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	<title>Arquivos Lifestyle - Marcia Hamaoka</title>
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	<title>Arquivos Lifestyle - Marcia Hamaoka</title>
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		<title>Rolex, o livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 16:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é aficionado por relógios, não vai querer perder essa: a editora Assouline acaba de lançar o livro Rolex: The Impossible Collection, com detalhes da história de uma das marcas mais famosas do planeta. À venda no site da editora por US$845, a publicação tem 194 páginas e mais de 200 ilustrações. Entre elas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é aficionado por <strong><a href="https://marciahamaoka.com/como-escolher-um-relogio/">relógios</a></strong>, não vai querer perder essa: a editora Assouline acaba de lançar o livro Rolex: The Impossible Collection, com detalhes da história de uma das marcas mais famosas do planeta. À venda no <strong><a href="https://www.assouline.com/products/rolex-the-impossible-collection">site da editora</a></strong> por US$845, a publicação tem 194 páginas e mais de 200 ilustrações. Entre elas, fotos históricas, campanhas publicitárias e, claro, todos os modelos de relógio lançados em seus 113 anos de existência.</p>
 Hans Wilsdorf, em 1942
<p>Essa trajetória começou em 1905 pelas mãos do empresário Hans Wilsdorf, que começou sua carreira com uma loja de distribuição de relógios em Londres. Em uma época em que os relógios de bolso predominavam, Wilsdorf resolveu criar uma marca de relógios de pulso precisos, mas na época os modelos ainda eram extremamente delicados e suscetíveis a serem desregulados pelo contato com a água e a poeira. Depois de muitas pesquisas e testes surgia o Oyster, modelo mais emblemático da Rolex até hoje.</p>
 Primeiro Oyster com esse formato quadrado, de 1926
<p>O livro traz ainda diversas curiosidades sobre a marca, como a escolha do nome Rolex. Entre os critérios para sua escolha estavam: tinha que ter no máximo cinco letras, ser fácil de pronunciar em qualquer língua, fácil de lembrar e possível de escrever com elegância em qualquer modelo de relógio.</p>
 Hans Wilsdorf em ação
<p>Mas a Rolex entrou mesmo para a história graças a uma genial jogada de marketing: nos anos 50, patrocinou o alpinista Sir Edmund Hillary em sua escalada ao Everest, que bateu diversos recordes à época e mostrou a resistência dos relógios da marca. Daí em diante, repetiu façanhas com mergulhadores e pilotos de avião para mostrar que nada seria obstáculo ao funcionamento de suas joias.</p>
<p></p>
<p>A história foi tão bem escrita que hoje um Rolex antigo vale tanto quanto – ou até mais que – um novo. Modelos históricos, como o que pertenceu a Paul Newman, batem inclusive outro recorde: o de preço. Em um leilão realizado em outubro do ano passado, a relíquia (acima) atingiu o patamar de US$17,75 milhões e se tornou o relógio mais caro do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os destaques masculinos da CasaCor Rio 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2018 22:16:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vai até o próximo dia 4 de novembro a CasaCor Rio, mais importante evento de decoração da cidade. Este ano, o evento ocupa a antiga sede do grupo Monteiro Aranha, uma propriedade na Glória que conta com um prédio de dez andares, uma casa em estilo colonial e área aberta de 2,5 mil m². Construído na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vai até o próximo dia 4 de novembro a CasaCor Rio, mais importante evento de <strong><a href="https://marciahamaoka.com/tendencia-de-decoracao-preto-fosco/">decoração</a></strong> da cidade. Este ano, o evento ocupa a antiga sede do grupo Monteiro Aranha, uma propriedade na Glória que conta com um prédio de dez andares, uma casa em estilo colonial e área aberta de 2,5 mil m². Construído na década de 1920, o prédio de dez andares teve uso residencial por mais de 50 anos. Na década de 1970, após um retrofit comandado pelo arquiteto Edmundo Musa passou a ter uso corporativo. Cerca de 20 anos mais tarde, foi ocupado pelas empresas do grupo Monteiro Aranha. Agora, a CasaCor Rio apresenta um novo tipo de propriedade mista, em que residencial, comercial e lazer aparecem juntos.</p>
