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	<title>Arquivos história da marca - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos história da marca - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Rolex, o livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 16:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é aficionado por relógios, não vai querer perder essa: a editora Assouline acaba de lançar o livro Rolex: The Impossible Collection, com detalhes da história de uma das marcas mais famosas do planeta. À venda no site da editora por US$845, a publicação tem 194 páginas e mais de 200 ilustrações. Entre elas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é aficionado por <strong><a href="https://marciahamaoka.com/como-escolher-um-relogio/">relógios</a></strong>, não vai querer perder essa: a editora Assouline acaba de lançar o livro Rolex: The Impossible Collection, com detalhes da história de uma das marcas mais famosas do planeta. À venda no <strong><a href="https://www.assouline.com/products/rolex-the-impossible-collection">site da editora</a></strong> por US$845, a publicação tem 194 páginas e mais de 200 ilustrações. Entre elas, fotos históricas, campanhas publicitárias e, claro, todos os modelos de relógio lançados em seus 113 anos de existência.</p>
 Hans Wilsdorf, em 1942
<p>Essa trajetória começou em 1905 pelas mãos do empresário Hans Wilsdorf, que começou sua carreira com uma loja de distribuição de relógios em Londres. Em uma época em que os relógios de bolso predominavam, Wilsdorf resolveu criar uma marca de relógios de pulso precisos, mas na época os modelos ainda eram extremamente delicados e suscetíveis a serem desregulados pelo contato com a água e a poeira. Depois de muitas pesquisas e testes surgia o Oyster, modelo mais emblemático da Rolex até hoje.</p>
 Primeiro Oyster com esse formato quadrado, de 1926
<p>O livro traz ainda diversas curiosidades sobre a marca, como a escolha do nome Rolex. Entre os critérios para sua escolha estavam: tinha que ter no máximo cinco letras, ser fácil de pronunciar em qualquer língua, fácil de lembrar e possível de escrever com elegância em qualquer modelo de relógio.</p>
 Hans Wilsdorf em ação
<p>Mas a Rolex entrou mesmo para a história graças a uma genial jogada de marketing: nos anos 50, patrocinou o alpinista Sir Edmund Hillary em sua escalada ao Everest, que bateu diversos recordes à época e mostrou a resistência dos relógios da marca. Daí em diante, repetiu façanhas com mergulhadores e pilotos de avião para mostrar que nada seria obstáculo ao funcionamento de suas joias.</p>
<p></p>
<p>A história foi tão bem escrita que hoje um Rolex antigo vale tanto quanto – ou até mais que – um novo. Modelos históricos, como o que pertenceu a Paul Newman, batem inclusive outro recorde: o de preço. Em um leilão realizado em outubro do ano passado, a relíquia (acima) atingiu o patamar de US$17,75 milhões e se tornou o relógio mais caro do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que é que a Supreme tem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jun 2018 18:47:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
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		<category><![CDATA[história da marca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundada em abril de 1994 na rua Lafayette, no centro de Nova York, a Supreme era o suprassumo da cultura skater da cidade e, portanto, da arte de rua e do streetwear. A cultura downtown e seu mix de skatistas, punks e adeptos do hip hop toda junta e misturada em roupas e acessórios transgressores. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fundada em abril de 1994 na rua Lafayette, no centro de Nova York, a Supreme era o suprassumo da cultura skater da cidade e, portanto, da arte de rua e do <a href="https://marciahamaoka.com/buyers-masculinos-apostas-para-o-inverno-1819/" target="_blank" rel="noopener"><strong>streetwear</strong></a>. A cultura downtown e seu mix de skatistas, punks e adeptos do hip hop toda junta e misturada em roupas e acessórios transgressores.</p>
