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	<title>Arquivos NY - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos NY - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>The Phluid Project, a nova loja genderfree de NY</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2018 21:47:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Genderfree, genderless, a-gender&#8230; chame como quiser, a verdade é que a moda livre da divisão por gêneros – feita para meninos, meninas e menines – veio para ficar e eu acho interessantíssimo. Todas as peças servem para todos e respeitam o individualismo. Nessa minha última ida a Nova York, ao sair do ateliê de um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Genderfree, genderless, <a href="https://marciahamaoka.com/como-usar-estampas-nas-colecoes-de-verao/">a-gender</a>&#8230; chame como quiser, a verdade é que a moda livre da divisão por gêneros – feita para meninos, meninas e menines – veio para ficar e eu acho interessantíssimo. Todas as peças servem para todos e respeitam o individualismo.</p>
<p></p>
<p>Nessa minha última ida a Nova York, ao sair do ateliê de um artista, a caminho de uma galeria de arte, conheci por acaso a loja <a href="thephluidproject.com">The Phluid Project</a>, que tem essa característica genderfree. Eles têm acessórios, roupas, maquiagem e sex toys, e promovem uma nova experiência em compras.</p>
<p></p>
<p>Dessa vez, eu não comprei nada, mas uma amiga levou uma peça de roupa inusitada e em prata, que está super ‘in’. O conceito é “empoderar os indivíduos a serem eles mesmos, se expressarem abertamente, sem julgamento ou medo – apenas liberdade”. Achei o máximo.</p>
<p></p>
<p>A loja genderfree, autointitulada como “parte comércio, parte comunidade”, tem um ambiente divertido e leve, e fica na Avenida Broadway, 684. Vale a visita!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Viagem ao fundo do mar&#8230; em NY!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 20:38:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é mais preciso entrar no mar para ter uma verdadeira experiência submarina. É que a National Geographic acaba de lançar um impressionante centro de entretenimento com esse propósito em pleno centro de NY. Trata-se da Ocean Odissey. “Não é um filme. Não é realidade virtual. Estamos te tirando da sua cadeira para te levar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é mais preciso entrar no mar para ter uma verdadeira experiência submarina. É que a National Geographic acaba de lançar um impressionante centro de entretenimento com esse propósito em pleno centro de NY.</p>
<p>Trata-se da <a href="https://natgeoencounter.com/" target="_blank"><strong>Ocean Odissey</strong></a>. “Não é um filme. Não é realidade virtual. Estamos te tirando da sua cadeira para te levar a uma jornada interativa pelo mar”, diz o site do local. Para criar esse entretenimento para gente grande, a National Geographic reuniu artistas, cientistas e fotógrafos, tudo circundado de uma tecnologia de ponta, presente nas 10 salas do ambiente.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/nat-geo2.jpg"></a></p>
<p>Todas levam o visitante a uma imersão no Oceano Pacífico, na costa oeste da América do Norte. Tudo nesse espaço de 5.500 metros quadrados é pensado em detalhes. A barreira de corais foi criada graças à Fotogrametria, uma técnica que extrai de fotografias métricas a forma, as dimensões e a posição dos objetos nelas contidos. Neste caso, os corais das Ilhas Salomão foram capturados em mais de 1.300 imagens, para uma reprodução perfeita.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/nat-geo4.jpg"></a></p>
<p>Outros espécimes marinhos impressionantes estão por lá, como a Lula-de-humboldt, uma enorme espécie de lula que pode medir até 1,5 metro e pesar 45 quilos. O piso bioluminescente, as telas touchscreen, os hologramas e os jogos interativos completam o clima.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/nat-geo3.png"></a></p>
<p>A Ocean Odyssey fica na Times Square, no número 226 da West 44th Street. Os ingressos, que podem ser comprados antecipadamente <a href="https://natgeoencounter.com/ticketing/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> custam US$40 para adultos e US$32,50 para crianças de menos de 12 anos. Imperdível!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O melhor restaurante do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 19:26:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os anos, os grandes chefs do planeta aguardam duas datas: uma delas é o lançamento do Guia Michelin de seu país (ou cidade). A outra foi hoje, quando a revista Restaurant divulgou sua lista com os 50 melhores restaurantes do mundo. O único brasileiro entre os 50 melhores colocados foi o D.O.M, de Alex [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/04/abre1.jpg"></a></p>
