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	<title>Arquivos cultura - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos cultura - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Top 5 Marrakesh</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2018 17:53:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, eu fui pra lá de Marrakesh. Acabo de voltar de uma viagem bem especial pelo Marrocos e estou cheia de novidades. Fiquei muito contente com a oportunidade de fazer um roteiro promovido pela Cynhtia Camargo e pelo professor João Braga, que conheci há 17 anos no curso de pós-graduação da Faculdade Santa Marcelina. Marrakesh [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, eu fui pra lá de Marrakesh. Acabo de voltar de uma <a href="https://marciahamaoka.com/5-truques-para-levar-sua-gravata-na-mala-de-viagem-sem-amassar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>viagem</strong> </a>bem especial pelo Marrocos e estou cheia de novidades. Fiquei muito contente com a oportunidade de fazer um roteiro promovido pela Cynhtia Camargo e pelo professor João Braga, que conheci há 17 anos no curso de pós-graduação da Faculdade Santa Marcelina.</p>
<p>Marrakesh foi uma experiência única: uma combinação de cores, sabores e aromas que tem como pano de fundo um povo religioso que preserva seus costumes. Entre eles, as cinco chamadas para as rezas todos os dias, as tatuagens de henna, a caligrafia árabe, a música, os caftãs e as jelabas. Destaque para os fazeres manuais, como a maroquinerie (a arte de trabalhar o couro), os bordados e o artesanato em geral.</p>
 Detalhe que me impressionou: a moldura desse quadro é uma porta!
<p>A cultura do Marrocos é acolhedora: a gente se sente à vontade ao tomar um chá de hortelã e observar o ritual ao servi-lo. É incrível como, mesmo fazendo 38º C, a bebida refresca. Os gestos de carinho e amizade também chamaram minha atenção: ao se cumprimentarem na rua, efusivamente, os homens dão dois beijos no rosto um do outro. Bem diferente do Brasil, né?</p>
<p>Mas vamos ao meu Top 5 Marrakesh, de lugares – e compras – que você não pode perder quando estiver na cidade:</p>
<p><strong>1. O Museu Yves Saint Laurent</strong></p>
<p></p>
<p>O ponto alto para mim, claro. O museu abriu as portas no ano passado e eu estava bem curiosa para conhecer. Como todo espaço de exposição francês, é de alto nível. Desde a cenografia, passando pela música ambiente dramática e terminando na disposição das peças do acervo&#8230; é de tirar o fôlego!</p>
<p><strong>2. Tapetes Mágicos</strong></p>
<p></p>
<p>Os tapetes do Marrocos são usados para tudo no dia a dia da população: viram “mala”, cobrem o chão, as paredes e tetos, viram roupa e suporte para oração.  Aliás, o Museu dos Tapetes é riquíssimo e mostra essa cultura com detalhes.</p>
<p><strong>3. O azul Majorelle</strong></p>
<p></p>
<p>A tonalidade é baseada no azul dos tuaregs, visto que as tribos por lá têm cores e características distintas e se referem também a gênero, como os turbantes dos homens. Se for comprar alguma peça decorativa por lá, fique com esse tom de azul.</p>
<p><strong>4. Moda &amp; Beleza</strong></p>
<p></p>
<p>Percebi nas ruas muitos homens usando modelos saruel, aquelas calças com gancho bem baixo e amplo entre as pernas, que parece ter tecido sobrando. Também vi muitos vestindo a jelaba, que é uma túnica usada por cima de calça e camisa.</p>
<p></p>
<p>Nos pés, as babuchas, sapatos típicos que eles usam pisando na parte do calcanhar. A cor mais usada no street style de Marrakesh é o amarelo, que representa para eles a condição de humildade e finitude do homem. Por fim, não podia deixar de comentar da quase onipresente barba, que é um código de masculinidade, associado à Maomé.</p>
 Azami, nosso guia local, veste jelaba e babucha amarela
<p><strong>5. Banho de Hammam</strong></p>
<p>Os turistas amam, mas também é obrigatório para os praticantes do islamismo, pois representa um banho de purificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O futurismo em livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2017 13:46:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Futurismo]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