<p></p>
<p>A mostra, que tem como tema “A Casa Viva”, é composta por 42 ambientes, e destaca a harmonia com a natureza, a convivência e as memórias afetivas. Eu fiquei encantada principalmente com os ambientes com <strong><a href="https://marciahamaoka.com/decoracao-para-homem-ver/">elementos masculinos</a></strong>, como cores mais sóbrias mescladas ao verde das plantas, bem integrado à decoração. Aliás, o jardim pareceu ser um dos lugares mais lindos, mas não pude aproveitar porque chovia a cântaros no dia em que estive lá. A vista do rooftop também era um ponto alto, mas não rolou fotografar pela mesma razão.</p>
<p></p>
<p>Vamos então aos ambientes que mais se destacaram na CasaCor Rio na minha opinião:</p>
<p></p>
<p>Seguindo o estilo sóbrio, o Studio Premium de Fabio Bouillet e Rodrigo Jorge é decorado com tons de cinza e preto, sem perder a descontração carioca. No quarto, o pé-direito mais baixo, as paredes revestidas com painéis de madeira e a supercama Auping garantem um clima acolhedor.</p>
<p></p>
<p>O Loft do Homem, assinado por Mauricio Nóbrega, traz as plantas como parte importante da decoração e inclui suíte com estar, cozinha, varanda, estúdio de fotografia e até banheiro ao ar livre.</p>
<p></p>
<p>A Área de Convivência de Camila Ramundo, Maria Carolina Valim e Danilo Ferreira foi criada para ser um local de convivência de coworking e une a funcionalidade da copa, o conforto do sofá central em um visual impecável.</p>
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		<title>Novo Nike Cortez Kenny IV, o tênis da vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2018 16:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até que faz tempo que eu não falo aqui sobre tênis, né? Pois dessa vez tenho um ótimo motivo. Trata-se de uma parceria inusitada entre a Nike e o rapper americano Kendrick Lamar, lançada essa semana nos Estados Unidos. Inusitada porque o novo tênis, batizado de Nike Cortez Kenny IV, é uma versão slip-on do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Até que faz tempo que eu não falo aqui sobre <strong><a href="https://marciahamaoka.com/chain-reaction-o-tenis-desejo-da-versace/">tênis</a></strong>, né? Pois dessa vez tenho um ótimo motivo. Trata-se de uma parceria inusitada entre a Nike e o rapper americano Kendrick Lamar, lançada essa semana nos Estados Unidos.</p>
<p>Inusitada porque o novo tênis, batizado de Nike Cortez Kenny IV, é uma versão slip-on do já clássico Nike Cortez. Ele foi inspirado nas próprias pantufas usadas por Lamar – e por muitos americanos. A brincadeira vai além do design: na língua do tênis aparecem escritas as palavras House Shoes.</p>
<p></p>
<p>Que ninguém duvide que o conforto vem em primeiro lugar, e ele é reforçado pelo solado interno, com matelassê perfurado, que promete uma maciez inédita. O rapper americano participou de todas as etapas de design dos tênis e declarou que foi fantástico participar junto a pessoas que, como ele, amam todas as fases criativas do processo.</p>
<p></p>
<p>Interessado? O tênis pode ser comprado <strong><a href="https://www.nike.com.br/calendario-lancamentos/sportswear/cortez-kenny-iv">aqui no e-commerce</a></strong> da marca por R$500.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Minhas impressões da Art Rio 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 21:52:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Acabou ontem a edição 2018 da Art Rio, que foi um respiro nesse momento tenso que a gente vive no país, especialmente no Rio de Janeiro. O clima estava agradável em todos os sentidos. E a feira, que reuniu 48.000 pessoas, me pareceu um pouco menor que a do ano passado, mas seu formato estava [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acabou ontem a edição 2018 da <strong><a href="https://marciahamaoka.com/veja-o-que-esperar-da-art-rio-2016/">Art Rio</a></strong>, que foi um respiro nesse momento tenso que a gente vive no país, especialmente no Rio de Janeiro. O clima estava agradável em todos os sentidos. E a feira, que reuniu 48.000 pessoas, me pareceu um pouco menor que a do ano passado, mas seu formato estava mais convidativo. O layout parecia mais amplo e me passou essa impressão.</p>
