
 Mostra de Laura Lima na Fondazione Prada
<p>Com o projeto “Horse Takes King”, Laura Lima apresentou um experimento excêntrico em que buscava alterar os sentidos do espectador, instalando na Cisterna do museu três grandes esculturas para expressar um sistema taxonômico que remete ao absurdo. Nesse sentido, “Bird” (2016), “Pendulum” (2018) e “Telescope” (2018) se apresentam ao observador como um sistema gravitacional com uma configuração em linha reta de três corpos celestes.</p>
<p>Para quem quiser conhecer de perto o trabalho de Laura Lima, mas não tiver uma viagem marcada para a Itália, a Pinacoteca de São Paulo traz uma mostra da artista até o dia 8 de outubro. Intitulada de “Alfaiataria”, a exposição acontece ao vivo. Ou seja, à medida em que as obras vão sendo realizadas, elas são penduradas no octógono, onde já se apresentaram artistas importantes do cenário das artes. As molduras de Laura me fizeram lembrar de um tríptico que vi e quase comprei na Art Basel de Miami em 2013.</p>
<p></p>
<p>Os alfaiates que trabalham na mostra são formados pela Associação dos Alfaiates de São Paulo. Eu adorei a ideia porque é uma valorização de profissionais novos no mercado graças ao slow fashion, que está em alta por trazer uma reflexão sobre o tempo e o valor do trabalho.</p>
<p></p>
<p>Além do mais, curti porque achei muito diferente ver essa contemporaneidade ao lado de obras de artistas célebres como Tarsila do Amaral, Guignard, Pancetti e Brecheret. Vale a visita.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>As melhores fotos feitas com drone em 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 15:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[premiação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O céu é o limite nessa competição”, anuncia o site do Drone Awards, premiação que elege as melhores fotos feitas com drone. A edição 2018 anunciou semana passada os vencedores e as imagens são de cair o queixo. O Drone Awards elege os melhores em seis categorias, entre amadores e profissionais e, este ano, recebeu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“O céu é o limite nessa competição”, anuncia o site do <strong><a href="https://droneawards.photo/">Drone Awards</a></strong>, premiação que elege as melhores fotos feitas com <strong><a href="https://marciahamaoka.com/drone-com-design/">drone</a></strong>. A edição 2018 anunciou semana passada os vencedores e as imagens são de cair o queixo.</p>
<p>O Drone Awards elege os melhores em seis categorias, entre amadores e profissionais e, este ano, recebeu mais de 4.400 inscrições, vindas de 101 países. A iniciativa de premiar as melhores fotos feitas com drone é da Art Photo Travel Association, que percebeu um nicho cada vez mais crescente de produção de imagens (espetaculares, diga-se de passagem).</p>
<p>Só no ano passado foram 3 milhões de drones produzidos e vendidos, um número 39% maior em relação a 2016. “Separamos essa premiação dos demais prêmios de fotografia propositalmente, diz o site da Art Photo Travel Association, que elegeu cinco jurados para selecionarem os vencedores.</p>
<p>A foto do ano é que abre esse post. Intitulada Above The Polar Bear, é de autoria de Florian Ledoux. No mínimo, impressionante. Confira agora as fotos feitas com drone campeãs nas seis categorias:</p>
<p><strong>Abstrato</strong></p>
 Weather Snake (Ovi D Pop)
<p><strong>Natureza</strong></p>
 Mada in Saleh (Gabriel Scanu)
<p><strong>Pessoas</strong></p>
 Pilgrimage of Millions of People (Qinghua Shui)
<p><strong>Esporte</strong></p>
 Skating Shadows (Vincent Riemersma)
<p><strong>Vida Selvagem</strong></p>
 Blacktip Shark (Adam Barker)
<p><strong>Urbano</strong></p>
 Assisi over the clouds (Francesco Cattuto)
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição imperdível sobre futebol em Florença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 16:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E já sabemos qual será a final da Copa do Mundo da Rússia. A decisão do campeonato de futebol ficará entre França – nossos algozes em 1998 – e a Croácia, quem diria. Sim, a Croácia é o maior símbolo da Copa das zebras, com placares inacreditáveis e uma ausência mais que sentida: a Itália. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E já sabemos qual será a final da Copa do Mundo da Rússia. A decisão do campeonato de futebol ficará entre França – nossos algozes em 1998 – e a Croácia, quem diria. Sim, a Croácia é o maior símbolo da Copa das zebras, com placares inacreditáveis e uma ausência mais que sentida: a Itália.</p>