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		<category><![CDATA[Taschen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Movimento, luz, cor e velocidade. Essas eram as palavras de ordem do Futurismo, movimento artístico inspirado na “virada tecnológica” do século 20. E o conceito fica claro em “Futurism” (Taschen, 96 pág., US$ 14.99), livro com textos de Sylvia Martin, PhD em história da arte e ex-curadora do Kunstmuseum de Düsseldorf. As páginas revelam os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/12/Futurismo-abre.jpg"></a></p>
<p>Movimento, luz, cor e velocidade. Essas eram as palavras de ordem do Futurismo, movimento artístico inspirado na “virada tecnológica” do século 20. E o conceito fica claro em <a href="https://www.taschen.com/pages/en/catalogue/art/all/49238/facts.futurism.htm" target="_blank">“Futurism”</a> (Taschen, 96 pág., US$ 14.99), livro com textos de <a href="https://www.taschen.com/pages/en/search/sylvia-martin">Sylvia Martin</a>, PhD em história da arte e ex-curadora do Kunstmuseum de Düsseldorf.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/12/Futurismo-4.jpg"></a></p>
<p>As páginas revelam os protagonistas do movimento, suas influências e controvérsias – afinal, o Futurismo glorificava a guerra, provocava a elite acadêmica europeia e defendia o progresso ao mesmo tempo.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/12/Futurismo-6.jpg"></a></p>
<p>Fundado em 1909 por Filippo Tommaso Marinetti, Giacomo Balla, Umberto Boccioni, Carlo Carrà e Gino Severini, o Futurismo valorizava a movimentação e as máquinas que surgiam na época. Acabou se espalhando entre pintores, escultores, designers, arquitetos e escritores, encantados com uma modernidade pura e forte.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/12/Futurismo-1.jpg"></a></p>
<p>Sua importância na história da arte foi combinar movimento, luz e velocidade e fazer experimentações com texturas e cores para simular objetos se mexendo pelo espaço.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/12/Futurismo-capa.jpg"></a></p>
<p>Como todas as publicações da editora alemã Taschen, a curadoria desse livro é primorosa e ele pode ser um belo presente de Natal para apreciadores da arte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Luiz Philippe e a arte que “engana os olhos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 12:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Frans Krajcberg]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/mostra-de-luiz-philippe-no-rio-abre.jpg"></a></p>
<p>Luiz Philippe conviveu e trabalhou com Frans Krajcberg (falecido recentemente) na região de Itabirito, em Minas Gerais. Acabou se tornando conhecido por seu trabalho com minérios, terras e pigmentos e também por seu lado designer, em que produz imagens que “enganam” os olhos. &#8220;Enganar o olho&#8221;, em francês, significa trompe-l’oeil, estilo de arte que estampa as ruas das cidades da Riviera francesa.</p>
<p>“O trompe-l’oeil barroco informa o prazer lúdico das assemblages. Humor de um lado e nonsense de outro atravessam o perímetro das obras para aguçar-lhes o núcleo de atração. Uma dimensão outra que a do visí­vel e do cotidiano é o que o surrealismo persegue: Luiz Philippe a alcança, ao transitar, através de refinada manufatura, do estranhamento que a operação semiótica produz, inquietante e serena, contundente mas silen­ciosa, para o encantamento do objeto em si”, define o escritor, curador e ex-prefeito de Ouro Preto Angelo Oswaldo.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/O-artista-luiz-philippe.jpg"></a></p>
<p>Agora chegou a hora de os cariocas conhecerem melhor o trabalho de Luiz Philippe, que já vive por aqui desde os anos 80. É que no próximo dia 30 começa a mostra individual “Ilusionista”, na <a href="http://www.marciabarrozodoamaral.com.br" target="_blank">Galeria Marcia Barrozo do Amaral</a>. Em cartaz, uma série de trabalhos marcados pelo desvio da realidade através de trompe-l’oeil e falsas perspectivas.</p>
<p>A mostra reúne 17 esculturas e assemblages (entre peças únicas e múltiplos), inéditas em sua maioria. “Tirei o título da mostra de uma das obras que dá o conceito geral do meu trabalho. Eu lanço muito mão de perspectivas ilusórias. Gosto de criar situações que desviam as pessoas de seus pontos de vista normais. E isso funciona como janelas, como um preparo – ou melhor, um ‘despreparo’ &#8211; para que sejam enxergados outros aspectos simbólicos das peças”, resume o artista.</p>