<p>Também achei os trabalhos mais consistentes que os do ano passado. A Marina da Glória tem uma vista de tirar o fôlego e quem foi à Art Rio ainda presenciou a lua cheia refletida no mar: um escândalo de bonita!</p>
<p>Nos corredores, a gente cruzava com pessoas bonitas, elegantes e talentosas, e apreciava obras apaixonantes. Alguns artistas que eu admiro muito estavam expondo por lá e eu selecionei aqui obras que são um verdadeiro sonho de consumo para ter em um ateliê ou escritório de moda. Puro estilo!</p>
 Obra &#8220;Athena&#8221;, de Vanderlei Lopes
<p>&nbsp;</p>
 Obra de Paulo Climachauska
<p>&nbsp;</p>
 &#8220;Em volta tudo é cinza&#8221;, de Efrain Almeida
<p>&nbsp;</p>
 Obra de Wanda Pimentel
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		<title>A nova masculinidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2018 20:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pesquisas de comportamento da J. Walter Thompson Intelligence sempre trazem uma amostra dos pontos mais importantes que devemos observar na sociedade, com foco, é claro, no consumo. A mais recente delas, “Reframing Masculinity” (leia na íntegra aqui), fala sobre a nova masculinidade. O objetivo dessa pesquisa era responder à seguinte pergunta: “o que significa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As pesquisas de comportamento da J. Walter Thompson Intelligence sempre trazem uma amostra dos pontos mais importantes que devemos observar na sociedade, com foco, é claro, no consumo. A mais recente delas, “Reframing Masculinity” (<strong><a href="https://www.jwtintelligence.com/2018/09/reframing-masculinity/?mc_cid=028bc4df6c&amp;mc_eid=ea3491aad2">leia na íntegra aqui</a></strong>), fala sobre a nova masculinidade.</p>
<p>O objetivo dessa pesquisa era responder à seguinte pergunta: “o que significa ser um homem em 2018?”. Se nos últimos anos as mulheres foram o centro das atenções das marcas, com o novo feminismo e o empoderamento feminino refletindo na comunicação de produtos que vão de moda sportswear a fintechs, parece que chegou a hora de nos perguntarmos: e os homens?</p>
<p>“Do lado ideológico, eles estão respondendo ao desafio de definir a masculinidade na contramão das narrativas de masculinidade tóxica, não menos importante, conectando-se com os homens que se sentem alienados por esses argumentos. Do ponto de vista comercial, como podemos comercializar e vender para o homem contemporâneo? Como ele é?”, questiona a pesquisa, que traz exemplos de marcas que já estão cumprindo esse papel por perceberem que essa nova visão do masculino requer nuances mais sutis, flexibilidade e compaixão.</p>
<p>Em resumo, não existe mais “certo e errado” em termos de comportamento masculino. Menos pressionados a cumprir certas expectativas, eles se sentem mais livres e se manifestam de maneira plural. É a quebra de paradigmas – e estigmatizações. E esse trabalho começa na criação dos meninos: eles não “precisam” ser fortes, não “têm que” resgatar princesas, não “devem” controlar todas as situações&#8230;</p>
<p>A marca de <strong><a href="https://marciahamaoka.com/3-lancamentos-de-grooming-para-comprar-ja/">grooming</a></strong> Harry’s, por exemplo, está fazendo um trabalho inovador para desconstruir padrões: em fevereiro, lançou a campanha “A Man Like You”, em que um garoto tenta explicar o conceito de masculinidade a um alienígena que não conhece a cultura humana:</p>
<p><iframe width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/jIDLa5zhO8A?feature=oembed" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Depois de listar todas as ações comumente associadas a um homem, ele conclui que não existe um só jeito de ser homem. “Está na hora de pararmos de nos perguntar o que faz um homem de verdade, mas começar a perguntar o que faz um bom homem. A resposta, acreditamos, é a mesma em relação ao que faz um bom humano”, explica Dale Austin, diretor criativo da GSD&amp;M, agência que criou o anúncio.</p>
<p>Além da Harry’s, a marca Bonobos criou uma campanha intitulada #EvolveTheDefinition, algo como “evolua/avance/expanda a definição”. No comercial, homens de diferentes idades, perfis e estilos respondem o que acreditam ser masculinidade – e ela vai muito além do conceito do dicionário. Veja:</p>
<p><iframe width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/j6jz2Jma5-s?feature=oembed" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></p>