<p>Tão apaixonados quanto os brasileiros, os italianos ficaram arrasados com o fato de não terem passado das eliminatórias e até uma exposição fizeram para homenagear os fãs da Azzurra. Em cartaz até 22 de julho no Complesso di Santa Maria Novella, em Florença, a mostra “Fanatic Feelings: Fashion Plays Football” foi lançada junto com o <a href="https://marciahamaoka.com/o-melhor-do-pitti-uomo-2018/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pitti Uomo</strong></a> e está imperdível, não só para quem gosta do esporte. Isso porque ela relaciona moda e futebol.</p>
<p></p>
<p>Com curadoria de Markus Ebner, fundador das revistas de moda alemãs Achtung Mode e Sepp Football Fashion, e Francesco Bonami, crítico de arte contemporânea, a mostra é uma apresentação multimidiática das relações entre os dois universos.</p>
<p></p>
<p>A começar pelo impacto do futebol no universo da moda masculina – com a fusão entre alfaiataria e sportswear – e seguindo pelas celebridades, a exposição traz um panorama bem interessante. Quer ver?</p>
<p></p>
<p>Não é de hoje que designers criam coleções inteiras inspiradas no esporte, nem que os jogadores de futebol ocupam a primeira fila em desfiles de moda ou até estrelam como modelos em campanhas. Pois é. Para mostrar isso, ilustrações de Karl Lagerfeld e Hiroshi Tanabe de jogadores de futebol famosos se combinam aos ricos arquivos da revista Sepp Football Fashion, de 2002 a 2018, com jogadores como Kaká, Edinson Cavani, Jérôme Boateng ou Mesut Özil. Também é bacana a apresentação do documentário “Zidane: Um retrato do século 21”.</p>
<p></p>
<p>A exposição também traça a vida de ícones de futebol e entusiastas da moda, como George Best, Eric Cantona ou Gigi Meroni, que ajudaram a criar laços estreitos entre o futebol e os looks masculinos. E uma seção especial de fotos de street style destacará David Beckham, Neymar e Franck Ribéry em suas roupas de lazer. É claro que também tem um espaço para a seleção italiana, a Azzurra, em uma sala que celebra a história, a tradição e os valores do futebol italiano. Fanáticos não podem perder.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tem Muji (pop up) em São Paulo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2018 21:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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		<category><![CDATA[japão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Notícia ótima para quem mora em São Paulo ou deve passear por lá esse mês: a Muji, uma loja japonesa que é minha favorita de coisinhas para escritório e para casa, abriu uma unidade pop up, que fica até o dia 22 desse mês na Japan House – endereço que já vale o passeio, tanto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Notícia ótima para quem mora em São Paulo ou deve passear por lá esse mês: a Muji, uma loja japonesa que é minha favorita de coisinhas para escritório e para casa, abriu uma unidade pop up, que fica até o dia 22 desse mês na Japan House – endereço que já vale o passeio, tanto pela arquitetura quanto pela exposição temporária “Aromas e Sabores”, uma imersão na cultura japonesa pelo paladar.</p>
<p></p>
<p>Ocupando 218 metros quadrados no térreo da Japan House, a Muji oferece uma experiência completa pela simplicidade do <a href="https://marciahamaoka.com/5-impressionantes-padarias-design/" target="_blank" rel="noopener">design </a>japonês. A filosofia da marca é a praticidade do processo de fabricação e a funcionalidade dos produtos. Incentivando um consumo racional, nada aqui é demais ou sobra.</p>
<p></p>
<p>A seleção feita para a Muji pop up em São Paulo traz itens de papelaria, decoração e organização. Entre os destaques estão as malas de viagem (a partir de R$ 1.800), os pufes (a partir de R$ 1.600), os cadernos de papel reciclado (a partir de R$ 9) e as almofadas de pescoço (R$158). E atenção para os detalhes dessas almofadas: preenchidas com cerca de 5 milhões de micropérolas, elas prometem se encaixar perfeitamente no formato do pescoço.</p>
<p></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Muji</strong></p>
<p></p>
