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	<title>Arquivos expo - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos expo - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Escrita fina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2015 21:54:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de comunicação online a gente mal se lembra como era a vida quando, mais que teclados, a gente usava canetas e lápis para se expressar e comunicar. Algumas profissões, porém, ainda valorizam o trabalho de &#8220;próprio punho&#8221;. O designer inglês Paul Smith é um deles, e está homenageando sua majestade o lápis numa exposição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>Em tempos de comunicação online a gente mal se lembra como era a vida quando, mais que teclados, a gente usava canetas e lápis para se expressar e comunicar. Algumas profissões, porém, ainda valorizam o trabalho de &#8220;próprio punho&#8221;. O designer inglês Paul Smith é um deles, e está homenageando sua majestade o lápis numa exposição em Londres. Peças de artistas e outros criativos estarão na mostra, que inclui a venda, num leilão online no próximo dia 19.</p>
<p> <span style="font-size: 17px; line-height: 27px; -webkit-text-size-adjust: auto; color: rgba(0, 0, 0, 0.701961); font-family: UICTFontTextStyleBody; -webkit-composition-fill-color: rgba(130, 98, 83, 0.0980392); background-color: rgba(255, 255, 255, 0);"><br />
</span></p>
<p>Com a renda dedicada ao projeto social <a href="http://www.childrenincrisis.org/" target="_blank">Children in Crisis</a> que promove ações para crianças vítimas de guerras e outros conflitos políticos, a mostra quer valorizar a simbologia da antiga pena como ferramenta para a criatividade e também como uma arma do bem contra o sofrimento desses meninos e tantas outras vítimas da intolerância e violência. Algumas das lapiseiras, canetas e lápis leiloados virão com extras como desenhos do próprio Paul Smith e de outros designers e ilustradores.</p>
<p> <span style="font-size: 17px; line-height: 27px; -webkit-composition-fill-color: rgba(130, 98, 83, 0.0980392); -webkit-text-size-adjust: auto; color: rgba(0, 0, 0, 0.701961); font-family: UICTFontTextStyleBody;"><br />
</span></p>
<p>Entre as curiosidades da exposição estão lápis do ator e ativista Stephen Fry, que ganhou os itens personalizados de um super fã. Viciado em ferramentas manuais de escrita? Essa é sua chance de aumentar a coleção com peças de design e ajudar vítimas da violência.</p>
<figure class="copyReplacerImage landscape fullWidth" style="color: rgba(0, 0, 0, 0.701961); font-family: UICTFontTextStyleBody; font-size: 17px; -webkit-tap-highlight-color: rgba(26, 26, 26, 0.301961); -webkit-composition-fill-color: rgba(130, 98, 83, 0.0980392); text-decoration: -webkit-letterpress; margin: 0px -20px 50px; cursor: pointer;" data-image-id="1398629">
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		<title>Pico Garcez @SP Arte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2015 20:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado do Texas é quase mítico no cenário americano, com seus caubóis, a turma do petróleo, as divas country e tantas outras referências constantemente exploradas pela cultura pop. Por isso é uma grata surpresa conferir imagens da região captadas por um olhar brasileiro. E não estamos falando de um olhar qualquer, e sim o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/11.jpg"></a></p>
<p>O estado do Texas é quase mítico no cenário americano, com seus caubóis, a turma do petróleo, as divas country e tantas outras referências constantemente exploradas pela cultura pop. Por isso é uma grata surpresa conferir imagens da região captadas por um olhar brasileiro. E não estamos falando de um olhar qualquer, e sim o do fotógrafo Pico Garcez.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/21.jpg"></a> <a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/31.jpg"></a></p>
<p>O artista vai estar em cartaz na SP Arte que ocupa entre 9 e 12 de abril o Pavilhão da Bienal, no espaço da Galeria Paulo Darze. A série de fotos foi feita em Marfa, um lugar com jeito de cidade fantasma e que tinha tudo para ser mais um clichê, se não fosse a sensibilidade de Pico. As imagens fazem parte da expo Road Move, que já citamos anteriormente <a title="Road Move by Pico Garcez" href="http://www.21-graus.com/road-move-pico-garcez/" target="_blank">por aqui.</a></p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/41.jpg"></a> <a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/51.jpg"></a></p>
<p>O fotógrafo nos leva por um passeio intenso e solitário pela cidade texana. Sua experiência em diversas áreas do audiovisual e das artes enriquecem o trabalho, numa mostra imperdível para quem estiver na capital paulista durante a SP Arte.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/61.jpg"></a> <a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/04/7.jpg"></a></p>