<p>Entre os destaques da exposição estão a obra “Casa Imprópria”, onde um lar de madeira é trancado a cadeado, e a chave que o abre se encontra dentro do mesmo, “Equilibrista”, que apresenta o desafio de uma corda bamba, tendo uma caixa de madeira como vestimenta, e “Túnel”, uma ilusão de ótica de profundidade, que remete a antigos cubos de brinquedo, onde se tenta abrir um túnel.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/11/Minas-Terrestres.jpg"></a></p>
<p>Outro ponto alto da mostra é o múltiplo “Minas Terrestres” (acima), uma caixa de ferro em falsa perspectiva, de onde parece escorrer ouro. Este trabalho faz menção ao desastre ecológico ocorrido no município de Mariana, em 2015, quando uma barragem de uma mineradora se rompeu. “O duplo sentido do nome liga o potencial destruidor das minas terrestres a Minas Gerais. E o ouro simboliza a busca da riqueza a qualquer custo”, explica Luiz Philippe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Mostra &#8220;Ilusionista&#8221;, individual de Luiz Philippe</p>
<p>De 30 de novembro a dia 21 de dezembro de 2017</p>
<p>Galeria Marcia Barrozo do Amaral &#8211; Shopping Cassino Atlântico (Av Atlântica 4240, Copacabana), subsolo, sala 129.</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Duas vezes Damien Hirst</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 15:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal de Veneza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 57ª Biennale de Veneza, que tem como tema VIVA ARTE VIVA, está quase acabando, mas você ainda tem um mês inteirinho para apreciar as obras de 120 artistas, espalhadas pelos Jardins da Bienal, pelo edifício Arsenale e pelo centro histórico da cidade, além de 23 eventos paralelos. Com uma mostra dessa proporção, o difícil é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 57ª <a href="http://www.labiennale.org/it" target="_blank">Biennale de Veneza</a>, que tem como tema <em>VIVA ARTE VIVA</em>, está quase acabando, mas você ainda tem um mês inteirinho para apreciar as obras de 120 artistas, espalhadas pelos Jardins da Bienal, pelo edifício Arsenale e pelo centro histórico da cidade, além de 23 eventos paralelos.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-11.jpg"></a></p>
<p>Com uma mostra dessa proporção, o difícil é escolher as prioridades. Eu, particularmente, gostei muito da exposição dupla de Damien Hirst que, por sinal, é paralela à Biennale. O artista britânico ficou conhecido por obras icônicas e controversas, como um crânio humano coberto com quase 9.000 diamantes e vendido por R$ 200 milhões. Mas ele é muito mais e isso fica claro nessa Biennale.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-21.jpg"></a></p>
<p>“Treasures from the Wreck of the Unbelievable”, algo como “Tesouros de naufrágio do Inacreditável”, é uma exposição dupla: no Pallazzo Grassi, estátuas gigantescas se estendem por três andares com sua altura imponente. Na Punta della Dogana, são mais de 100 esculturas e 21 gabinetes ocupados por objetos menores.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-51.jpg"></a></p>
<p>Com curadoria de Elena Geuna, a exposição conta a história fantasiosa do naufrágio do navio “Unbelievable” (inacreditável, em português), Damien Hirst levou dez anos. As estátuas imensas seriam o tesouro de Aulus Calidius Amotan, um escravo libertado que teria se tornado o conhecido colecionador Cif Amotan II. Ele pretendia colocá-las em um templo dedicado ao sol.</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-41.jpg"></a></p>
<p>Mas é claro que o humor de Hirst está presente: um autorretrato em bronze do próprio artista segurando um Mickey Mouse nas mãos e incrustrado de corais é prova disso. Minhas peças preferidas, aliás, são justamente as que lembram um universo meio Atlântida, sabe?</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-8.jpg"></a></p>
<p>Segundo o jornal The NY Times, Damien Hirst é um showman e a extravagância de sua “arte pós-verdade” faz dessa uma das exposições mais ambíguas dos últimos tempos. “É ame ou odeie”, diz o artigo. Eu amei. E você?</p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-13.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2017/10/Obras-de-Damien-Hirst-na-Biennale-12.jpg"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Grunge is back: a exposição sobre o Nirvana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2017 15:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[contracultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa é para quem tem saudades do Nirvana, a banda. De 12 de setembro a 12 de dezembro, a mostra &#8220;Nirvana: Taking Punk To The Masses” – que ficou por seis anos em cartaz nos Estados Unidos e está agora no Rio, até dia 22 de agosto – vem a São Paulo. Mais especificamente ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/08/Nirvana.jpg"></a></p>