<p>No Brasil, um dos casos mais conhecidos é da Axe, com a campanha “Encontre sua mágica”:</p>
<p><iframe width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/0WE6WYx_NIY?feature=oembed" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ideia é mostrar que todo homem é único e não precisa seguir padrões. E a marca foi além: a Axe global fez parcerias com três ONGs — Promundo, The Representation Project e Ditch the Label — para entender e ajudar a corrigir os fatores que contribuem para a masculinidade tóxica.</p>
<p>Em breve, outras marcas devem beber dessa fonte e ajudar a desconstruir uma imagem que aprisiona e coloca todos os homens no mesmo molde. Uma das coisas que mais gosto da minha profissão é exatamente essa: criar uma imagem que transmita autenticidade a partir de uma jornada de autoconhecimento do meu cliente e mostrar ao mundo sua melhor versão. Para saber mais, entre em contato <strong><a href="https://marciahamaoka.com/contato/">clicando aqui</a></strong>.</p>
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		<title>Cerveja e churrasco além do que você imagina</title>
		<link>https://marciahamaoka.com/cerveja-e-churrasco-alem-do-que-voce-imagina/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cerveja-e-churrasco-alem-do-que-voce-imagina</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2018 21:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi-se o tempo em que harmonizar cerveja e churrasco se resumia à combinação pilsen industrializada estupidamente gelada + picanha na brasa. Com a descoberta do brasileiro pelos ditos sabores gourmet, o aprendizado sobre cortes menos conhecidos e as técnicas de cozinha se aprimorando mesmo entre churrasqueiros de fim de semana – sem contar as cervejas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi-se o tempo em que harmonizar <a href="https://marciahamaoka.com/como-harmonizar-queijos-e-cervejas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cerveja</strong> </a>e churrasco se resumia à combinação pilsen industrializada estupidamente gelada + picanha na brasa. Com a descoberta do brasileiro pelos ditos sabores gourmet, o aprendizado sobre cortes menos conhecidos e as técnicas de cozinha se aprimorando mesmo entre churrasqueiros de fim de semana – sem contar as cervejas artesanais, cada vez mais uma paixão nacional – a dupla cerveja e churrasco se sofisticou e, para conhecer mais desse universo, nada como experimentar. Veja minhas dicas de harmonização ideal:</p>
<p>Pale Ale e IPA se destacam pelo amargor, então caem bem com carnes grelhadas, como costumamos fazer no churrasquinho de domingo.</p>
<p>Cervejas do tipo Stout e Porter têm sabor de malte torrado que vai muito bem com picanha.</p>
<p>Já carnes defumadas na lenha, feitas segundo a técnica do American barbecue, casam com uma Rauchbier, cerveja de malte defumado. É a harmonização por semelhança.</p>
<p>A mesma Rauchbier acompanha bem uma costelinha de porco, sobretudo se ela levar o molho barbecue.</p>
<p>Anotou tudo? Agora é só experimentar!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Que tal um Bugatti feito de Lego?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 15:38:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sonho de consumo pouco é bobagem. A Lego resolveu testar a potência de sua linha Technic e publicou em sua conta no Twitter um vídeo que está dando o que falar pela internet. As imagens mostram a recriação do carro-conceito Bugatti Chiron, cujo original está avaliado em R$ 10,5 milhões. Para a versão de Lego [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sonho de consumo pouco é bobagem. A Lego resolveu testar a potência de sua linha Technic e publicou em sua conta no Twitter um vídeo que está dando o que falar pela internet. As imagens mostram a recriação do carro-conceito <a href="https://marciahamaoka.com/exclusiva-linha-da-bugatti-para-armani/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Bugatti</strong></a> Chiron, cujo original está avaliado em R$ 10,5 milhões.</p>
<p>Para a versão de Lego do Bugatti Chiron, foram necessárias mais de um milhão de peças e mais de 13 mil horas, entre construção e testes.</p>
<p>O carro de “brinquedo” pesa 1.500 kg e mais de 90% de sua estrutura é feita das peças de montar mais famosas do mundo. Para criar os faróis, a empresa criou as primeiras peças Technic transparentes da história. Detalhe: na construção do veículo, não houve o uso de uma gota sequer de cola. Isso é que é encaixe perfeito!</p>