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		<title>Lygia Clark @MoMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2014 22:04:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Marcia Hamaoka Estivemos na belíssima retrospectiva da artista brasileira em Nova York, Lygia Clark: The Abandonment of Art, 1948-1988, que reúne 300 obras realizadas nesses 40 anos. Com peças de coleções particulares e de outras instituições, como o MAM de São Paulo, além do acervo do próprio MoMA, a exposição está concorridíssima &#8211; no meio da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<dl class="wp-caption aligncenter" id="attachment_5236" style="width: 310px;">Por Marcia Hamaoka</dl>
<dl class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;"></dl>
<a style="line-height: 1.5em;" href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2014/08/foto-12.jpg"></a> Foto Marcia Hamaoka
<p>Estivemos na belíssima retrospectiva da artista brasileira em Nova York, <i>Lygia Clark: The Abandonment of Art, 1948-1988,</i><em> </em>que reúne 300 obras realizadas nesses 40 anos. Com peças de coleções particulares e de outras instituições, como o MAM de São Paulo, além do acervo do próprio MoMA, a exposição está concorridíssima &#8211; no meio da semana era grande o volume de visitantes. Entre os colecionadores, vimos várias peças do acervo de Ana Eliza e Olavo Setúbal, Rose e Alfredo Setúbal, Patricia Phelps de Cisneiros, Luiz Paulo Montenegro, Cilda e Sergio Fadel. Destaque para a obra da curadora de arte Vanda Klabin <em>Em si, versão 03</em>.</p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2014/08/foto-5.jpg"></a> Em si, versão 03 (1960)<br />Alumínio<br />Acervo Vanda Klabin<br />Foto Marcia Hamaoka
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2014/08/foto-23.jpg"></a> Foto Marcia Hamaoka
<p>O trabalho está dividido em três temas chave: o abstrato, o Neo Concretismo e o abandono da arte, cada um marcando uma faceta do trabalho de Lygia Clark. Há uma sala em que se pode interagir com as obras, e vimos pessoas de todas as idades apreciando o trabalho da brasileira. Além da retrospectiva, o MoMA promoveu eventos ao longo do verão com artistas brasileiros inspirados pela obra de Lygia. Por aqui, a Casa do Saber também promove uma palestra sobre a artista com Ferreira Gullar, no próximo dia 29, na sede da Lagoa.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2014/08/lygiaclark.jpg"></a></p>
<p>O catálogo da mostra é um luxo à parte, belíssima edição com toda a reverência que Lygia Clark merece.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Era uma vez no Orient Express</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 21:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira vez que muitos de nós ouviu falar nesse trem foi no romance de Agatha Christie. Europeus com currículo de globe trotter da velha escola, porém, há mais de 100 anos conhecem e frequentam essa linha mítica, que revolucionou o conceito da viagem pré aérea no século XIX. Uma exposição no Instituto do Mundo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira vez que muitos de nós ouviu falar nesse trem foi no romance de Agatha Christie. Europeus com currículo de <em>globe trotter</em> da velha escola, porém, há mais de 100 anos conhecem e frequentam essa linha mítica, que revolucionou o conceito da viagem pré aérea no século XIX. Uma <a href="http://www.orient-express.eu/fr/actualites/il-etait-une-fois-lorient-express-lexposition-evenement-a-linstitut-du-monde-arabe" target="_blank">exposição</a> no Instituto do Mundo Árabe, em Paris, está revivendo o glamour e aventura que instigaram nossos bisavós e deram origem a milhares de histórias, reais e fictícias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2014/04/posterantigo.jpeg"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se para nós do outro lado do mundo a viagem Paris &#8211; Istambul em vagões art-déco parece de um luxo quase de sonho, a inauguração da linha em 1883 foi um marco de acessibilidade. Afinal, pela primeira vez se poderia chegar ao longínquo Oriente dos mitos e lendas numa viagem de &#8220;apenas&#8221; três dias e duas noites!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2014/04/Exposition_Il-etait-une-fois-l-orient-express_696.png"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A expo é uma viagem no tempo. Dividida em duas partes, por vezes lembra um set de filmagem, com objetos que remetem a passageiros famosos &#8211; como uma máquina de escrever homenageia Graham Greene, pérolas lembram Josephine Baker e uma trilha de sangue brinca com a presença de Mata Hari em viagens de agente secreta. Copos de conhaque, luvas, cartas de baralho e maços de Gitanes completam o ambiente, que tem ainda trechos de filmes e sons característicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2014/04/expo.jpg"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A deferência especial a Agatha Christie, que ajudou o trem a virar ícone pop está nos passaportes dos personagens de um dos seus romances mais famosos, <em>Assassinato do Orient Express</em>. <span style="line-height: 1.5em;">Além das imagens e documentos, três vagões do Orient Express estão do lado de fora do Instituto &#8211; um prédio com projeto de Jean Nouvel &#8211; para visitação. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2014/04/london_baghdad_simplon_orient_express_postcard-r0608043a81d7489d8506dbada6040b0a_vgbaq_8byvr_512.jpg"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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