<p>Todos os anos, os grandes chefs do planeta aguardam duas datas: uma delas é o lançamento do Guia Michelin de seu país (ou cidade). A outra foi hoje, quando a revista <a href="http://www.theworlds50best.com" target="_blank"><strong>Restaurant</strong></a> divulgou sua lista com os 50 melhores restaurantes do mundo. O único brasileiro entre os 50 melhores colocados foi o D.O.M, de Alex Atala, mas ele caiu da 11ª para a 16ª posição.</p>
<p>Mas foi o topo da lista a maior surpresa. O Osteria Francescana, do chef italiano Massimo Bottura, que vinha na primeira posição há dois anos, cedeu o Olimpo gastronômico ao Eleven Madison Park, de Daniel Humm, que fica em Nova York.</p>
<p>Humm nasceu na Suíça e entrou na cozinha pela primeira vez profissionalmente aos 14 anos. Apenas dez anos depois veio sua primeira estrela Michelin. Ele se tornou chef do Eleven Madison Park em 2006 e acabou comprando o restaurante de seu antigo proprietário, Danny Meyer, em 2011.</p>
<p>Hoje, em menu-degustação por lá, que tem de oito a dez pratos, custa US$295, com o serviço incluído. A poucos passos do charmoso Madison Square Park, o Eleven tem um ambiente Art Déco e um serviço primoroso: reza a lenda que para aprender a servir água comme il faut, os garçons são treinados por 10 meses.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/04/Eleven.jpg"></a></p>
<p>Sem contar, é claro, a cozinha. Segundo Pete Wells, crítico do jornal The New York Times, Daniel Humm é “um neoclassicista, um mestre de podar os excessos antiquados da alta cozinha tradicional – que forma sua base – para deixar os prazeres mais modernos e diretos”. Basta olhar para seu prato-assinatura (acima), um pato assado que sofre variações de acordo com a estação: ora é servido com mel e lavanda, ora aparece acompanhado de nabos e berries.</p>
<p>Deu água na boca?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A era disco, por Bill Bernstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2017 18:49:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Década de 1970. Nova York. Ao ler isto o que você visualiza imediatamente? A cena disco, é claro – que morreria logo no início dos anos 80. E é justamente este o tema do livro de fotografias “Disco: The Bill Bernstein Photographs” (Reel Art Press, 176 pág.), com imagens PB do retratista americano. Ele chegou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/01/4.jpg"></a></p>
<p>Década de 1970. Nova York. Ao ler isto o que você visualiza imediatamente? A cena disco, é claro – que morreria logo no início dos anos 80. E é justamente este o tema do livro de fotografias “Disco: The Bill Bernstein Photographs” (Reel Art Press, 176 pág.), com imagens PB do retratista americano.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/01/3.jpg"></a></p>
<p>Ele chegou ao icônico Studio 54 para uma pauta fotográfica que consistia em retratar a mãe do ex-presidente americano Carter em um evento. Mas o evento acabou, e Bernstein resolveu ficar. Decidiu ali mesmo, na porta do club, comprar dez rolos de filmes de um fotógrafo que estava no local.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/01/2.jpg"></a></p>
<p>“Uma das primeiras imagens que vi foi o casal que está na capa deste livro. A imagem me lembrava um cabaré pré-Guerra e comecei a ver cenas que me remetiam àquela época. E eu vi momentos de libertação gay, de igualdade dos sexos e das raças, transgêneros dançando livremente&#8230; não havia julgamento na pista de dança e uma nova tecnologia no sistema de som superestimulava os sentidos”, lembra o fotógrafo. Ele se diz feliz por ter retratado os últimos momentos dessa onda musical, que começou a desmoronar quando o Studio 54 foi fechado devido a evasão de divisas.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/01/1.jpg"></a></p>
<p><a href=" https://vimeo.com/130038729" target="_blank"><b>Aqui neste vídeo</b></a> Bill Bernstein conta mais sobre os bastidores da produção do livro, que foi lançado em 2015 e acaba de ganhar uma versão de luxo (acima), em edição limitada a 100 exemplares assinados e numerados, que vêm em uma caixa com a foto do Studio 54 e <a href="http://www.reelartpress.com/" target="_blank"><strong>custam US$950</strong></a>. Para colecionadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Paixão por relógios: a mostra da Patek Philippe vai a NY</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2016 13:40:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das mais tradicionais – e caras – relojoarias do planeta promete uma megaexposição para o ano que vem: segundo o jornal The New York Times, “The Art of Watches, Grand Exhibition New York 2017” deve trazer mais de 400 modelos em uma soma de centenas de milhares de dólares. A exposição, que já passou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/12/mostra-em-2015.jpg"></a></p>
