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	<title>Arquivos metallica - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos metallica - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>O caso Brioni: mudar não é tão fácil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2016 13:29:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lembra quando a gente falou aqui que a Brioni não tinha medo de mudar? Pois é. Ao que tudo indica, não é bem assim&#8230; É que, em março, a grife tinha anunciado uma notícia bombástica: escolhera para seu diretor criativo Justin O’Shea, que era diretor de moda da multimarcas descolada MyTheresa. Tatuado, divertido e rei das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/10/BRIONI-ABRE.jpg"></a></p>
<p>Lembra quando a gente falou <a href="http://www.21-graus.com/brioni-sem-medo-de-mudar/"><b>aqui</b></a> que a Brioni não tinha medo de mudar? Pois é. Ao que tudo indica, não é bem assim&#8230;</p>
<p>É que, em março, a grife tinha anunciado uma notícia bombástica: escolhera para seu diretor criativo Justin O’Shea, que era diretor de moda da multimarcas descolada MyTheresa. Tatuado, divertido e rei das mídias sociais (com mais de 92.000 seguidores), ele vinha contra a imagem do tradicional alfaiate italiano. Ele ousou e apresentou uma campanha protagonizada ninguém menos que os integrantes da banda de rock Metallica.</p>
<p>Mas ontem, menos de sete meses depois de sua contratação, O’Shea deixou a marca, que claramente volta atrás em sua decisão de ficar “moderninha”. O site Business of Fashion conversou com Luca Solca, diretor de bens de luxo do banco BNP Paribas, em Nova York, que disse: “O risco é sempre o de perder os clientes ‘tradicionais’ sem ganhar novos. Quebrar a tradição para injetar energia fresca aos negócios – como aconteceu com Gucci e Saint Laurent de maneira bem-sucedida – parece não ter funcionado na Brioni. Pelo menos não até agora”, disse.</p>
<p>O site WWD, referência quando o assunto é moda, aponta que fontes próximas a O’Shea disseram que a demissão abrupta aconteceu quando o criador estava em Paris, e especula-se que as mudanças propostas por ele não foram vistas com bons olhos. “Existe um consenso de que a marca precisa olhar para trás, para sua história, ao invés de forçar a barra para se tornar vanguardista e cool, como O’Shea fez”, explica.</p>
<p>É&#8230; quem disse que mudar seria fácil?</p>
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		<title>Brioni: sem medo de mudar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2016 20:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, gente, tudo bem? Um dos maiores medos das grandes marcas de moda é perder o seu DNA. E o que isso significa na prática? Significa que se a Chanel passar a ter uma linha masculina, ou a Hermès começar a trabalhar com couro sintético, elas perdem sua essência, justamente o que faz delas “a” [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;">Oi, gente, tudo bem?</span></p>
<p>Um dos maiores medos das grandes marcas de moda é perder o seu DNA. E o que isso significa na prática? Significa que se a Chanel passar a ter uma linha masculina, ou a Hermès começar a trabalhar com couro sintético, elas perdem sua essência, justamente o que faz delas “a” Chanel e “a” Hermès.</p>
<p>Ao longo da história, marcas como a Cartier tentaram se adaptar aos novos tempos, lançando produtos mais acessíveis – como a linha Must nos anos 80 – mas acabaram desagradando seus consumidores e isto foi um tiro no pé.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/06/Brioni_ADV_Black_logo.jpg"></a></p>
<p>Alguns casos, porém, podem ser bem-sucedidos e esta é a minha aposta para a Brioni. Fundada como uma clássica alfaiataria em 1945, em Roma, a marca ficou conhecida por seus bem cortados ternos e por seus calçados formais de couro italiano. Mas acabou enfrentando períodos difíceis – sua única loja no Brasil, por exemplo, que ficava no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, fechou as portas sem alarde com menos de 5 anos de vida.</p>
<p>E aí que, em março, a grife anunciou uma notícia bombástica: escolhera para seu diretor criativo Justin O’Shea, que era diretor de moda da multimarcas descolada MyTheresa. Tatuado, divertido e rei das mídias sociais (com mais de 92.000 seguidores), ele vinha contra a imagem do tradicional alfaiate italiano. E esta escolha claramente queria dizer algo.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/06/Brioni_ADV_White_logo1-500x635.jpg"></a></p>
<p>Hoje, graças ao site Business of Fashion, a gente ficou sabendo o que: a Brioni está mudando. Em primeiro lugar, menos focada no design e mais centrada na comunicação, mas o que não quer dizer que as modelagens ficam de lado. Aliás, elas também se transformam de agora em diante. Hoje, no desfile da marca na Paris Fashion Week, foi divulgada a primeira campanha da marca pós-O’Shea. E os modelos são ninguém menos que os integrantes da banda Metallica: James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujillo.</p>
<p>Até o logotipo mudou de um minimalista nome em vermelho para um estilo gótico em branco. As fotos da campanha são em preto-e-branco, remetendo à capa do álbum “Bohemian Rhapsody”, do Queen, mas engana-se quem imagina que os músicos aparecem de jeans e couro: eles estão de smoking. Nas fotos individuais, porém, eles vestem um novo estilo de terno proposto pela grife, o Continental, que tem ombros mais amplos, cintura estreita, corpo mais longo e silhueta estruturada.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/06/Brioni_ADV_James_Hetfield-500x633.jpg"></a></p>
<p>Na avaliação do site Business of Fashion – com a qual concordo – a campanha sinaliza quão longe O’Shea está disposto a ir para reposicionar a Brioni e também mostra o tom masculino e rústico que a marca pode assumir. Fica ainda mais interessante quando a gente pensa que vai na contramão do que o mercado da moda tem martelado: criações sem gênero definido.</p>
<p>Ousadia, a gente vê por aqui.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Rock in Rio &#8211; segunda semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2013 20:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três dias, 240 mil litros de chopp e 30 toneladas de lixo depois, a Cidade do Rock se prepara para a segunda semana do evento. Após uma primeira rodada de forte pegada pop e mais voltada para adolescentes, a expectativa é de uma frequência mais madura, de olho em clássicos como Bruce Springsteen e Iron [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três dias, 240 mil litros de chopp e 30 toneladas de lixo depois, a Cidade do Rock se prepara para a segunda semana do evento. Após uma primeira rodada de forte pegada pop e mais voltada para adolescentes, a expectativa é de uma frequência mais madura, de olho em clássicos como Bruce Springsteen e Iron Maiden, além de Metallica e Bon Jovi.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2013/09/rirbeync.jpg"></a></p>
<p>No primeiro fim de semana os destaques foram as megaproduções de Beyoncé e Justin Timberlake, a presença cool de Alicia Keys, o reencontro com o Living Colour e George Benson – veterano da primeira edição – e um tributo a Cazuza que não deu muito certo. Com menos ingressos à venda que no ano passado, a Cidade do Rock estava mais confortável e um pouco mais organizada, inclusive no transporte. Mas o mundo melhor sem filas ainda é um sonho distante e comprar bebidas e alimentos e ir ao banheiro continua sendo provas de resistência.</p>
<p></p>
<p>Nesta semana há ainda o risco de chuva, já ameaçando a noite de hoje. O que não deixa de ser um clássico dos grandes festivais, de Woodstock ao primeiro RiR quase 30 anos atrás. Mas nada que tire a animação dos fãs de grandes shows, que querem mais é participar ativamente dessa festa da música.</p>
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