<p>De acordo com a Lego, o veículo – que tem até o motor feito com as pecinhas – pode ser pilotado por um humano e chega a 20 km/h. Dá para acreditar?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Top 5 Marrakesh</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2018 17:53:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, eu fui pra lá de Marrakesh. Acabo de voltar de uma viagem bem especial pelo Marrocos e estou cheia de novidades. Fiquei muito contente com a oportunidade de fazer um roteiro promovido pela Cynhtia Camargo e pelo professor João Braga, que conheci há 17 anos no curso de pós-graduação da Faculdade Santa Marcelina. Marrakesh [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, eu fui pra lá de Marrakesh. Acabo de voltar de uma <a href="https://marciahamaoka.com/5-truques-para-levar-sua-gravata-na-mala-de-viagem-sem-amassar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>viagem</strong> </a>bem especial pelo Marrocos e estou cheia de novidades. Fiquei muito contente com a oportunidade de fazer um roteiro promovido pela Cynhtia Camargo e pelo professor João Braga, que conheci há 17 anos no curso de pós-graduação da Faculdade Santa Marcelina.</p>
<p>Marrakesh foi uma experiência única: uma combinação de cores, sabores e aromas que tem como pano de fundo um povo religioso que preserva seus costumes. Entre eles, as cinco chamadas para as rezas todos os dias, as tatuagens de henna, a caligrafia árabe, a música, os caftãs e as jelabas. Destaque para os fazeres manuais, como a maroquinerie (a arte de trabalhar o couro), os bordados e o artesanato em geral.</p>
 Detalhe que me impressionou: a moldura desse quadro é uma porta!
<p>A cultura do Marrocos é acolhedora: a gente se sente à vontade ao tomar um chá de hortelã e observar o ritual ao servi-lo. É incrível como, mesmo fazendo 38º C, a bebida refresca. Os gestos de carinho e amizade também chamaram minha atenção: ao se cumprimentarem na rua, efusivamente, os homens dão dois beijos no rosto um do outro. Bem diferente do Brasil, né?</p>
<p>Mas vamos ao meu Top 5 Marrakesh, de lugares – e compras – que você não pode perder quando estiver na cidade:</p>
<p><strong>1. O Museu Yves Saint Laurent</strong></p>
<p></p>
<p>O ponto alto para mim, claro. O museu abriu as portas no ano passado e eu estava bem curiosa para conhecer. Como todo espaço de exposição francês, é de alto nível. Desde a cenografia, passando pela música ambiente dramática e terminando na disposição das peças do acervo&#8230; é de tirar o fôlego!</p>
<p><strong>2. Tapetes Mágicos</strong></p>
<p></p>
<p>Os tapetes do Marrocos são usados para tudo no dia a dia da população: viram “mala”, cobrem o chão, as paredes e tetos, viram roupa e suporte para oração.  Aliás, o Museu dos Tapetes é riquíssimo e mostra essa cultura com detalhes.</p>
<p><strong>3. O azul Majorelle</strong></p>
<p></p>
<p>A tonalidade é baseada no azul dos tuaregs, visto que as tribos por lá têm cores e características distintas e se referem também a gênero, como os turbantes dos homens. Se for comprar alguma peça decorativa por lá, fique com esse tom de azul.</p>
<p><strong>4. Moda &amp; Beleza</strong></p>
<p></p>
<p>Percebi nas ruas muitos homens usando modelos saruel, aquelas calças com gancho bem baixo e amplo entre as pernas, que parece ter tecido sobrando. Também vi muitos vestindo a jelaba, que é uma túnica usada por cima de calça e camisa.</p>
<p></p>
<p>Nos pés, as babuchas, sapatos típicos que eles usam pisando na parte do calcanhar. A cor mais usada no street style de Marrakesh é o amarelo, que representa para eles a condição de humildade e finitude do homem. Por fim, não podia deixar de comentar da quase onipresente barba, que é um código de masculinidade, associado à Maomé.</p>
 Azami, nosso guia local, veste jelaba e babucha amarela
<p><strong>5. Banho de Hammam</strong></p>