<p>Essa é para quem tem saudades do Nirvana, a banda. De 12 de setembro a 12 de dezembro, a mostra &#8220;Nirvana: Taking Punk To The Masses” – que ficou por seis anos em cartaz nos Estados Unidos e está agora no Rio, até dia 22 de agosto – vem a São Paulo. Mais especificamente ao Pavilhão da Bienal do Parque Ibirapuera.</p>
<p>Organizado pelo Museu de Cultura Pop em Seattle, o acervo terá mais de 200 peças entre instrumentos icônicos, fotos, vídeos, depoimentos, álbuns, objetos pessoais dos integrantes, cartazes, entre outras peças, que vão desde a origem do grupo, em Aberdeen, às grandes turnês internacionais.</p>
<p data-wahfont="24">A exposição, que tem como curador Jacob McMurray, retrata a história do Nirvana e de Seattle, epicentro cultural e musical da geração da década de 90.</p>
<p data-wahfont="24"><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/08/1.jpg"></a></p>
<p>Mais de vinte anos após sua extinção Nirvana resiste ao tempo permanecendo como uma das bandas mais influentes do mundo. São mais de 28 milhões de fãs no facebook, mais de 6 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 75 milhões de discos vendidos, além de 3 milhões de seguidores no Instagram e mais 2 mil fotos diariamente postadas com a hashtag #nirvana. Números que comprovam que a banda representa um dos maiores fenômenos da música internacional.</p>
<p>Sem contar a influência de Kurt Cobain &amp; cia. no estilo grunge, algo como uma extensão da subcultura punk revisitada na década de 90 com camisas de flanela xadrez, calças jeans destroyed, bermudas largas, tênis all star – de preferência podrinho – e cabelos propositalmente despenteados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os ingressos já <a href="https://www.ingressorapido.com.br/compra/?id=58743#!/tickets" target="_blank"><strong>estão à venda aqui</strong></a>.</p>
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		<title>A arte de Cícero Dias no CCBB de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 14:54:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A mostra “Cícero Dias – um percurso poético”, que começou no último dia 21, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, traz uma retrospectiva da obra do artista pernambucano que morreu em 2003 e construiu sua carreira entre o Brasil e a Europa. A exposição contextualiza sua história e evidencia sua relação com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/04/12.jpg"></a></p>
<p>A mostra “Cícero Dias – um percurso poético”, que começou no último dia 21, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, traz uma retrospectiva da obra do artista pernambucano que morreu em 2003 e construiu sua carreira entre o Brasil e a Europa.</p>
<p>A exposição contextualiza sua história e evidencia sua relação com poetas e intelectuais brasileiros, além de mostrar sua participação no circuito de arte europeu.  Além das obras, a mostra exibe também cartas, textos e fotos de Manuel Bandeira, Gilberto Freyre, Murilo Mendes, José Lins do Rego, Mário Pedrosa, Pierre Restany, Paul Éluard, Roland Penrose, Pablo Picasso e Alexander Calder, entre outros.</p>
<p>São mais de 120 obras de grandes coleções públicas e privadas brasileiras e de outros países como Austrália, China e França. Elas estão dispostas em três momentos, graças à curadoria de Denise Mattar e Sylvia Dias, filha do artista.</p>
<p>O primeiro traz o início de sua carreira, com aquarelas influenciadas pelo imaginário nordestino. O segundo marca sua ida à Europa, em 1937, e apresenta trabalhos feitos durante a 2ª Guerra Mundial, além de suas primeiras experimentações com a arte abstrata. Já no terceiro núcleo, percebe-se a importância em sua obra de pesquisas sobre uma arte mais geométrica e menos figurativa.</p>
<p>Programação imperdível, a mostra está no CCBB da Rua Álvares Penteado, número 112, no centro de São Paulo, e vai até o dia 3 de julho. A entrada é gratuita.</p>