<p>Uma das mais tradicionais – e caras – relojoarias do planeta promete uma megaexposição para o ano que vem: segundo o jornal The New York Times, “The Art of Watches, Grand Exhibition New York 2017” deve trazer mais de 400 modelos em uma soma de centenas de milhares de dólares.</p>
<p>A exposição, que já passou por Londres (na foto que abre este post), Dubai e Munique, deve começar no dia 13 de julho e ficar por 10 dias na mesma mansão renascentista italiana dos anos 20 onde fica o restaurante Cipriani, na 42nd Street. “Sempre estamos pensando em como atingir a geração dos 20 e poucos anos. Mesmo que eles não estejam financeiramente preparados para comprar um relógio de luxo, é legal envolvê-los e mostrar o que é a relojoaria e, especificamente, o que a Patek Philippe é”, explica Larry Pettinelli, presidente da marca.</p>
<p>Em Londres, a exibição atraiu mais de 40.000 visitantes. Em Nova York, por ficar menos tempo, espera trazer 20.000 pessoas para o espaço de 1.400 metros quadrados que vai contar a história da marca. Ao vivo, artesãos da marca vão mostrar técnicas de esmaltação, lapidação e gravação.</p>
<p>Entre os destaques do acervo, está um modelo de bolso do começo do século 20, que pertenceu ao banqueiro Henry Graves Jr. e ao fabricante de automóveis James Ward Packard. O relógio tinha uma “supercomplicação” e foi leiloado pela Sotheby’s em 2014 por US$24 milhões. Apenas uma das preciosidades que poderão ser conferidas in loco, em uma mostra de enlouquecer qualquer aficionado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p data-para-count="571" data-total-count="1158">
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<p>O post <a href="https://marciahamaoka.com/paixao-por-relogios-mostra-da-patek-philippe-vai-ny/">Paixão por relógios: a mostra da Patek Philippe vai a NY</a> apareceu primeiro em <a href="https://marciahamaoka.com">Marcia Hamaoka</a>.</p>
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		<title>Alfaiataria + praia: a combinação bem sucedida da Orlebar Brown</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2016 19:40:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p> Combinar alfaiataria com shorts de praia. Parece uma ideia maluca e bem peculiar, ainda mais na cinzenta Londres, mas na história da marca britânica Orlebar Brown esta estratégia sempre deu certo. Isto desde que foi fundada, em 2007. Detalhe: a proposta era apresentar bermudas para nadar com corte de alfaiataria, que fossem da piscina ou do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;"> </span>Combinar alfaiataria com shorts de praia. Parece uma ideia maluca e bem peculiar, ainda mais na cinzenta Londres, mas na história da marca britânica <a href="http://www.orlebarbrown.co.uk/" target="_blank">Orlebar Brown</a> esta estratégia sempre deu certo. Isto desde que foi fundada, em 2007. Detalhe: a proposta era apresentar bermudas para nadar com corte de alfaiataria, que fossem da piscina ou do mar diretamente a um restaurante descolado.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/07/23.jpg"><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/07/01-orlebar-brown-new-york.jpg"></a></a></p>
<p>Com o tempo, é claro, a grife expandiu seus horizontes, tanto em termo de variedade de roupas quanto acrescentando uma linha feminina e chegando a novos mercados: hoje tem seis lojas em Londres, uma em Cannes, duas em St Tropez, uma na Bélgica, duas na Turquia, uma no México e duas em Nova York, estas inauguradas recentemente.</p>
<p>Hoje, seu DNA representa uma “utopia 60’s”, como a própria marca define, e se inspira nas fotografias icônicas que Slim Aarons fez na Riviera francesa e em Palm Beach durante os anos 60, quando os momentos de lazer eram bem mais sofisticados.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/07/23.jpg"></a></p>
<p>As imagens são tão importantes porque o fundador da label, Adam Brown, era fotógrafo antes de se tornar empresário da moda. Ele conta no site oficial esta história: “Em 2005, viajei em um feriado para celebrar o aniversário de 40 anos de um amigo, no Rajastão. Havia 30 pessoas no grupo que tinham entre 20 e 50 anos. A maioria trabalhava com design e levou roupas interessantes. Mas a verdade é que eu vi ao redor da piscina mulheres bem-vestidas e homens, não. Todos usavam o mesmo estilo de bermuda, com estampas brilhantes. Quando fomos almoçar, todos foram se trocar. Foi vendo esta cena que tive a ideia de lançar a marca”.</p>
