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	<title>Arquivos andre barcinski - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Livro: Guia da Culinária Ogra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 14:37:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O jornalista André Barcinski sempre foi um apaixonado por PFs de boteco. Tanto que resolveu compilar em um guia os melhores lugares em São Paulo para se comer comida boa e barata. O resultado é o livro “Guia da Culinária Ogra – 195 lugares para comer até cair”, lançado pela editora Planeta. Tudo começou quando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista André Barcinski sempre foi um apaixonado por PFs de boteco. Tanto que resolveu compilar em um guia os melhores lugares em São Paulo para se comer comida boa e barata. O resultado é o livro “Guia da Culinária Ogra – 195 lugares para comer até cair”, lançado pela editora Planeta.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2013/04/culinariaogra-capa.jpg"></a> <a href="http://www.21-graus.com/wp-content/uploads/2013/04/culinariaogra-flintstones.jpg"><br />
</a></p>
<p>Tudo começou quando o autor fez uma <a href="http://andrebarcinski.folha.blog.uol.com.br/arch2011-01-23_2011-01-29.html#2011_01-25_00_15_19-147808734-0" target="_blank">série de posts </a>descompromissados em seu <a href="http://andrebarcinski.blogfolha.uol.com.br" target="_blank">blog</a> listando alguns lugares dedicados à tal gastronomia ogra. O texto fez tanto sucesso que acabou virando livro.  Mas para entrar na lista de Barcinski, o restaurante deve cumprir alguns pré-requisitos. É o que o autor chama de “dez mandamentos básicos da culinária ogra”:</p>
<ol>
<li>Não pode ter nome começando por “Chez” ou terminando por “Bistrô”;</li>
<li>A comida precisa ocupar ao menos 85% da área total do prato (com preferência a iguarias com uma taxa de ocupação de mais de 100% dos pratos, como bifes que caem pelas bordas dos pratos);</li>
<li>Não pode ter “chef”, e sim “cozinheiro”;</li>
<li>Não pode ter “menu”, e  sim “cardápio”;</li>
<li>Algumas palavras estão terminantemente proibidas nos cardápios. A presença de qualquer uma delas significa exclusão imediata da lista. São elas: “nouvelle”, “brûlée”, “pupunha”, “espuma”, “lâmina”, “lascas” e “contemporânea”;</li>
<li>Não pode ter filiais;</li>
<li>Os garçons não podem ser modelos, manequins ou atores, com preferência para garçons velhos e feios;</li>
<li>Os garçons precisam passar no teste da colherzinha, que consiste em servir arroz com uma só mão, juntando duas colheres, sem derramar um grão sequer;</li>
<li>Não pode estar localizado nos seguintes bairros: Vila Olímpia, Itaim-Bibi, Moema e Vila Nova Conceição (era um guia de São Paulo!);</li>
<li>O teste final: se o garçom, ao ser perguntando “o que é ‘El Bulli’?”, responder qualquer coisa que não seja “é onde eu sirvo o café”, o restaurante está sumariamente eliminado.</li>
</ol>
<p></p>
<p>No guia, os restaurantes ainda foram divididos em dez grupos: 1-PF e almoço, 2-Carnes, 3-Pizzarias e Italianos, 4-Japoneses e Coreanos, 5-Chineses, 6-Nordestinos, 7-Árabes e similares, 8-Lanches e salgados, 9-Petiscos e 10-Étnicos variados, e os locais mais caros do guia estão devidamente destacados.</p>
<p>Haja fome!</p>
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