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		<title>O costume país a país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2017 18:38:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Usar costume e gravata para trabalhar em escritórios formais é ponto passivo na grande maioria dos países do ocidente, mas existem variações sutis entre um país e outro. Quer ver? Itália A pátria da alfaiataria tem um approach mais clássico, como um costume de abotoamento duplo navy, é a escolha dos grandes executivos italianos. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/03/abre8.jpg"></a></p>
<p>Usar costume e gravata para trabalhar em escritórios formais é ponto passivo na grande maioria dos países do ocidente, mas existem variações sutis entre um país e outro. Quer ver?</p>
<p><strong>Itália</strong></p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/03/Itália.jpg"></a></p>
<p>A pátria da alfaiataria tem um approach mais clássico, como um costume de abotoamento duplo navy, é a escolha dos grandes executivos italianos. O azul costuma se repetir na camisa ou na gravata e muitas vezes ambas são estampadas, inclusive. Bons exemplos são os looks do empresário Luca di Montezemolo.</p>
<p><strong>Estados Unidos</strong></p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/03/EUA.jpg"></a></p>
<p>Os americanos – sobretudo nova-iorquinos – apreciam tanto a dupla costume + gravata que usam até em bares e restaurantes mais sofisticados. Prestam atenção nos detalhes, como sapatos e relógios, uma estampa risca-de-giz e um lenço no bolso. Taí Ralph Lauren para provar.</p>
<p><strong>Inglaterra</strong></p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/03/Inglaterra.jpg"></a></p>
<p>Não são fãs de cores marcantes, na verdade, interpretam as cores como uma mensagem de que você faz parte de tal clã ou família, então vale tomar cuidado em uma reunião de negócios por lá. Um costume navy é escolha acertada. E o restante do look bebe da mesma fonte de discrição, como faz com maestria o príncipe William.</p>
<p><strong>França</strong></p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2017/03/França.jpg"></a></p>
<p>Costume cinza escuro, camisa azul-claro e gravata em uma variação desses dois tons compõem o uniforme do executivo francês bem-sucedido. Mas há exceções para os tons claros, muito mais que em seus países vizinhos. Sapatos marrons e calçados em suede trazem o ponto de personalidade ao visual. E os franceses fazem isso bem como poucos, que o diga o produtor e músico Bertrad Burgalat.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotos: Reprodução/Pinterest</p>
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		<title>A história da cultura street em fotos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2016 19:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Carhartt]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Carhartt nasceu em 1989 focada em vender o lifestyle americano para os consumidores europeus. O forte da marca sempre foi o streetwear nascido nesta época e, por isso mesmo, suas campanhas e fotos de bastidores contam um pouco da história deste nicho da moda. Agora, no começo de novembro, está lançando o livro “The [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/10/Screen-Shot-2016-10-27-at-5.40.04-PM1.png"></a></p>
<p>A Carhartt nasceu em 1989 focada em vender o lifestyle americano para os consumidores europeus. O forte da marca sempre foi o streetwear nascido nesta época e, por isso mesmo, suas campanhas e fotos de bastidores contam um pouco da história deste nicho da moda.</p>
<p>Agora, no começo de novembro, está lançando o livro “The Carhartt Wip Archives”, pela editora Rizzoli, que reúne estas imagens em 428 páginas e serve como uma bela referência sobre a trajetória da cultura street.</p>
<p>Um mix de fotos inéditas e vintage, além de artigos e obras de arte de coleções privadas, contam como o blue jeans invadiu o mundo no final dos anos 80 e como a Carhartt respondeu a isso, se definindo como um “antídoto anti-denim”. Os primeiros looks da marca eram minimalistas e se inspiravam nos trabalhadores de mineradoras e ferrovias.</p>
<p>Na sequência, ela se inspirou nas subculturas de cidades cosmopolitas, como Detroit, Berlim, Paris e Tóquio. E também na música de rua, é claro. Em resumo, um apanhado geral de uma cultura fundamental para entender uma parte importante da história da moda.</p>