<p>Fundada no Japão em 1980, a Mujirushi Ryohin, (Muji em japonês se traduz como “artigos de qualidade sem marca”) oferece uma ampla variedade de produtos, incluindo papelaria, vestuário e alimentos. Baseia-se em três princípios fundamentais desde sua fundação: seleção de materiais e simplificação de processos e de embalagens. A loja pop up funciona de terça a sábado das 10 às 22 horas e aos domingos e feriados das 10 às 18 horas.</p>
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		<title>Elton John veste Gucci em turnê de despedida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 21:31:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Um dos maiores ícones de estilo da música mundial anunciou recentemente sua aposentadoria. Depois de 33 álbuns de sucesso, Elton John, 70 anos, disse que sua nova prioridade é a família. “Tenho dois filhos e um marido, quero ser parte da vida deles”, falou. O cantor sairá, porém, em uma turnê de despedida, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2018/03/Gucci-veste-Elton-John.jpg"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos maiores ícones de estilo da música mundial anunciou recentemente sua aposentadoria. Depois de 33 álbuns de sucesso, Elton John, 70 anos, disse que sua nova prioridade é a família. “Tenho dois filhos e um marido, quero ser parte da vida deles”, falou.</p>
<p>O cantor sairá, porém, em uma turnê de despedida, a Farewell Yellow Brick Road, que deve partir dos Estados Unidos no dia 8 de setembro e vai rodar o mundo por três anos. O que está dando o que falar é o figurino escolhido por Elton John.</p>
<p>Assinados por ninguém menos que Alessandro Michele, diretor criativo da Gucci, os looks trazem a exuberância que é sua assinatura. Michele já se inspirou em John na coleção verão 2018 da Gucci e agora chegou o momento de retribuir.</p>
<p>A jaqueta bordada nas costas com as iniciais EHJ, de Elton “Hercules” John, é uma das it-peças. Mas se a gente quiser ver de perto vai precisar viajar, pois a turnê não tem o Brasil na agenda.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Arquitetura em mostra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2018 13:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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		<category><![CDATA[Zaha Hadid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Galeria da Universidade das Artes de Bournemouth (AUB) em colaboração com a Faculdade de Arte, Design e Arquitetura da Universidade e Zaha Hadid Architects (ZHA) apresentam a mostra “Zaha Hadid Architects: Evolution”, uma exposição que explora como o estúdio da falecida arquiteta iraquiana desenvolveu seus processos de design ao longo da últimos trinta anos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2018/02/Zah-Hadid-exposição.jpg"></a></p>
<p>A Galeria da Universidade das Artes de Bournemouth (AUB) em colaboração com a Faculdade de Arte, Design e Arquitetura da Universidade e Zaha Hadid Architects (ZHA) apresentam a mostra “Zaha Hadid Architects: Evolution”, uma exposição que explora como o estúdio da falecida arquiteta iraquiana desenvolveu seus processos de design ao longo da últimos trinta anos para criar alguns dos edifícios mais criativos do mundo.</p>
<p>Apresentando o arquivo de design completo de um edifício criado pelo ZHA &#8211; o Centro de Arte Contemporânea em Cincinnati, EUA &#8211; juntamente com projetos atuais que usam processos de design digital, como realidade virtual, a exposição descreve a jornada do escritório de arquitetura ao passar dos métodos analógicos para os digitais.</p>
<p>Cada um dos projetos baseia-se em mais de trinta anos de exploração e pesquisa nos campos de urbanismo, arquitetura e design. A exposição detalha a progressão do trabalho dos arquitetos: desde os primórdios desconstrutivistas de Zaha Hadid até a fluidez dos projetos atuais apresentados na forma de impressões 3D.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2018/02/ZHA_Lois-and-Richard-Rosenthal-Center-for-Contemporary-Art-Cincinatti_Relief-model-1997-2003.jpg"></a></p>
<p>Através de modelos feitos à mão, esboços, desenhos, renderizações de computador, animações, pinturas, modelos impressos em 3D, protótipos e vídeos, a exposição oferece uma visão das diferentes mídias que desempenharam um papel fundamental no desenvolvimento de projetos em toda a história do escritório ZHA.</p>
<p>A mostra, com curadoria de Christian McLening e Woody Yao, vai até o dia 19 de abril.</p>
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