<p>Parcerias com designers, fotógrafos, modelos, artistas e diretores de cinema – como , Jeff Koons, Richard Prince, Damien Hirst, Takashi Murakami, Peter Saville, Lou Reed, Neil Young, Lady Gaga e Kate Moss &#8211; foram tornando a marca conhecida, mas não se podia dizer ainda que ela era do “time A” da moda.</p>
<p></p>
<p>Até que surgiu a Vêtements, em Paris. Demna Gvasalia – que com seus ugly sneakers e roupas de corte oversized foi parar na Semana de Alta Costura e à frente da direção criativa da Balenciaga – virou os olhos do mundo para o streetwear, seu conforto e sua atitude.</p>
<p></p>
<p>E, quase sem querer, marcas como a Off-White e a Supreme foram catapultadas ao estrelado junto. À fila A. Quem imaginaria uma parceria com a engomadinha Lacoste, por exemplo? Ela aconteceu logo depois de uma coleção criada em conjunto com a Louis Vuitton e pareceu ser só o começo.</p>
 Cena do famoso vídeo
<p>Esse mês, a Supreme tem dado o que falar de novo por dois motivos. O primeiro é <a href="https://www.youtube.com/watch?v=-I_RABrD-E8" target="_blank" rel="noopener"><strong>esse vídeo aqui</strong></a>, o Quanto custa o Outfit?, em que jovens em uma festa mostravam seus looks de (bem) mais de R$1.000 e a marca parecia ser a preferida de 9 em cada 10 deles.</p>
 James Jebbia recebendo o prêmio
<p>A segunda razão é que James Jebbia, fundador da grife, foi escolhido designer do ano de moda masculina do Conselho de Designers de Moda dos Estados Unidos. Mas ter atitude e ser bom de marketing não garante unanimidade a ninguém&#8230; os comentários sobre a vitória dele no Instagram do CFDA não são lá os mais simpáticos&#8230; e vocês? O que acham da marca?</p>
<p>Fotos: Reprodução/<a href="https://www.instagram.com/supremenewyork/">Instagram @supremenewyork</a></p>
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		<title>O retorno triunfal (e fashion) dos tênis Vans</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2016 11:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
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		<category><![CDATA[casual]]></category>
		<category><![CDATA[história da marca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Paper Mag decretou: nas últimas Fashion Weeks das principais cidades da moda, os tênis Vans estavam nos pés de tantos convidados dos desfiles que mais parecia se tratar de um evento da marca. &#8220;As versões com grafismos em preto e branco dominaram, mas versões limitadas de cores e estampas também se destacaram&#8221;, disse. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/09/ABRE4.jpg"></a></p>
<p>A revista Paper Mag decretou: nas últimas Fashion Weeks das principais cidades da moda, os tênis Vans estavam nos pés de tantos convidados dos desfiles que mais parecia se tratar de um evento da marca. &#8220;As versões com grafismos em preto e branco dominaram, mas versões limitadas de cores e estampas também se destacaram&#8221;, disse.</p>
<p>E é verdade. Seu estilo minimalista e casual, casado com o conforto, tornou o Vans o novo queridinho fashion.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/09/FullSizeRender-3.jpg"></a></p>
<p>Criada na Califórnia em 1966 como uma marca voltada para skatistas, a Vans está envolvida com a evolução do esporte. Uma década depois, passou a ampliar sua oferta, e hoje agrada dos clássicos aos moderninhos, mas mantém sua essência. Desde o primeiro modelo, o Vans é confeccionado em lona, sem forro, com solado vulcanizado, extremamente leve e maleável.</p>
<p>Na década de 80, os tênis da marca se tornaram um símbolo da geração punk rock, passando a fazer parte do vestuário de várias bandas famosas da época.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/09/FullSizeRender-2.jpg"></a></p>
<p>Nos anos 2000, com uma crise no mercado de skates, uma ideia pioneira salvou a Vans: um serviço disponível online onde os consumidores poderiam customizar seus próprios tênis, o Vans Customs.</p>
<p>Agora, com um número cada vez maior de versões, caiu no gosto dos fashionistas. Para a nossa alegria, pois combina com diversos estilos e ocasiões, desde que casuais, é claro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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