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		<title>Exposição Unexpected Cashmere, de Adriana Lerner Adelson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2016 21:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Lerner Adelson]]></category>
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		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  Uma das matérias-primas mais nobres do mundo, o cashmere é tema de uma exposição individual da artista visual carioca Adriana Lerner Adelson, que começa no dia 4 e vai até o dia 29 de agosto na charmosa multimarcas Dona Coisa (Rua Lopes Quintas, 153 – Jardim Botânico), no Rio de Janeiro. A mostra, intitulada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;"><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/07/Cashmere-Honey-Be.png"></a> </span></p>
<p>Uma das matérias-primas mais nobres do mundo, o cashmere é tema de uma exposição individual da artista visual carioca Adriana Lerner Adelson, que começa no dia 4 e vai até o dia 29 de agosto na charmosa multimarcas Dona Coisa (Rua Lopes Quintas, 153 – Jardim Botânico), no Rio de Janeiro.</p>
<p>A mostra, intitulada “Unexpected Cashmere”, reúne obras resultantes de uma viagem que Adriana fez para o gélido norte da Cordilheira do Himalaia, a região mais alta do mundo, onde, a 4.900 metros de altitude, se produz, com tradições milenares, o cashmere. Feito a partir do pelo de cabra, ele tecido manualmente por artesãs.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/07/Cotton-Candy-Blue.png"></a></p>
<p>Desde que começou o projeto, há um ano, Adriana ajudou inclusive a manter em funcionamento uma fábrica de cashmere artesanal, extremamente afetada pelo terremoto de abril de 2015, que assolou o Tibet.</p>
<p>Em suas criações, a fluidez, leveza e organicidade do cashmere ampliam os sentidos e demandam a interação do público. Flexível ou até camaleônico, ele se transmuta com as nuvens e com objetos cotidianos, criando novos significados, mesclado ao ocidental e tecnológico e dialogando com o antigo, o tátil e o simples ao trabalhar cores, formas e sensações.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/07/The-sky-is-the-limit.png"></a></p>
<p>Atravessando fronteiras, o cashmere inusitado de Adriana se encontra com os sacos de café feitos de juta brasileira, em um confronto harmônico de texturas. Em outra obra, o tecido em forma de algodão-doce presta uma homenagem à “Café-da- manhã em pele” (abaixo), xícara surrealista da artista alemã Méret Oppenheim.</p>
<p><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2016/07/meret.jpg"></a></p>
<p>Completam a mostra peças escultóricas que, na verdade, são joias atemporais, revelando mais um viés de sua pesquisa, que promove a continuidade do artesanato tradicional, onde tudo que é aprendido e trocado gera uma reflexão sobre um mundo baseado na construção coletiva e relações sem fronteiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tempo por Drummond</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2015 20:17:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Renovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialmente para o que está sendo o ano de 2015 no Brasil e no mundo. “Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Especialmente para o que está sendo o ano de 2015 no Brasil e no mundo.</div>
<div></div>
<div>“Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.</div>
<div></div>
<div>Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser diferente.</div>
<div>Para você, desejo o sonho realizado. O amor esperado. A esperança renovada.</div>
<div>Para você, desejo todas as cores desta vida. Todas as alegrias que puder sorrir, todas as músicas que puder emocionar. Para você neste novo ano, desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que sua família esteja mais unida, que sua vida seja mais bem vivida.</div>
<div></div>
<div>Gostaria de lhe desejar tantas coisas. Mas nada seria suficiente para repassar o que realmente desejo a você. Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos. Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto, rumo à sua felicidade!”</div>
<div></div>
<div>Carlos Drummond Andrade (Itariba, 31/10/1902 – Rio de Janeiro)</div>
<div></div>
<div><a href="https://marciahamaoka.com/wp-content/uploads/2015/12/time-wallpaper.jpg"></a></div>
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