<p>Funcionou: hoje, a Orlebar Brown vende suas icônicas bermudas com estampas gráficas por US$275, chapéus Panamá por US$230 e polos de algodão ultraleve por US$200. Porque ser descolado e chic tem seu preço, né?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>NY Fashion Week: Men&#8217;s</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 22:42:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Comprovando a relevância cada vez mais acentuada da moda masculina no mercado mundial, a primeira fashion week da Big Apple dedicada exclusivamente a eles terminou esta semana valorizando tendências que já vimos por outras passarelas. Muita influência do sportswear e propostas mais ousadas em termos de cor e modelagem, mesmo num palco que costuma ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprovando a relevância cada vez mais acentuada da moda masculina no mercado mundial, a primeira fashion week da Big Apple dedicada exclusivamente a eles terminou esta semana valorizando tendências que já vimos por outras passarelas. Muita influência do sportswear e propostas mais ousadas em termos de cor e modelagem, mesmo num palco que costuma ser mais comercial, como é o caso de Nova York.</p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/07/gallery-1437155541-gettyimages-480697152.jpg"></a> Thom Browne<br />Foto: Getty Images
<p>Seria isso uma ameaça ao look mais para bom moço tão característico do público americano? A Esquire fez essa pergunta mas se apressou em tranquilizar os fãs de um dress code mais clássico. Afinal, os designers não são tolos a ponto de abandonar seus consumidores. Ou essa não seria a capital mundial do business!</p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/07/gallery-1437155434-gettyimages-480992864.jpg"></a> Hickey Freeman<br />Foto: Getty Images
<p>Dos mais tradicionais aos mais ousados, a publicação destacou uma tendência a um tom mais casual, despojado e menos de funcionário modelo. Nomes como Michael Kors, John Varvatos e Tommy Hilfiger vieram com padronagens e cores que talvez não sejam muito bem vistas em escritórios mais formais, mas que se mantém impecáveis na elegância. Teve espaço para listras verticais e até um vermelho vivo. Cinzas e navy marcaram presença equilibrando o tom mas as peças estão menos estruturadas. As calças largas que vimos na Europa também pintaram na passarela novaiorquina, assim como o combo blazer + bermuda. Liberdade com elegância, ou, como coloca a Esquire, o prazer de se usar os suits por prazer e não por obrigação.</p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/07/gallery-1437155473-gettyimages-481046148.jpg"></a> Michael Bastian<br />Foto: Getty Images
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		<title>Masculino dominante </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2015 21:20:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em outros tempos relegada a primo pobre na moda, o design de menswear está ganhando status de passaporte para o topo da carreira nas maisons. É o que sugere um artigo do Guardian, inspirado pela contratação de Dao-Yi Chow e Maxwell Osborne como diretores criativos da DKNY. Egressos da Public School, marca premiada com ecos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-decoration: -webkit-letterpress; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75rem; margin-left: 0px; padding: 0px;"><span style="line-height: normal; -webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);"><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/05/2015-05-04-15.41.41.jpg"></a></span></p>
<p style="text-decoration: -webkit-letterpress; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75rem; margin-left: 0px; padding: 0px;"><span style="line-height: normal; -webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);">Em outros tempos relegada a primo pobre na moda, o design de menswear está ganhando status de passaporte para o topo da carreira nas maisons. É o que sugere um artigo do Guardian, inspirado pela contratação de Dao-Yi Chow e Maxwell Osborne como diretores criativos da DKNY. Egressos da Public School, marca premiada com ecos de streetwear, a dupla segue um roteiro que vem se repetindo no mercado.</span></p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/05/2015-05-04-18.48.31.jpg"></a> Raf Simons
<p style="text-decoration: -webkit-letterpress; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75rem; margin-left: 0px; padding: 0px;"><span style="line-height: normal; -webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);">O mesmo acontece na Dior e na Saint Laurent, capitaneadas por Raf Simons e Hedi Slimane respectivamente, ambos oriundos do menswear. Os números também colaboram para a tendência: o crescimento do mercado masculino é uma vez e meia maior que o das mulheres. </span></p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/05/2015-05-04-18.47.37.jpg"></a> Hedi Slimane
<p style="text-decoration: -webkit-letterpress; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75rem; margin-left: 0px; padding: 0px;"><span style="line-height: normal; -webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);">Não por acaso é no selo de Donna Karan, que ajudou a colocar a working woman americana no mesmo patamar do homem com seu power suit na guerra corporativa dos anos 80, que está a dupla Chow e Osborne. Ambos são de Nova York e consideram a empresária uma inspiração e sua marca um ícone. Em entrevista ao jornal, se dizem orgulhosos de estar nessa casa que ajudou a mudar a história da moda. Aguardamos ansiosos os próximos capítulos! </span></p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/05/2015-05-04-18.36.36.jpg"></a> Dao-Yi Chow e Maxwell Osborne