<p>Os turistas amam, mas também é obrigatório para os praticantes do islamismo, pois representa um banho de purificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A prancha de surfe da Tesla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2018 21:50:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[prancha de surfe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não bastam carros elétricos, energia limpa e projetos que parecem vindos de filmes de ficção científica: a montadora de Elon Musk expande todos os limites do design. O mais novo lançamento, a prancha de surfe da Tesla, foi desenvolvido em fibra de carbono e se inspira nos automóveis da marca. Como tudo criado por Musk, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não bastam carros elétricos, energia limpa e projetos que parecem vindos de filmes de ficção científica: a montadora de Elon Musk expande todos os limites do design. O mais novo lançamento, a prancha de surfe da Tesla, foi desenvolvido em fibra de carbono e se inspira nos automóveis da marca.</p>
<p></p>
<p>Como tudo criado por Musk, a prancha de surfe da Tesla virou objeto de desejo imediato e seus 200 exemplares – edição limitada, claro – se esgotaram em poucas horas.</p>
<p></p>
<p>Feita em duas cores – um lado preto e o outro vermelho – a prancha de surfe da Tesla foi projetada para deslizar suavemente sobre as ondas graças a uma parceria com a Lost Surfboards, cobiçada grife de shapes de Matt “Mayhem” Biolos (entendedores entenderão). O valor? US$1.500. Resta saber se vem mais edição limitada por aí.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição imperdível sobre futebol em Florença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcia Hamaoka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 16:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E já sabemos qual será a final da Copa do Mundo da Rússia. A decisão do campeonato de futebol ficará entre França – nossos algozes em 1998 – e a Croácia, quem diria. Sim, a Croácia é o maior símbolo da Copa das zebras, com placares inacreditáveis e uma ausência mais que sentida: a Itália. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E já sabemos qual será a final da Copa do Mundo da Rússia. A decisão do campeonato de futebol ficará entre França – nossos algozes em 1998 – e a Croácia, quem diria. Sim, a Croácia é o maior símbolo da Copa das zebras, com placares inacreditáveis e uma ausência mais que sentida: a Itália.</p>
<p>Tão apaixonados quanto os brasileiros, os italianos ficaram arrasados com o fato de não terem passado das eliminatórias e até uma exposição fizeram para homenagear os fãs da Azzurra. Em cartaz até 22 de julho no Complesso di Santa Maria Novella, em Florença, a mostra “Fanatic Feelings: Fashion Plays Football” foi lançada junto com o <a href="https://marciahamaoka.com/o-melhor-do-pitti-uomo-2018/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pitti Uomo</strong></a> e está imperdível, não só para quem gosta do esporte. Isso porque ela relaciona moda e futebol.</p>
<p></p>
<p>Com curadoria de Markus Ebner, fundador das revistas de moda alemãs Achtung Mode e Sepp Football Fashion, e Francesco Bonami, crítico de arte contemporânea, a mostra é uma apresentação multimidiática das relações entre os dois universos.</p>
<p></p>
<p>A começar pelo impacto do futebol no universo da moda masculina – com a fusão entre alfaiataria e sportswear – e seguindo pelas celebridades, a exposição traz um panorama bem interessante. Quer ver?</p>
<p></p>
<p>Não é de hoje que designers criam coleções inteiras inspiradas no esporte, nem que os jogadores de futebol ocupam a primeira fila em desfiles de moda ou até estrelam como modelos em campanhas. Pois é. Para mostrar isso, ilustrações de Karl Lagerfeld e Hiroshi Tanabe de jogadores de futebol famosos se combinam aos ricos arquivos da revista Sepp Football Fashion, de 2002 a 2018, com jogadores como Kaká, Edinson Cavani, Jérôme Boateng ou Mesut Özil. Também é bacana a apresentação do documentário “Zidane: Um retrato do século 21”.</p>
<p></p>
<p>A exposição também traça a vida de ícones de futebol e entusiastas da moda, como George Best, Eric Cantona ou Gigi Meroni, que ajudaram a criar laços estreitos entre o futebol e os looks masculinos. E uma seção especial de fotos de street style destacará David Beckham, Neymar e Franck Ribéry em suas roupas de lazer. É claro que também tem um espaço para a seleção italiana, a Azzurra, em uma sala que celebra a história, a tradição e os valores do futebol italiano. Fanáticos não podem perder.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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