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		<title>RIP: Carlos Falchi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2015 18:24:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje é comum ver brasileiros no circuito fashion internacional. Mas muito antes da explosão das super modelos como Gisele Bündchen e Alessandra Ambrosio e mesmo de designers como Francisco Costa, Carlos Falchi já brilhava nas ruas, clubes e publicações de moda de Nova York. Desde os anos 60, o nome do mineiro de Belo Horizonte, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/vintagebag.jpeg"></a> <a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/praia.jpg"></a></p>
<p>Hoje é comum ver brasileiros no circuito fashion internacional. Mas muito antes da explosão das super modelos como Gisele Bündchen e Alessandra Ambrosio e mesmo de designers como Francisco Costa, Carlos Falchi já brilhava nas ruas, clubes e publicações de moda de Nova York. Desde os anos 60, o nome do mineiro de Belo Horizonte, morto no fim de março, circula pelas rodas da Big Apple. Foi nessa época que ele desembarcou em Manhattan, após um período no Colégio Militar e uma passagem pelos Correios, onde começou a desenvolver seu lado artístico desenhando selos.</p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/maxs.jpeg"></a> Lou Reed, Jagger &amp; Bowie: uma noite qualquer no Max&#8217;s Kansas City
<p>A chegada aos Estados Unidos foi igual a de tantos outros imigrantes, e o jovem Carlos foi trabalhar limpando mesas numa boate. O nightclub, porém, não era qualquer um e sim o lendário Max’s Kansas City, playground da turma de Andy Warhol e do Velvet Underground e um dos berços da onda americana do punk e do new wave. Em pouco tempo Falchi estava desenhando roupas para Patti Smith, Mick Jagger, Tina Turner e Miles Davis que, atraídos pelos looks do rapaz, queriam peças semelhantes. Sem nenhum preparo técnico, Carlos trabalhava com couro e peles, tingindo o material na banheira de casa e costurando tudo a mão. Ao selecionar itens para apresentar à tradicionalíssima Henri Bendel, recebeu um conselho decisivo da executiva da loja, Geraldine Stutz: foco nas bolsas!</p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/057-jimi-hendrix-theredlist.jpg"></a> Em sua apresentação histórica em Woodstock, Hendrix vestiu jaqueta by Falchi
<p>A dica mudou a vida de Falchi, que transformou suas criações em objeto de desejo dos antenados, ricos e famosos. Suas bolsas estão à venda nos pontos mais nobres e figuram no acervo do MET, em Nova York. Suas estampas de pele de animais com jeito de patchwork chique viraram clássicos, chegando a ser vendidas por alguns milhares de dólares. Radicado definitivamente nos Estados Unidos, recebeu diversos prêmios internacionais, sempre mantendo seu estilo. No vídeo abaixo, feito para o centenário da Neiman Marcus, o designer conta (em inglês) um pouco da sua história empreendedora e vitoriosa. RIP.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2UlgEJJEXKM" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Road Move by Pico Garcez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2014 21:13:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira câmera surgiu aos nove anos, presente de uma tia. Filho de um colecionador de antiguidades, Pico Garcez esteve desde sempre exposto ao melhor da arte. Durante os anos seguintes, ele praticou com retratos de parentes e amigos e fotos de viagens. Com 19, começou a trabalhar com publicidade e cinema, dando início a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira câmera surgiu aos nove anos, presente de uma tia. Filho de um colecionador de antiguidades, <a href="http://www.picogarcez.com" target="_blank">Pico Garcez</a> esteve desde sempre exposto ao melhor da arte. Durante os anos seguintes, ele praticou com retratos de parentes e amigos e fotos de viagens. Com 19, começou a trabalhar com publicidade e cinema, dando início a uma longa carreira intercalando os dois ramos.</p>
<p>Nascido em São Paulo e apaixonado pela Bahia, se divide entre Salvador e a capital paulista, com escalas em Nova York. Atualmente dirige comerciais, videoclipes, DVDs , documentários e especiais para TV em produtoras brasileiras e de Buenos Aires, Nova York, Santiago, Montevidéu e Paris.</p>
<p>Em <em>Road move</em>, que será inaugurada hoje na Galeria Amî, Pico expõe uma série de obras em metacrilato e impressão mineral em papel, na qual usa seus olhar de fotógrafo e diretor de cinema principalmente nos enquadramentos. As imagens são fortes, surpreendentes e muito bonitas. Programa imperdível.</p>
<p>Galeria Amî<br />
Rua Aspicuelta, 259 &#8211; Vila Madalena<br />
Telefone:(11) 2628-4721</p>
<p>&nbsp;</p>
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